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Nos últimos três dias, apenas uma funerária vendeu 17 urnas fúnebres em Criciúma

Confira ainda: tainha no Rincão e reunião com a via gastronômica
Ney Lopes
Por Ney Lopes 07/06/2021 - 07:04Atualizado em 07/06/2021 - 07:06

É assustador. Neste feriadão, enquanto o povo lotava bares, restaurantes, algumas festas de aniversários e casamentos, cenas que foram exibidas nas redes sociais, e baladas clandestinas nas praias, eram contabilizadas quase duas dezenas de mortes na cidade. Apenas uma empresa funerária, que tem um depósito anexo ao bar do Zequinha, retirou do local 17 urnas funerárias para atender o grande número de mortos, que não foram todos apenas pelo Covid.

Cristina Vier com estilo no santo feriado

NOTÍCIAS que marcaram o feriadão envolvendo nomes e sobrenomes do jet set político e econômico que repercutiu na cidade. A internação do ex-governador Eduardo Moreira, mesmo vacinado por Covid. E o nome de um criciumense considerado, um dos homens mais ricos atualmente no país, envolvido numa operação do Gaeco no Distrito Federal, notícia que rapidamente viralizou na internet.

Eliane Giassi ao lado do marido Osni, na maior elegância a espera de mais um cardume de tainhas

PREFEITO Clésio Salvaro e seu gabinete de crise convocou para uma reunião de urgência, nesta segunda-feira, a direção da via gastronômica de Criciúma.

TAINHA continua fazendo a festa dos pescadores do Rincão. Na manhã de sábado foram mais de 10 toneladas que caíram nas redes e foi o prato mais servido nas mesas dos criciumenses que invadiram o Rincão para acompanhar a pescaria e comprar peixe fresco.
 

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