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Erros e acertos no "mandato tampão" de Rubens Angelotti na FCF

Marco Búrigo
Por Marco Búrigo 26/04/2018 - 23:17Atualizado em 26/04/2018 - 23:27

Com a impugnação da chapa de oposição, o caminho está livre para Rubens Angelotti na Federação Catarinense de Futebol (FCF). A eleição está marcada para segunda-feira, em Balneário Camboriú. As Ligas e os clubes votam. Rubinho tem imensa maioria. Mesmo assim a vitória não pode ser comemorada antes do tempo, afinal o advogado Alexandre Monguilhott, ainda buscará via Justiça Comum uma anulação da eleição por supostas irregularidades na condução do processo. É bom lembrar que somente quatro clubes e nenhuma das 11 ligas apoiam Manguilhott.

Angelotti estava com "mandato tampão" desde a morte de Delfim Pádua Peixoto Filho (Foto: Marco Búrigo)

Angelotti já fez um “gol de placa”, quando acabou com a possibilidade daqueles mandatos intermináveis, ao melhor estilo Delfim Pádua Peixoto Filho. Mas também deixou escapar um contrato com o Premier. Os torcedores ficaram órfãos das transmissões na TV, embora a ideia do FCPlay seja bastante interessante, mas também necessite de um aprimoramento. Houve também o “questionável” apoio a Rogério Caboclo, o fantoche de Marco Pollo Del Nero, que é uma das maiores vergonhas do futebol sul-americano.  

Marco Polo Del Nero e Rogério Caboclo trabalham em conjunto na CBF  (Foto: Lucas Figueiredo)

Para o bem do futebol catarinense, espera-se que o presidente Rubinho tenha amadurecido no cargo, durante os 17 meses de "mandato tampão", e que sempre busque o melhor para os clubes e Ligas.

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