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Max Everson
Por Max Everson 11/11/2019 - 10:57Atualizado em 11/11/2019 - 11:00

Pesquisa classifica “Ob-La-Di, Ob-La-Da” dos Beatles como “música pop perfeita”

“Ob-La-Di, Ob-La-Da”, faixa do Álbum Branco dos Beatles, de 1968, foi declarada a música pop mais perfeita já composta até hoje. Quem deu essa definição foram pesquisadores do conceituadíssimo Instituto Max Planck, na Alemanha, que analisaram 80.000 progressões de acordes diferentes de 700 músicas gravadas entre 1958 e 1991.

De acordo com matéria publicada pelo The Times, eles utilizaram um algoritmo para atribuir uma partitura a cada acorde com base em quão “surpreendente” ele se mostrava comparado ao acorde que o precedia. Sequências foram tocadas sem letras e melodia – para tornar a faixa irreconhecível – e voluntários avaliaram a agradabilidade de cada um deles.

“As músicas que achamos agradáveis ​​alcançam um bom desempenho, mas nos surpreendendo com o resultado”, disse Vincent Cheung. “Ob-La-Di, Ob-La-Da” foi a música mais próxima que os pesquisadores puderam encontrar para a “perfeição popular”.

Ob-La-Di, Ob-La-Da

“Invisible Touch”, do Genesis, “Hooked on a Feeling”, do BJ Thomas, “I Want You Back”, do Jackson 5, “There She Goes”, do The La’s, “When It’s Love”, do Van Halen, e “Red Red Wine”, do UB40 também tiveram alta pontuação no estudo.

 

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Max Everson
Por Max Everson 11/11/2019 - 10:53Atualizado em 11/11/2019 - 10:57

Ringo Starr se uniu a Paul McCartney para gravar uma nova versão de “Grow Old With Me”, canção escrita por John Lennon, seu companheiro de Beatles, durante as sessões do álbum, Double Fantasy, último trabalho feito por Lennon antes de ser morto a tiros em 8 de dezembro de 1980.

Ringo disse que considera esse registro como uma espécie de mensagem vinda do além do amigo, porque foi apresentado à música pelo produtor de Double Fantasy, Jack Douglas, de uma maneira que o impressionou.

Starr disse à BBC: “Eu nunca tinha ouvido falar sobre essa faixa e encontrei o produtor Jack Douglas. Ele disse ‘Você já ouviu essa fita do John?'”. O ex-Beatle respondeu que não e ganhou uma cópia para ouvir em casa.

O curioso é que no início da gravação Lennon diz “Isso soa como uma boa música para Richard Starkey [verdadeiro nome de Ringo]”. Como ficou encantado com a descoberta da música e com a mensagem, resolveu regravá-la e pediu a ajuda de McCartney para tocar baixo na faixa, que está no novo álbum de Starr, What’s My Name, que foi lançado em 25 de outubro.

Grow Old With Me

Max Everson
Por Max Everson 07/11/2019 - 16:00Atualizado em 07/11/2019 - 16:02

Beck, e a música nova que chama-se ‘Dark Places’.

A música que ganhou um lyric vídeo, será uma das inéditas do álbum ‘Hyperspace’, previsto para ser lançado no próximo dia 22 de novembro. 

Beck - Dark Places

Tags: NoAr Beck

Max Everson
Por Max Everson 04/11/2019 - 10:21Atualizado em 04/11/2019 - 10:32

O vocalista Samuel Rosa anunciou o fim da banda Skank. "É uma parada sem previsão de volta", afirmou o cantor neste domingo (3/11/19). 
Segundo Rosa, o grupo ainda vai rodar o Brasil em 2020 com a turnê 30 Anos, que será sua "turnê de despedida". 
O artista deve seguir em carreira solo e já tem um lançamento previsto para 2021. 

O Skank foi formado na década de 1990, em Belo Horizonte (MG). Além de Rosa (guitarra e voz), tem na formação Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria).

Lá em 2017 eu fiz uma matéria espécial sobre a banda Skank aqui no Blog, caso não tenha visto ou lido, é uma ótima oportunidade, para conhecer a história da banda mineira que fez e faz tanto sucesso (na medida do possível)

Skank by Max Everson

o Fim do Skank: cansaram mesmo ou é jogada de marketing?

