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Rubinho por mais quatro anos, Grêmio deixa escapar chance e Felipão em alta

Informações do esporte local, nacional e internacional
Marco Búrigo
Por Marco Búrigo 24/08/2018 - 13:30Atualizado em 24/08/2018 - 13:33

Agora é com Rubinho

Rubens Angelotti finalmente foi eleito presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF). Ele ficará até 2023. Alçado à presidente depois da morte de Delfim Pádua Peixoto Filho, o empresário criciumense contará com cinco vice-presidentes, sendo um deles o então presidente da LARM, Emerson Lodetti. Rubinho tem uma das premissas básicas, no trato com o futebol, que é a seriedade. A isenção com que trata as questões da Federação tem sido o segredo do sucesso até agora no “mandato tampão”. O novo período de gestão começa efetivamente em 12 de abril do ano que vem. Não temos duvida que será uma boa gestão, até porque Rubinho sabe ouvir as criticas e busca sempre o melhor para as agremiações.

Rubinho terá mais cinco anos à frente do futebol catarinense (Foto: Patrick Rodrigues)

Maior transparência

Uma das metas de Rubinho é formar uma comissão que também envolva clubes e ligas regionais para propor alterações estatutárias com vistas em maior transparência e democracia. Essas eram algumas das alegações da oposição durante o processo eleitoral.

Deixou escapar

O Grêmio deixou escapar a chance de colocar ainda mais fogo no Campeonato Brasileiro da Série A. O empate com o Cruzeiro nesta rodada freou o ânimo dos tricolores mais empolgados. Mesmo assim, o Grêmio ainda é um dos fortes candidatos ao título, já que pratica um futebol consistente, embora tenha oscilações naturais. O falta do volante Arthur no elenco já tem trazido consequências em termos de resultados. Mesmo assim, o Grêmio está no hall de candidatos ao título ao lado de São Paulo, Inter, Flamengo e Palmeiras.

Nem esquentam a cadeira

Esse troca-troca de treinadores e a instabilidade que vivem os profissionais deveriam ser pauta de discussões do futebol nacional. Algo precisa ser feito para melhorar essa questão. Eduardo Baptista, por exemplo, mal saiu do Coritiba e já soma duas derrotas no comando do Sport-PE. Claudinei Oliveira é outro que migrou do Sport-PE para o Paraná. Os clubes são os grandes culpados, mas alguns treinadores também ajudam a fomentar essa grande “dança das cadeiras”, que não faz nada bem ao futebol brasileiro.

Baptista iniciou a "B" com o Coxa, mas já comanda o Leão na "A" (Foto: Aldo Carneiro)

Destaque A Tribuna

São oito jogos sem tomar gols. O retrospecto de Felipão no Palmeiras é o melhor possível. Não poderia ter tido um começo melhor no Verdão. Vaga encaminhada as quartas-de-final da Copa Libertadores e semifinal da Copa do Brasil. Boa campanha no Brasileirão e a confiança lá no alto. A esquematização com quatro jogadores no meio-campo e um centroavante tem tudo para dar certo no Palestra. Felipão está calando a boca dos críticos de plantão. O mais difícil é apagar a imagem do 7 a 1.

Nota Zero

A notícia não poderia ser pior para o Internacional. A Justiça revogou a liminar e Guerrero não joga mais na temporada 2018. O atacante terá que cumprir suspensão no restante de 2018. Isso frustra a torcida colorada, que já tinha comprado milhares de camisas com o número 79, que seria usado por Guerrero, em alusão ao tricampeonato nacional do Inter na década de 70.

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