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Kleina tem acessos por Palmeiras e Ponte Preta

Treinador conta com 20 clubes no currículo e uma trajetória de bons resultados. Inclusive no Criciúma
Denis Luciano
Por Denis Luciano 13/03/2019 - 13:50Atualizado em 13/03/2019 - 13:53

Gilson Kleina tem um histórico de 41 jogos pelo Criciúma, entre maio de 2003 e fevereiro de 2004. O Tigre foi o terceiro clube da carreira do treinador, que antes havia trabalhado no Vila Nova de Goiás e no Iraty, do Paraná. Mais de uma década e meia e outros 17 clubes depois, Kleina retorna para encarar o tricolor em uma fase difícil.

E, ao que tudo indica, o técnico chega com moral. Vem como, provavelmente, o mais elevado investimento do Criciúma da era Dal Farra em um treinador. Em uma lista grande de 2015 para cá, que começou com Roberto Cavalo e passou por Deivid, Luiz Carlos Winck, Beto Campos, Lisca, Argel Fucks, Mazola Júnior e Doriva.

E Kleina acerta no mesmo dia em que o clube encerrou o vínculo com Ricardo Rocha, até então assessor de futebol da presidência. Logo, está claro que o diretor executivo de futebol João Carlos Maringá "chegou, chegando".

Kleina teve experiências como assistente técnico entre 2000 e 2001 no Coritiba, Olympique de Marselha da França e Atlético (MG). Seu primeiro time como técnico efetivo foi o Vila Nova goiano, em 2001. Voltou a ser auxiliar em 2002, no Botafogo, e depois engatou a vida autônoma de treinador, a partir do Iraty paranaense em 2002 e chegando ao Criciúma em 2003.

Pegou o time no Campeonato Brasileiro da Série A na décima rodada, após a queda de Edson Gaúcho que, em nove jogos no Nacional, computava duas vitórias, três empates e quatro derrotas. Caiu em um empate, 1 a 1 diante do Vitória no Heriberto Hülse. Veio Kleina que estreou em 25 de maio daquele 2003, vencendo o Goiás por 2 a 0 fora de casa. No primeiro jogo no HH, em 8 de junho, ganhou do Internacional, 1 a 0. Fechou aquele Brasileirão com um honroso 14º lugar com 60 pontos, à frente de times como Corinthians, Vitória, Vasco, Juventude, Fluminense e Grêmio.

Kleina no Criciúma

41 jogos

17 vitórias

8 empates

16 derrotas

47,9% de aproveitamento

Em 2004 começou o Campeonato Catarinense, pelo qual fez apenas seis jogos despedindo-se em 18 de fevereiro, em um 1 a 1 diante do Avaí no Heriberto Hülse. Do Tigre migrou para o Paraná, clube que acabou comandando três vezes. Depois, rodou por Caldense (MG), Cianorte (PR), Paysandu, Coruripe (AL), Gama, Ipatinga (duas vezes), Caxias, Duque de Caxias (RJ, duas vezes), Boavista (RJ), Ponte Preta (três vezes), Palmeiras, Bahia, Avaí, Coritiba, Goiás e Chapecoense.

Em 2011, subiu a Ponte Preta para a Série A do Brasileiro. No ano seguinte, foi semifinalista do Paulistão pelo mesmo time. Em setembro de 2012 fechou com o Palmeiras, para tentar evitar o rebaixamento. Não conseguiu. Encarou 2013 e ganhou a Série B pelo alviverde paulista. Deixou o clube em maio de 2014, quando ganhava por produtividade. Chegou ao Avaí em 2015, no qual trabalhou de março a novembro. Salvou o Goiás de uma queda à Série C em 2016 e trabalhou na Chapecoense de outubro de 2017 a agosto de 2018.

O anúncio oficial da contratação de Gilson Kleina saiu faz poucos minutos.

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