Tags: NoAr

Max Everson
Por Max Everson 01/11/2019 - 14:56Atualizado em 01/11/2019 - 15:03

tem novo cover na área, a música é de 1977 quando Donna Summer lançou o clásico das discotecas  "I Feel Love", mas agora  quem interpreta é Sam Smith!! O single foi lançado neste dia 31 de outubro

O cantor contou em entrevista recente que se identifica como não-binário, comunidade de pessoas que não se considera de nenhum dos dois gêneros convencionais.

e já que falamos de Sam Smith....confira I Feel Love

e aqui a versão original com Donna Summer.

 

Max Everson
Por Max Everson 29/10/2019 - 16:15Atualizado em 29/10/2019 - 16:19

Dinho Ouro Preto vive uma fase de experimentações, que envolve podcasts, canal de YouTube e mais um disco solo. Com esse novo trabalho, o vocalista do Capital Inicial reverencia o rock nacional.

Dinho anuncia que regravou músicas de 12 bandas de que gosta muito, entre elas Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e CPM22, mas também de dois dos seus ídolos Raul Seixas e Rita Lee. “Filmei todo o processo de gravação, que rolou no meu estúdio e pretendo disponibilizar esse material no meu canal de YouTube”, adianta.

Nas gravações, o cantor foi acompanhado pela banda formada por Fabiano Carelli (guitarra), Lourenço Monteiro (bateria), Gê Fonseca (teclados) e Mauro Barman (baixo).

confira algumas do Vol1
Rolam as pedras - Kiko Zambianchi

Saidera - Skank

Tarde de Outubro - CPM22(lançamento em 30/10/19)
 

 

Max Everson
Por Max Everson 22/10/2019 - 11:52Atualizado em 22/10/2019 - 11:54

uma nova coleção dos Beatles está chegando!!

Intitulada "The Singles Collection" serão relançados 46 singles da banda, todos gravados em LPs que reproduzem as capas originais. Os sucessos foram lançados em 1962 e 1970.

O box também traz as versões de "Free as a Bird" e "Real Love", da década de 1990, além das canções teremos fotos e textos. O lançamento acontece em 22 de novembro. No site já tem o valor da coletânea que custará aproximadamente 187,99 libras ( cerca de R$ 1 mil).

 

Tags: NoAr Beatles

Max Everson
Por Max Everson 21/10/2019 - 11:14Atualizado em 21/10/2019 - 11:20

Vin Diesel leva tiro na cara em trailer de Bloodshot
Primeiro vídeo já dá uma ideia de quão explosivo será o filme.

A adaptação dos quadrinhos de Bloodshot ganhou seu primeiro trailes com um mar de violência, efeitos especiais e explosões.

Bloodshot é um ex-soldado com super poderes. Ele pode se regenerar e também realiza metamorfose. Com sua memória apagada, Ray Garrison inicia uma jornada de vingança contra quem acabou com sua vida.

O filme tem previsão de estreia em fevereiro de 2020.

Mas a cereja do bolo é a música que Jhonny Cash interpreta no trailer, chamada Memories Are Made Of This de 1955.

 

Max Everson
Por Max Everson 16/10/2019 - 14:23Atualizado em 16/10/2019 - 14:50

A primeira música de Freddie Mercury, Love Kills, ganhou uma nova mixagem e um lyric vídeo. A faixa é uma parceria do vocalista do Queen com o mago da música eletrônica Giorgio Moroder, e faz parte da trilha sonora do clássico do cinema mudo Metropolis, de Fritz Lang. A remixagem foi incluída no novo box-set chamado Never Boring, onde traz o material que Mercury gravou sem o Queen.

Na época do seu oitavo lançamento, a música foi muito bem requisitada e dividida. Chegou ao TOP 10 da parada do Reino Unido.

Love Kills também foi indicada ao Framboesa de Ouro (prêmio satírico entregue aos piores filmes do ano), na categoria pior música, Drinkenstein de Dolly Parton foi a vencedora.

aqui podemos conferir as duas versões de Love Kills:

Queen - Love Kills (original)

Freddie Mercury - Love Kills (Moroder Remix)

 

 

Max Everson
Por Max Everson 11/10/2019 - 16:24Atualizado em 11/10/2019 - 16:28

Finalmente o vídeo da música Living On My Own, do disco Mr. Bad Guy (1985), de Freddie Mercury, teve um lançamento digno. Como parte do box Never Boring, o material  foi relançado em HD. Anteriormente, o clipe tinha sido proibido por promiscuidade.

