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Os sete anos da última taça do Tigre

Denis Luciano
Por Denis Luciano 19/05/2020 - 08:57Atualizado em 19/05/2020 - 09:01

A sede por uma taça era tão grande que a torcida tricolor invadiu Chapecó. De carro, de ônibus e até de avião, o que não faltou foi torcedor do Tigre naquela tarde de 19 de maio de 2013, um domingo, na casa da Chapecoense. O Indio Condá lotou para ver aquele Chapecoense 1 x 0 Criciúma. Ainda assim, a festa foi tricolor, com o Tigre levantando a taça já que, na primeira partida da final, havia vencido por 2 a 0 no Heriberto Hülse.

Era o coroar de uma expectativa que já vinha positiva para aquele Estadual. É que, no fim do ano anterior, o Criciúma havia comemorado o acesso à Série A. A gestão Antenor Angeloni vivia seu estado de graça, o Tigre se aprontava para voltar a disputar uma Série A e, de quebra, faturava o título estadual - entrou favorito na competição - que não ganhava desde 2005. Foi a décima conquista de Campeonato Catarinense que veio para o Criciúma.

Esse título, o último conquistado pelo Criciúma, teve a liderança do técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão. O Tigre jogou e sagrou-se campeão com Bruno, Sueliton, Matheus Ferraz, Ewerton Páscoa e Marlon, Amaral, Elton e Ivo (João Vitor), Lins (Gilson), Marcel e Fabinho (Tartá). Depois do jogo, uma festa inesquecível. O retorno festivo com a delegação chegando na manhã de segunda-feira, sendo recebida por milhares de torcedores nas ruas.

A conquista daquele Catarinense veio depois de 22 jogos, com dez vitórias, cinco empates e sete derrotas, 47 gols marcados e 26 sofridos.

Naquela mesma temporada o Criciúma foi à terceira fase da Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Salgueiro, e jogou a Copa Sul Americana, caindo na primeira fase ante a Ponte Preta. E na Série A, brigando para não cair, conseguiu se manter, fechando a disputa em décimo quarto lugar com 46 pontos, à frente da dupla Fla-Flu, que escapou, e dos rebaixados Portuguesa, Vasco, Ponte Preta e Náutico.

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