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Futebol de terror no Espírito Santo

João Nassif
Por João Nassif 19/03/2021 - 06:00Atualizado em 19/03/2021 - 08:11

Quem acompanhou o jogo de ontem deve ter pensado que o Marília é um time em extinção. Fazia tempo que eu não via algo tão horroroso numa equipe que não conseguia acertar passes laterais de dois metros, que tentava uma bola vertical e entregava nos pés dos jogadores do Criciúma, passes sem coordenação para fora do campo, e por aí vai. Podem imaginar qualquer situação de calamidade técnica e ainda será pouco pelo visto ontem no Espírito Santo.

E agora? O que dizer do Criciúma. Tem nível um pouco melhor, mostrou uma estratégia de jogo que priorizou em todos os momentos o setor defensivo para garantir o empate e a classificação. 

Foi de uma covardia exemplar na parte final do jogo quando permitiu que o Marília fizesse a pressão desesperada para conquistar a vaga. O técnico Hemerson Maria que me desculpe, mas ficar retrancado contra este tipo de adversário é inconcebível. Mesmo com todo espaço para pressionar o Marília foi totalmente impotente para ameaçar o empate que o Criciúma defendeu com muita galhardia.

Se o Marília é vice-líder da A-3 paulista fico imaginando o resto. O Criciúma de novo sem fazer gols, é o terceiro jogo seguido na temporada e mostrou ontem porque é o lanterna do campeonato catarinense.

Mas, classificou e garantiu mais de R$ 1,2 milhões de cota e agora espera pelo calendário marcar o jogo contra a Ponte Preta pela segunda fase da Copa do Brasil. Afinal era o que interessava no momento.
 

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