O videoclipe gravado no Old Mrs. Henderson's, definido pela Ultimate Classic Rock como "uma boate de travestis em Munique". As cenas retratam a festa de aniversário dos 39 anos de Freddie.  A comemoração tinha 300 convidados, incluindo o guitarrista do Queen, Brian May, e Boy George do Culture Club.

Para a festa, os convidados eram orientados a vestirem-se como drags em roupas nas cores preto e branco. O então presidente da CBS Records, Walter Yetnikoff, cancelou o lançamento e proibiu o vídeo alegando "promiscuidade". Até 1993, dois anos após a morte de Mercury, o clipe continuava proibido. Porém, na época, um remix feito pelo No More Brothers foi lançado. 

Clip - Freddie Mercry - Living on my onw

Max Everson
Por Max Everson 30/09/2019 - 11:18Atualizado em 30/09/2019 - 11:22

No próximo dia 03, os cinemas brasileiros receberão a estreia do longa “Coringa”, distribuído pela Warner Bros Pictures e baseado no personagem de mesmo nome dos quadrinhos da DC. Foi escrito por Scott Silver e Todd Phillips, este último sendo também diretor.

O elenco conta com diversos nomes de peso da indústria cinematográfica, entre eles Joaquin Phoenix (“Gladiador” e “Her”), Robert DeNiro (“O Poderoso Chefão II” e “Taxi Driver”), Zazie Beetz (“Atlanta” e “Deadpool 2”), Frances Lilianne Conroy (“Six Feet Under” e “Perfume de Mulher”), Brett Cullen (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” e “Narcos”), entre outros.

A trama se passa nos anos 60 e conta a história do comediante Arthur Fleck (Phoenix), residente de Gotham City, um comediante que não consegue o almejado sucesso em sua carreira, sendo muitas vezes ridicularizado por suas performances e por ser quem é. Sendo assim, o protagonista passa por uma transformação que tem como gatilhos os seus transtornos mentais e sua desconsideração pela sociedade.

Para criar esta montanha russa de emoções, evidenciando a ambientação em seu tempo e as temáticas propostas pelo filme, a trilha sonora se mostra muito importa. Sendo assim, confira 4 canções presentes.

“Smile” – Jimmy Durante

Escrita por Geoffrey Parsons, John Turner e Charlie Chaplin, este último a lançou originalmente em 1936, para o filme “Tempos Modernos”. Entretanto, em 1965, Jimmy Durante a regravou em parceria com Roy Barry, estando presente no álbum “Hello Young Lovers”.

A canção tem um início que lembra um coral, com vozes reluzentes, dando entrada a voz melódica e forte do cantor, acompanhado de instrumentos clássicos, como piano, bateria e violino, seguindo com o backing vocal em forma de coral leve.

A letra tem como tema principal a necessidade de sorrir em todos os momentos, inclusive nos ruins.

“Send in the Clowns” – Frank Sinatra

 Escrita originalmente em 1973 por Stephen Sondheim para o musical “A Little Night Music”, ganhou ainda mais popularidade na voz de Frank Sinatra, que a regravou naquele mesmo ano, estando presente em seu álbum “Ol’ Blue Eyes Is Back”.

Com um ritmo bem cadenciado, evidenciando o piano como seu instrumento principal, a voz do cantor se destaca por sua força, com tons graves característicos e uma levada que se casa perfeitamente com a instrumentalidade.

“White Room” – CREAM

Composta por Jack Bruce e Pete Brown, foi lançada em 1968 para compor o terceiro álbum de estúdio dos ingleses, chamado “Wheels of Fire”.

Sua instrumentalidade é complexa e marcante, contando com a magnífica guitarra de Eric Clapton, a bateria e tímpanos de Ginger Baker, violinos de Felix Pappalardi, além do baixo e voz forte e melódica de Bruce, com diversas mudanças de tom durante a faixa.

A música está presente na lista, elaborada pela Rolling Stone, das “500 Melhores Músicas de Todos Os Tempos”, ocupando a 376ª posição.

“Slap That Bass” – Fred Astaire

Composta por  George Gershwin e Ira Gershwin, foi lançada em 1937 por Fred Astaire para o filme “Shall We Dance”. Na versão do referido longa, ainda tem a presença de Dudley Dickerson alternando na cantoria.

Com forte presença do jazz, conta com um caraterístico instrumental do gênero, com baixo, saxofone, trompetes e bateria, junto da forte voz de Astaire, formando um casamento dançante.

