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Grizzo "cumpre tabela", mas Tigre já está de olho em novo treinador

Marco Búrigo
Por Marco Búrigo 16/11/2017 - 10:34Atualizado em 16/11/2017 - 10:41

Muita calma nessa hora

As especulações já começam a rondar o Majestoso. A pauta da vez é o novo técnico para 2018. Os nomes de Hemerson Maria e Roberto Cavalo são os especulados do momento. O cargo de diretor-executivo de futebol também está vago. Emerson Almeida não adquiriu a experiência necessária para tocar o futebol sozinho e precisará de alguém mais rodado junto dele. O fato é que o Tigre precisa se reinventar. Não pode errar tanto em 2018. Foi salvo por detalhes em 2017. Pode ser que não tenha a mesma sorte no ano que vem. Por tudo isso, o presidente Jaime Dal Farra precisa ter calma e não meter os pés pelas mãos. 

Tigre carente no futebol

O Criciúma precisa de pessoas que entendam de futebol e com “carta branca”. O Tigre necessita de um diretor competente e que acima de tudo seja sério. A lisura também precisa entrar no contexto na hora da escolha do novo profissional. Com o diretor chegando e tendo autonomia, o presidente já poderá discutir com tranquilidade quem deverá ser o novo técnico.

Entre Hemerson Maria e Cavalo...

Não vou ficar em cima do muro. Se fosse para opinar sobre o melhor nome para o Criciúma, entre o técnico Hemerson Maria e Roberto Cavalo, eu ficaria com o atual comandante do Vila Nova-GO. Cavalo teve uma saída muito conturbada em 2016 e Maria teoricamente pode ter um ambiente melhor para trabalhar. Mas quem decide lá dentro é o presidente Jaime Dal Farra. Por isso, a necessidade dele se cercar de profissionais gabaritados para fazer uma escolha tão importante.

Chance da carreira

Grizzo é um profissional muito querido no Criciúma Esporte Clube. Tem uma história linda no Majestoso. Para muitos foi o melhor jogador da história do clube. Injustiçado como quase todo ídolo. Agora como técnico terá uma grande oportunidade na carreira. Mesmo apenas para cumprir tabela, treinar o Tigre em dois jogos oficiais é algo de muita responsabilidade. Acredito que Grizzo deva usar bastante as categorias de base nessa curta passagem.

Grizzo comandará o Tigre na reta final da Série B (Foto: Criciúma EC)

Campanha ruim

Beto Campos comandou o Criciúma em 12 jogos. Ganhou somente três, empatou quatro e perdeu cinco. Definitivamente a troca de técnico não foi a melhor escolha. O problema do Criciúma foi a qualidade do elenco. É bem provável que mesmo com Luiz Carlos Winck o Tigre também não conquistasse o acesso. Mas os dirigentes no Brasil tem a velha mania de por a culpa nos treinadores.

Destaque A Tribuna

Os torcedores do Criciúma que foram ao Heriberto Hulse acompanhar o jogo contra o Náutico-PE merecem um prêmio. Foram 1.465 apaixonados pelo Tigre, que não merecem mais uma temporada ruim em 2018. Dal Farra pode dar uma cartada certa e trazer o torcedor de volta ao Majestoso, antes mesmo do início das competições no ano que vem. Para isso acontecer, terá que reforçar o departamento de futebol e a área técnica.

Nota Zero

Será que nos enganamos tanto com o atacante Caio Rangel no começo do ano? Aquelas boas atuações vieram realmente pela qualidade ruim dos adversários? Parece que sim. No Catarinense é uma história. Na Série B é outra. Mesmo assim, Caio Rangel não conseguiu desempenhar o mínimo que justificasse uma permanência em 2018. Teve a novela do novo contrato que o afastou dos gramados por um tempo, mas nada justifica tamanha apatia nessa reta final. Pode ser que a cabeça esteja mesmo no Cruzeiro.

4oito

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