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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Débora Zanini 10/08/2022 - 08:00

Homens, não leiam... se já começaram a ler, parem imediatamente!!!

O assunto aqui é entre mulheres. Então, deem licença, por favor...

Agora que estamos sozinhas colegas, vamos conversar um pouco sobre relacionamentos... ô negocinho difícil, não?

Andei vendo uma entrevista da cantora Anitta sobre o tema e passei a refletir.

Falem o que quiser da Anitta Bonita, mas ninguém pode negar que a moça é mesmo um furacão.

Nascida sob o signo de Áries (só podia), ela é determinada, focada, corajosa, independente, e sabe o que quer.

Nessa citada entrevista, ela comentou que se apaixona fácil, mas também desapaixona com a mesma facilidade, quando o negócio não flui. E, ainda, falou que gosta de ficar amiga dos “ex”. Bom, até aí, tudo bem... Típico do signo, pra quem acredita.

Mas o que me chamou mais atenção foi o fato de Anitta indicar seus ex-namorados para as amigas. Olhem o que ela disse: “Eu sou amiga de todos os ex. Ligo para as minhas amigas e indico. Falo: fica com esse que é mara...”

Achei bem curioso esse posicionamento. Eu, particularmente, não sou tão “moderna”....

De toda forma, não há como duvidar que a Anitta sabe mesmo praticar a sororidade. Deveríamos aprender também, guardadas as devidas proporções.

Partindo dessa premissa, eu comecei a pensar que deveria existir uma espécie de “Central de Informações” para que nós, mulheres, pudéssemos obter “referências” do pretendente que estamos prestes a nos envolver. Um sistema simples, alimentado com os dados do cidadão, onde as colegas poderiam acessar facilmente e saber o que o futuro lhes reserva.

A lógica é clara: ora, se para contratar alguém para sua empresa, ou residência, é comum o contratante obter referências do contratado em seus empregos anteriores, com muito mais razão é necessário saber os antecedentes do candidato à vaga do seu coração, não é mesmo?

Só que, salvo raras exceções, nenhuma mulher vai entrar em contato com a “ex” da criatura, para saber o que aconteceu...  Por isso, a ideia da “Central de Informações” é boa, não?

Enfim, brincadeiras e divagações à parte, a mensagem que quero deixar é a necessidade de união e apoio entre as mulheres. Sem rivalidade, inveja, fofocas...

E mais: “Seja a mulher que ajeita a coroa de outra, sem dizer ao mundo que estava torta”.

E vocês, queridas leitoras (e leitores, se algum homem desobedeceu e continuou no texto), o que acham disso? Contem pra nós!
Abraços e até semana que vem.

Por Débora Zanini 03/08/2022 - 08:00

O Caio Castro deu uma entrevista na última semana, cujas declarações causaram furor na internet.

As opiniões se dividiram: uma turma “cancelando” o artista, e a outra turma achando que o barulho foi desnecessário.

Tudo porque foi ele muito infeliz ao declarar que fica “incomodado com a obrigação de pagar a conta em um restaurante para uma mulher, de ter que sustentar” (palavras dele).

Pois bem.

Penso que a questão passa, primordialmente, por uma regra básica de etiqueta: quem convida, paga a conta.

E mais: deve-se ponderar a situação financeira das partes.

Exemplo: Vamos imaginar que o Tom Cruise me convidou para sair (sim, sonhar é permitido, colegas). E me levou para um lugar super bacana e caro... 

Quem vai pagar? O astro de Top Gun, obviamente... Primeiro, porque ele me convidou...Segundo, porque ele me levou a um lugar caríssimo. Logo, não é justo que eu gaste uma parcela significativa do meu salário para arcar com essa despesa, para cujo evento eu fui convidada e não dei causa. Fácil de resolver, não?

Dito isso, voltemos ao mundo real e à polêmica do Caio Chato Castro.

Penso que ninguém é obrigado a nada. O homem não é obrigado a pagar a conta, é verdade. No entanto, em um primeiro encontro, quando o casal está se conhecendo, é de muito bom tom o homem pagar sim a conta do restaurante, se ele convidou. É uma questão de gentileza, de educação, de cavalheirismo. Não tem nada a ver com machismo ou feminismo.

E a mulher, o que faz nesse primeiro encontro?  Ela pode se oferecer para dividir a conta e daí analisar a conduta do pretendente e então tirar suas próprias conclusões, se investe ou não no relacionamento, a depender do comportamento do cidadão. É uma opção....

E depois, se a relação continuar e vierem novos encontros? O que fazer?

Bom, se a relação amorosa continuar e a mulher for independente, ambas as partes tendo situações financeiras sem muita disparidade, penso que deve haver os “combinados”. E, nesses “combinados”, não há mal algum na divisão de despesas, desde que haja bom senso. 

Aliás, já diz o ditado: “o que é combinado não sai caro”.

Enfim, é tudo tão simples... As pessoas é que complicam.

E você, querido leitor, qual a sua opinião? Conta pra nós.

Abraços e até semana que vem. 

Por Débora Zanini 27/07/2022 - 13:09 Atualizado em 27/07/2022 - 14:36

Não assisti à primeira versão, sucesso da Rede Manchete, nos idos anos de 1990. No entanto, estou adorando esse remake da TV Globo.

Sempre que posso, dou uma espiadinha...

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Além das paisagens paradisíacas, gosto de ver a moça que vira onça, o “véio” que se transforma em cobra, as “modas” de viola, o rapaz que fez pacto com o diabo, o pessoal da cidade que foi morar na fazenda, os peões, o fazendeiro milionário que perdeu de vista quanto gado possui e seu vizinho fazendeiro invejoso, a muda que sabe falar, a sabedoria e a bondade da Filó, dentre tantos outros personagens icônicos e intrigantes.

Mas a campeã é mesmo a JUMA. Ela é linda mesmo vestida de trapos, inteligente e sábia sem qualquer estudo, autêntica... Corajosa, altiva, independente, sem rodeios....

Ela é o que é, sem estratagemas... não importa o que pensem dela...

Se ela gosta de alguém, ela gosta... e fala... mas se não gosta, fala também.

Ela ama apaixonadamente, mas não perde a sua essência.

Adorei uma cena emblemática, em que ela disparou para o JOVE, seu par romântico na trama: “Não sei se quero, mas também não sei se não quero”.

Achei a frase perfeita e passei a refletir sobre quantas vezes nós, meros mortais, enfrentamos esse dilema: não sabemos se queremos...mas também não sabemos se NÃO queremos.

E isso vale para tudo: carreira, amor, relacionamentos, amizades, filhos, família...

Vez por outra, o Universo conspira em nosso favor (pensemos que é a favor) e nos coloca na posição de decidir sobre assuntos importantes de nossas vidas, verdadeiras encruzilhadas.

E daí cabe a cada um de nós resolver se saímos ou não da zona de conforto, decidindo ou pelo SIM, ou pelo NÃO. Ou se deixamos o medo sobressair e nada decidimos, o que também é uma opção. Só não sei se é a melhor.

Mas a questão é: como resolver? Como saber qual é a melhor decisão? Como resolver esse dilema? Querer ou não querer?

Eu não sei, gostaria muito de saber. Aliás, é a resposta de milhões....

Se você sabe a resposta, querido leitor, conta aqui pra nós...

Grande abraço e até semana que vem!
 

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