Versão de “Shall We Dance”, com Dudley Dickerson

e aqui o trailer do longa Coringa.
 

 

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Max Everson
Por Max Everson 20/09/2019 - 10:38Atualizado em 20/09/2019 - 10:42

Iniciou a Courage World Tour de Céline Dion e três novas músicas. Além disso, a cantora finalmente revelou a data de lançamento de seu próximo disco de estúdio que será em 15 de novembro.

Com isso, agora a artista lançou "Courage", "Lying Down" e "Imperfections" de seu álbum Courage.

Dion aproveitou para explicar o significado do nome Courage, em português, coragem. "Todos nós passamos por muitas coisas na vida", disse Dion. "Se está perdendo alguém, se é uma doença, algo que temos que lutar, algo que a vida nos impõe. E acho que passei por muita coisa. A vida me deu as ferramentas para encontrar minha força interior, de certa forma, para encontrar coragem para continuar. Quando perdi René, ele me queria de volta ao palco", acrescentou. "Ele queria ter certeza de que eu ainda estava praticando minha paixão, e queria provar a ele que estou bem. Estamos bem, vamos ficar bem", disse.

confira: Courage, Lying Down e Imperfections.


 

 

Tags: NoAr Celine Dion

Max Everson
Por Max Everson 19/09/2019 - 15:47Atualizado em 19/09/2019 - 15:53

A chuva forte e com granizo que caiu em Curitiba nesta quarta-feira (18), atingiu também a Pedreira Paulo Leminski, onde acontecia um evento musical de rock com as bandas Scorpions, Whitesnake e Europe. A apresentação precisou ser interrompida.

Um vídeo compartilhado durante o show do Scorpions pelo cantor David Coverdale, do Whitesnake, mostra a situação em que ficou o palco durante a chuva com granizo e fortes ventos.

 

Max Everson
Por Max Everson 09/09/2019 - 15:17Atualizado em 09/09/2019 - 15:19

Se você planeja conferir a nova turnê de Madonna, Madame X, deixe seu aparelho telefônico em casa. Isso mesmo, nada de registros! 

A Ticketmaster, empresa responsável pela venda dos ingressos para o espetáculo, enviou email a todos que compraram, ingresso, informando que será proibido usar o aparelho na área do show. 

"Esse evento será uma experiência livre de telefones. O uso de celulares, smartwatches, acessórios smart, câmeras ou dispositivos de filmagem não será permitido na área de performance. Por favor, anote a localização do seu assento antes de entrar no prédio - você não poderá acessar seus ingressos depois que eles forem digitalizados", diz parte da mensagem. 

O comunicado destaca que todas as pessoas permanecerão com seus aparelhos, mas que os eletrônicos ficarão lacrados até o fim do show. Será distribuída uma capa específica, que deixará o celular fechado e só será aberta no fim da apresentação. Fotos só poderão ser feitas em áreas específicas. Quem insistir em usar o celular nas áreas proibidas será expulso do show.

Madame X foi lançado em junho de 2019 e conta com a participação de Anitta na faixa Faz Gostoso. 

A turnê que passará por Estados Unidos e Europa começa dia 17 de setembro em Nova York. 

Tags: NoAr Madonna

Max Everson
Por Max Everson 05/09/2019 - 16:18Atualizado em 05/09/2019 - 16:23

Freddie Mercury, um dos maiores artistas de todos os tempos, completaria 73 anos nesta quinta-feira, dia 05.

O músico morreu em 1991 em  decorrência de uma broncopneumonia ocasionada pela AIDS.

Mercury foi o fundador e vocalista da banda britânica Queen, que surgiu nos anos 70.

O grupo foi homeageado com o filme "Bohemian Rhapsody", que recebeu um Globo de Ouro na categoria Melhor Filme - Drama. 

Os maiores sucessos do Queen foram compostos por Freddie. São elas: "We Are the Champions", "Love of my Life", "Killer Queen", "Bohemian Rhapsody", "Somebody to Love" e "Don't Stop Me Now".

Freddie Mercury é sempre citado como principal influência de outros cantores e bandas

Max Everson
Por Max Everson 04/09/2019 - 15:17Atualizado em 04/09/2019 - 15:30

Contrariando as expectativas, o Scorpions vai fechar a noite do metal, em vez do headliner Iron Maiden. A banda alemã será a última da programação de 4 de outubro do Rock in Rio.

