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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Por Débora Zanini 14/09/2022 - 07:00

A pauta de hoje é para as mulheres. E foi sugestão de uma amiga maravilhosa, querida e linda como uma fada.

Eis a reflexão:

“Ser fiel ao ficante é ser fiel a você mesma? Ou é não reconhecer o seu devido valor?”  

E eu achei a questão bem interessante...

No ponto, vamos definir primeiro os “tipos de ficantes”, para melhor discorrer a respeito.

Pois bem.

Tem aquele que você “fica” de vez em quando. Vocês não têm conexão emocional, gostam da companhia um do outro, é tudo bem divertido, mas é só isso.

É a antiga “amizade colorida”, lembram?

Nesses casos, há um acordo tácito de não fidelidade, pois não há apego. Logo, você não tem o dever de ser fiel e está tudo bem, para ambos. Pois ninguém vai se machucar.  Tudo certo então.

Mas há outro tipo (de ficante). E o problema reside aí.

É quando vocês estão ficando há 2 meses, 3 meses ou mais. Existe uma história.  Vocês saem com frequência, suas amigas e os amigos dele sabem que vocês são um casal. 

Há conexão amorosa, as conversas são ótimas, vocês formam uma boa dupla, têm muitas coisas em comum, tudo parece perfeito. Você quer continuar. Ocorre, contudo, que ele não te assume e não se compromete.

E, você, por gostar dele e pensar (só pensar) que o sentimento é recíproco, mantém a fidelidade. Fica apenas com esse homem, pois tudo indica que a situação vai evoluir em seu favor.

Ledo engano, minha amiga. Se vocês ficam há algum tempo e a criatura não quer compromisso e não te prioriza, ele não gosta de você e está sim conversando com outras mulheres. Ele não está sendo fiel, tenha essa certeza.

E para comprovar isso, o Universo vem e te mostra a verdade. Do nada, alguém te conta, ou você vê uma postagem, com todas as letras, imagens e cores, sugerindo que ele está com outra pessoa. Ou seja, o cidadão não teve consideração nem respeito por você, sequer te preservou. Reconhece isso, amiga?

É a vida te dando um soco na cara. E você vai a nocaute.

O que fazer quando isso acontece? Deixar de ser fiel a ele, provocar ciúmes, mandar textão? 

NÃO, NÃO E NÃO.

Ainda que você não tenha descoberto qualquer traição por parte do ficante, o simples fato de ele não querer nada sério com você e não te tratar como prioridade, exige um posicionamento seu.

Você não pode se diminuir para caber numa situação pequena e mesquinha. Não pode aceitar pouco e se humilhar. 

Você precisa ser FIEL A VOCÊ MESMA, À SUA VERDADE, AO QUE VOCÊ QUER. E você não quer perder tempo, aceitando ser a segunda, terceira ou quarta opção na vida de alguém.

Então, diante disso, você pode simplesmente se afastar e não dizer nada.

Ou você pode conversar com a pessoa, de forma elegante, fazendo jus à mulher fina, forte e poderosa que você é, dizendo que vocês querem coisas diferentes e que seus desejos não estão alinhados. E agradecer pelo crescimento pessoal que a experiência te trouxe. Sem joguinhos. Só encerrando a história. Colocando um ponto final.

Feito isso, é virar a página e seguir em frente.

O Universo vai entender que você é uma mulher de alto valor (e você é mesmo) e vai trazer alguém muito melhor, alguém que valorize a reciprocidade e o respeito. Vai trazer um homem de verdade.

Porque, minha amiga, você merece alguém que te ame, que te dê prioridade, que te respeite, que tenha orgulho de você e te coloque no topo.

E lembre-se: “Você não é uma opção. Você é um privilégio. E quem não te viu assim, sinto muito, sinto mesmo. Uma pena. Ele não sabe o que perdeu”.

Concordam? Contem pra nós!

Abraços e até semana que vem.
 

Por Débora Zanini 07/09/2022 - 07:00

A pauta de hoje foi definida por um leitor. E eu achei ótima...

