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Votos chegaram a ser comercializados a R$ 1 mil na região carbonífera

Confira ainda: retorno de delegado e o apelo dos hotéis ao governo de SC
Ney Lopes
Por Ney Lopes 20/11/2020 - 08:29Atualizado em 20/11/2020 - 08:29

Corre forte os comentários nos bastidores que em pelo menos uma cidadezinha coladinha a Criciúma, a velha prática ilícita da compra de votos correu livre e solta na noite e madrugada de sábado, antevéspera da eleição, onde a disputa entre duas chapas foi das mais acirradas. Um voto estava valendo em torno de até R$ 1 mil, e foram gastos perto de R$ 800 mil em menos de 72 horas.

Camila Mattos Goulart para deixar esta sexta um pouco mais aquecida

COMO as fronteiras internacionais continuam cada vez mais fechadas e o povo querendo viajar. Hotéis de Santa Catarina encaminharam pedido ao Governo do Estado para que libere a ocupação de até 60% dos leitos dos setor para as festas de fim de ano. Período é importante para o setor e fundamental para garantir a recuperação dos prejuízos provocados pela pandemia de Covid-19.

Marcelo Cruz, o nosso Ku di Grillo, no seu reduto em Miami

DELEGADO Carlos Emilio, depois de quase 10 anos afastado da função por um decreto administrativo, ganha na Justiça o direito de retomar a sua atividade como delegado. O decreto saiu ontem no Diário Oficial do Estado. Além da volta, deverá embolsar uma boa quantia em dinheiro pelo tanto de tempo que ficou afastado como por danos morais.

Médica Michele Wolf Pimentel, ginecologista e obstetra de Sombrio, aproveitou sua estada em Brasília e foi abraçar o Mito

APESAR da Mega Sena de quarta feira deixar mais cinco criciumenses milionários ao acertarem a quadra, com cada um ganhando um pouco mais de R$ 1 mil, o prêmio principal acumulou para este sábado para R$ 75 milhões.

Gustavo Althoff e a mulher Betina em Angra dos Reis, novo destino dos abonados da cidade

O DESABAFO do Mazinho Rocha

No dia 18 de março de 2020 o então governador Moisés decretava o lockdown em Santa Catarina.
Transporte público deixou de circular, escolas suspenderam aulas, comércio fechou as portas, bares e restaurantes fechados .
A ideia era dar tempo para que o sistema de saúde se preparasse para atender ao grande número de pessoas que contraíram o vírus . 
Várias pessoas se contaminaram, muitos não resistiram. 
O “pico” foi prorrogado por vários meses, levando a população ao pânico.
O dito colapso do sistema não aconteceu.
As empresas, transporte público, escolas, comércio, restaurantes que viram os clientes sumirem, algumas fecharam, mas muitos se adaptaram e cumprem rigorosamente os protocolos de saúde exigindo o uso de álcool gel/máscara/distanciamento etc.
Os números de contágio e mortes caíram e pareceu que o vírus havia ido embora .
Ledo engano. 
Os jovens, aparentemente menos suscetíveis ao vírus, irresponsavelmente abandonaram os cuidados e, se reunindo em festas clandestinas , levam novamente o vírus pra dentro de suas casas .
Será que veremos a história se repetir?
Todos trancados em suas casas por culpa da irresponsabilidade de alguns?
Sinceramente espero que não .
O tempo vai dizer.

4oito

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