"Geralmente, a gente fecha os festivais. Já estou acostumado com esse horário. Eu sei, é claro, que o Iron Maiden é a atração principal. Mas os caras do Iron Maiden preferem tocar cedo e pediram que a gente tocasse mais tarde. A gente aceitou, não tem problema disse Matthias Jabs, guitarrista do Scorpions"

Iron Maiden de volta

A banda de heavy metal formada em 1975 vem ao Rock in Rio pela quarta vez. Bruce Dickinson disse que o show será "quase o mesmo" da turnê Legacy of the Beast.

A abertura tem uma fala de Winston Churchill, seguida por "Aces High". São 16 músicas e uma dobradinha no fim com "Fear of the Dark" e "The Number of the Beast".

Ele também garantiu que os brasileiros verão sua banda no auge: "Temos mais experiência. Nossa banda está muito melhor do que antes."

No Rock in Rio, o show do Iron Maiden e Scorpions será no dia 04 de outubro de 2019, Lembrando que o Iron Maiden fará shows extras em São Pulo e Porto Alegre, não perca as datas.

Eu estarei no dia 6 de outubro no show do Iron Maiden no Estádio do Morumbi....quem sabe rola umas fotos aqui no 4oito.

Max Everson
Por Max Everson 22/08/2019 - 16:24Atualizado em 22/08/2019 - 16:33

 

anos 70! A era da discoteca, do cabelo black power, das calças boca-de-sino e do rock clássico. No mundo, nos aproximávamos da fase final da Guerra Fria, com o fim da Guerra do Vietnã em 1975. 

Para qualquer fã de música, conhecer os clássicos da década de 70 é essencial. Foi nessa época que os Beatles fizeram seu último show e Michael Jackson começava a surgir. Escolhi algumas das canções mais marcantes dos anos 70, claro que existem outras mil para se postar, mas estas são essenciais.

1. ABC — Jackson 5
Em 1970, o Jackson 5 já era uma grande aposta na Motown Records.

2. I’m Not In Love — 10cc
quando se está super apaixonado e não se quer admitir, essa é a história por trás de I’m Not In Love, música da banda britânica 10cc.

3. Dancing Queen — ABBA
O grupo sueco é simplesmente a banda que mais vendeu discos nos anos 70. Um hit é um hit! 

 4. Let’s Get It On — Marvin Gaye
Forte nome na música setentona, Marvin Gaye cresceu com um pai extremamente severo, que criou suas crianças para acreditarem que sexo era vergonhoso. Assim, a sensual Let’s Get It On representa uma rebeldia por parte de Gaye, que vai contra o que seu pai lhe ensinou. No entanto, a história do artista não acaba bem: em 1984, o cantor foi assassinado pelo próprio pai... 

5. YMCA — Village People
Um dos marcos na década de 70 foi a ascensão da música disco, pra botar todo mundo na pista de dança com passinhos inesquecíveis. A icônica YMCA, do Village People, se tornou rapidamente um hino gay nessa época. 

6. Killing Me Softly With His Song — Roberta Flack
Gravada originalmente por Lori Lieberman, em 1972, Killing Me Softly With His Song se tornou ainda mais icônica na voz de Roberta Flack, em 1973. Com uma letra marcante e vocais poderosos, a música rendeu dois Grammys para a artista. 

7. Le Freak — Chic 
No Ano Novo de 1977, Nile Rodgers e Bernard Edwards (da banda Chic) foram barrados na entrada do Studio 54, uma boate super famosa em Nova York. Bravos com o acontecimento, os músicos foram pra casa e compuseram Le Freak. A música acabou se tornando um hino das discotecas! 

8. Bridge Over Troubled Water — Simon & Garfunkel
Lançada em 1970, Bridge Over Troubled Water é uma das músicas mais famosas do duo Simon & Garfunkel. A música já adianta algumas das tensões que já rolavam entre Art Garfunkel e Paul Simon, que eventualmente levariam à separação da dupla.

9. Your Song — Elton John 
Em 1970, Elton John ainda não tinha se assumido homossexual. Apesar disso, Bernie Taupin, seu principal colaborador nas músicas, já sabia: por isso, compôs essa bela música com pronomes neutros. Assim, dá pra se declarar pra qualquer amor com Your Song, um grande sucesso da década:

10. I Will Survive — Gloria Gaynor
Quando Gloria Gaynor recebeu a proposta de cantar I Will Survive, percebeu que tinha um hit em mãos. Além disso, a cantora estava se recuperando de um acidente que a deixou seis meses em um hospital.

