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Machos alfa

Por Débora Zanini 25/01/2023 - 08:00 Atualizado em 25/01/2023 - 08:18

Queridos leitores!!

Hoje vou falar sobre uma nova série da Netflix – MACHOS ALFA – que eu maratonei nesse último final de semana.

É uma comédia espanhola muito engraçada que conta a história de quatro amigos quarentões em crise – Pedro, Santi, Raul e Luis.

Pedro é um alto executivo de uma importante emissora de TV e é demitido pelos conteúdos machistas que passou a exibir na tela, sendo substituído por uma mulher.

Orgulhoso demais para aceitar um cargo menor na mesma emissora – e ser chefiado pela mulher que tomou o seu lugar -, fica desempregado e passa a depender de sua namorada, uma influencer em ascensão, o que lhe causa vergonha e desconforto, por não ser mais o “provedor” da casa.

Santi, avaliador de imóveis, é divorciado há anos, mas continua apaixonado pela ex-mulher. Sua filha de 16 anos mora com ele e gerencia sua vida amorosa, pelo Tinder.

Raul é proprietário de um restaurante e costuma trair sua linda namorada advogada com a esposa de seu sócio. E, quando sua namorada propõe uma “relação aberta”, ele fica surpreso.

Luis é policial municipal e vive um casamento fracassado, que desmorona quando ele descobre a traição da esposa com o personal trainer.

Assumidamente machistas e depois de muitas peripécias, os quatro amigos iniciam um curso para desconstruir essa imagem patriarcal e tentar se adequar à nova realidade, em que as mulheres estão mais seguras, confiantes e empoderadas.

No entanto, Pedro (que estava desempregado), se rebela contra as aulas e cria um outro curso: “Como se tornar um Macho Alfa”, por entender que as mulheres não gostam de homens compreensivos e gentis, classificando-os como “fracos”.

Acho que eu já dei muito spoiler, não é mesmo? Melhor parar por aqui...

De toda sorte, preparem-se para dar boas risadas.

A trama é engraçadíssima, e traz reflexões sobre a masculidade tóxica, deixando uma importante lição ao final da primeira temporada:

“Renunciar à agressividade, reconhecer as vulnerabilidades, saber perdoar, dedicar-se a cuidar dos filhos ou das tarefas domésticas não os fazem “menos homens”. Aliás, o novo homem pode e deve ser dual: firme, mas sensível; viril, mas terno”.

E vocês queridos leitores? Concordam? Contem pra nós!!

Abraços e até semana que vem!!

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