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O que Lages fez para voltar o transporte coletivo

É um retorno parcial. A CDL fretou ônibus e colocou ao dispor dos funcionários das associadas
Denis Luciano
Por Denis Luciano 13/05/2020 - 17:06Atualizado em 13/05/2020 - 17:07

Lages conseguiu o que Criciúma ainda não conseguiu: a volta do transporte coletivo. Ao menos parcialmente. Se não para toda a população, como antes da pandemia de Covid-19, ao menos um segmento importante está usufruindo, de forma diferenciada, do serviço.

A CDL fretou ônibus da empresa Transul, a única que opera o serviço público na cidade, e efetua com eles o deslocamento dos trabalhadores das suas associadas. Tudo diante das rígidas normas contra a Covid-19, com distanciamento, máscara obrigatória e álcool gel por toda a parte. Só podem viajar passageiros sentados, e no máximo 32 por veículo. Tudo isso aos moldes daquele decreto que a prefeitura de Criciúma chegou a fazer para reger o sistema quando do retorno por aqui.

Em Lages, a CDL cadastrou todos os usuários e somente eles embarcam nos ônibus, tudo sob fiscalização dos motoristas e cobradores. Quem não está na lista da CDL, não entra nem viaja. E as "linhas" cumprem horários fixos, cinco por dia, três pela manhã e dois no fim da tarde. E com partida e chegada não no terminal de ônibus, mas em um terreno próximo, também no Centro. São servidos com o serviço temporário os bairros mais distantes.

Em Criciúma, consultamos a presidente da CDL a respeito. Andrea Salvalaggio contou que, para cá, é inviável um sistema desse "por uma série de variáveis". 

Logo, a expectativa está depositada nas próximas horas. É que vem com força de Florianópolis a informação de que o governador Carlos Moisés pode anunciar a flexibilização, ao menos parcial, do transporte coletivo.

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