11. Have You Ever Seen The Rain? — Creedence Clearwater Revival
Creedence Clearwater Revival, que no auge da tensão entre membros lançou Have You Ever Seen The Rain?. 

12. Stairway To Heaven — Led Zeppelin
Os anos 70 contaram com movimentos psicodélicos no rock e muita música experimental. Um hino que representa perfeitamente esse clima é a sensacional Stairway To Heaven, do Led Zeppelin. 

13. Starman — David Bowie
Falar da década de 70 sem mencionar o David Bowie não dá! Starman, uma das maiores músicas do artista. Foi lançada no álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, um disco mega icônico. 

14. Walk On The Wild Side — Lou Reed
Um clássico do Lou Reed, Walk On The Wild Side está nesta lista não só por ser uma música famosa. É que, de acordo com Reed, ela fala das pessoas do movimento cultural que rolava em Nova York na época: cineastas, artistas e músicos conviviam na cena e viviam trocando figurinhas. É o caso do cineasta Andy Warhol com o artista Basquiat, por exemplo.

15. Superstition — Stevie Wonder
Superstition marca um momento muito interessante na carreira de Stevie Wonder e na black music. Depois do Movimento dos Direitos Civis dos anos 60, o soul e o funk começam a se tornar a forma predominante de expressão musical da comunidade negra. 

16. Another Brick In The Wall (part II) — Pink Floyd
Falou rock progressivo, falou Pink Floyd! Única música da banda que foi número 1 nas rádios, Another Brick In The Wall (part II) é parte do álbum The Wall (1979). O disco se tornou sinônimo da definição álbum conceitual, pela narrativa coesa e complexa que norteia as faixas. 

17. Dreams — Fleetwood Mac
O álbum Rumours, do Fleetwood Mac, tem uma história e tanto. Na época, o relacionamento dos cantores Stevie Nicks e Lindsey Buckingham estava chegando ao fim, a tecladista Christine McVie estava se divorciando do baixista, John McVie, e o baterista Mick Fleetwood também estava passando por uma separação. 

Como é normal na música, tempos turbulentos costumam trazer canções sensacionais, e esse é o caso de Dreams:

18. Night Fever —  Bee Gees 
Se tem uma música que é a cara da noite na década de 70, é Night Fever. A canção do Bee Gees foi composta para a trilha sonora do filme icônico Nos Embalos de Sábado a Noite, com o John Travolta. É só ouvir o falsete que dá pra imaginar Travolta na discoteca com um terno branco!

19. Let It Be — The Beatles
O último álbum da carreira dos Beatles, Let It Be, foi lançado em maio de 1970. A música que dá nome ao disco foi composta por Paul McCartney, depois de sonhar com sua mãe Mary (que havia falecido há 10 anos). No sonho, Paul estava tenso e sua mãe o acalmava, dizendo let it be (deixe estar).

20. Bohemian Rhapsody — Queen 
A ideia de juntar ópera com rock e compor uma faixa de 6 minutos para tocar nas rádios só poderia vir do Queen. O resultado não poderia ser melhor: Bohemian Rhapsody é considerada por muitos uma das melhores canções do século XX.

Os anos 70 tem zilhões de boa músicas, claro que não dá para por todas aqui, mas são algumas que não poderiam faltar... Lembrando que todos esses clássicos estão na programação Som Maior No Ar. 

Quer pedir uma música no Som Maior No Ar?  Peça pelo whatsapp 98834-0678

Tags: NoAr Anos 70

Max Everson
Por Max Everson 21/08/2019 - 10:34Atualizado em 21/08/2019 - 10:38

 

A morte do artista baiano completa 30 anos nesta quarta-feira, 21 de agosto de 2019. Ao sair de cena na cidade de São Paulo (SP), dias após lançar A panela do diabo (1989), álbum gravado com o discípulo Marcelo Nova, o Maluco Beleza já estava debilitado fisicamente e, justamente por conta dos problemas de saúde, já amargava declínio na trajetória artística, ainda que tenha gravado discos com regularidade de 1971 a 1989.

Só que, ao morrer, Raul Seixas deixou, além da obra original, uma ideologia. É por elas que o nome do cantor e compositor permanece envolvido em aura mitológica 30 anos após a morte de Raul.

Roqueiro brasileiro que idolatrava tanto o seminal Elvis Presley (1935 – 1977) quanto o patrício Luiz Gonzaga (1912 – 1989), rei da nação musical nordestina que curiosamente também saiu de cena em agosto de 1989, Raul Seixas deu identidade nacional ao rock, expondo afinidades do gênero com o baião, para citar somente um exemplo de alquimia sonora.

Não foi o primeiro a ter tal atitude, mas, no rastro do caminho tropicalista aberto pelo grupo Os Mutantes entre 1968 e 1972, Raul debutou sozinho no mercado fonográfico em 1973 com álbum solo que ousava cruzar o rock até com estilizado ponto afro-brasileiro na música Mosca na sopa (Raul Seixas, 1973).

De fato, o artista foi a mosca que pousou na sopa da entronizada MPB da década de 1970. Nesse álbum antológico de 1973, Krig-ha, bandolo! , Raul já iniciou a parceria com Paulo Coelho, conexão que deu o norte do quatro primeiros (e melhores) álbuns da discografia solo do cantor. Mas assinou sozinho Ouro de tolo, pedra mais preciosa do disco pelo jorro verborrágico de letra que, sem dar nomes aos bois, questionou a felicidade proporcionada pelo bens de consumo em plena era do alardeado milagre econômico brasileiro.

Raul Seixas foi politizado, metafísico, filósofo, idealista e irônico. Todas essas faces do complexo artista estão entranhadas em cancioneiro autoral que, a partir do álbum O dia em que a terra parou (1977), começou a soar mais irregular.

Ainda assim, os acertos eventuais – como Aluga-se (1980), corrosivo rock do álbum Abre-te Sésamo (1980), e como Cowboy fora da lei (1987), ambas músicas assinadas pelo compositor com o parceiro carioca Cláudio Roberto, também coautor do hino Maluco beleza (1977) – contribuíram para a idolatria em torno do nome de Raul Seixas, ainda em vida e sobretudo após a morte do artista.

Raul Seixas é tão lenda em 2019 que duas biografias – Raul Seixas – Por trás das canções e Raul Seixas – Não diga que a canção está perdida, escritas pelos jornalistas Carlos Minuano e Jotabê Medeiros, respectivamente – chegam ao mercado literário neste segundo semestre do ano para tentar jogar alguma nova luz sobre a vida e a obra do artista.

Atentos às histórias que vieram realimentando o culto ao cantor ao longo desses 30 anos, os seguidores de Raul Seixas ainda se renovam pelos canais da internet. O que talvez explique, em parte, a força da lenda.

Não tivesse morrido em 1989, Raul Seixas talvez tivesse tido a chance de festejar 74 anos de vida em 28 de junho de 2019. Idade inferior à do público que o cultua e que grita "Toca Raul!" nos shows de artistas de vários estilos. É por isso que, nesse caso, o clichê é verdadeiro: Raul Santos Seixas vive!

Por Mauro Ferreira

Max Everson
Por Max Everson 14/08/2019 - 15:17Atualizado em 14/08/2019 - 15:19

Além de tocar em Porto Alegre e São Paulo, banda de James Hetfield vai fazer sua estreia em Curitiba e Belo Horizonte. Esta será a décima vez do Metallica no Brasil.

Dia 21: Porto Alegre, Arena do Grêmio
Dia 23: Curitiba, Estádio Couto Pereira
Dia 25: São Paulo, Estádio do Morumbi
Dia 27: Belo Horizonte, Estádio Mineirão

 

Tags: NoAr Metallica

Max Everson
Por Max Everson 14/08/2019 - 14:49Atualizado em 14/08/2019 - 14:52

Antes de lançar o seu primeiro album solo, Eric Clapton já tinha história, tendo participado de grupos como “The Yardbirds”, “Cream” e “Blind Faith”.

 Clapton também já era chamado de “Deus” pelos admiradores de sua forma virtuosa de tocar guitarra. Seu primeiro álbum foi gravado com a participação de vários amigos, entre eles, Leon Russell e Stephen Stills. 

O disco traz canções autorais e regravações de canções como o single “After Midnight” (J.J. Cale), faixa que se tornou um dos grandes sucessos de Clapton.

 O disco traz uma mistura de ritmos que vão do Blues de “Bottle of Red Wine”, passeando em diversos momentos pela sonoridade da Black Music, até o Rock básico de “Blues Power”. O disco também traz o sucesso “Let It Rain”, segundo single do disco.

 

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