Sugeriu ele: “Tempo de Recomeçar: Como detectar os sinais de que nossas escolhas não estão nos fazendo felizes? Existe cedo, ou tarde demais, para recomeçar?”

Hum, tema complexo, não?

Particularmente, penso que sempre é possível recomeçar, por mais longe que você tenha ido. E isso vale para todas as questões da vida: família, amizades, trabalho, amores...

Obviamente, nem todos os recomeços são voluntários. Alguns são forçados por situações adversas.

Por exemplo: uma ruptura amorosa que você não deu causa ou a perda de um trabalho.

Nesses casos, eu acho até mais fácil, porque você será obrigado a reagir, a se reinventar, a mudar, a recomeçar.... o reinício é obrigatório, seguir em frente é uma condição para se manter vivo.

E, na maioria das vezes, algo melhor virá, pois o Universo é sábio e sempre vai conspirar para o seu crescimento pessoal, ainda que naquele momento tudo pareça estar desabando. Eu acredito firmemente nisso.

Então, o grande problema que eu vejo é o recomeço voluntário, por livre e espontânea vontade.

Como saber se é hora de sair da zona de conforto, de arriscar-se, de ter outra vida, de experimentar o novo?

Partindo dessa premissa, vamos pensar em relacionamentos. Relacionamentos amorosos, que é o que todos queremos, em alguma fase da vida. Então, quando recomeçar e buscar a felicidade no amor?

E, no ponto, é claro que existem relacionamentos, novos e antigos, cuja chama da paixão permanece acesa, em que o amor é vívido, intenso e resplandecente.... Para esses, esse texto não se aplica.

Estamos analisando outro tipo de relacionamento. Aquele que é conveniente, confortável e seguro. Que supre as suas necessidades.  Aquele que não é bom...mas também não é ruim...

Ora, você conhece a pessoa, está acostumado com ela. Não existe arroubos de paixão, nem muito amor, mas também não há sofrimento... Está tudo bem, vocês são companheiros, têm amigos em comum, você é “mais ou menos” feliz...pelo menos não é triste... e tudo certo... Daí você se conforma, porque lá fora é bem pior...

Será mesmo? Será que está tudo bem em aceitar o “mais ou menos”?

Obviamente, tudo depende da personalidade (e desejo) de cada um. 

Há quem prefira o conforto dessa vida previsível, sem riscos, nem surpresas más (boas também não). 

Há, porém, quem queira mais.

Desse modo, acredito que a chave para saber se é hora de mudanças, é identificar o que você deseja

Assim, acaso você deseje viver outra situação, a questão é ter coragem para mudar.

E aí está o pulo do gato: CORAGEM.  E a coragem é guiada pelo desejo que está em seu coração. Ou seja, é uma ação levada pelo coração. Não é uma ação levada pela razão. 

Por isso é tão difícil, para alguns até impossível, pois o desejo de mudança deve estar acima da razão. E desafiar a razão é muito perigoso, eu sei... Nem vou enumerar os riscos decorrentes dessa decisão... 

Enfim, sabemos que não é confortável recomeçar. Mas uma coisa é certa: você vai viver....

Por isso, se é o que você quer, vá... e vá sem medo... ou vá com medo mesmo...Tanto faz. Mas tenha responsabilidade sobre seus atos.

Aliás, já dizia Nelson Mandela: “A coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele”.

Concordam? Contem pra nós!

Abraços e até semana que vem.
 

Por Débora Zanini 31/08/2022 - 07:00 Atualizado em 31/08/2022 - 18:35

Aceitar migalhas!! Será que devemos nos sujeitar a tamanha humilhação?

Nas minhas pesquisas semanais, esse foi um assunto bem evidenciado, tanto por homens, quanto por mulheres.

E, como vocês já sabem, eu adoro quando posso escrever sobre temas tão espinhosos e reflexivos.

Então, vamos lá:

Você está mendigando amor e atenção? O seu (sua) crush/namorado (a)/ficante não manda mensagem? Não te convida para sair? Não fala com você? Você não é prioridade na vida dessa pessoa? Você tem que fazer um esforço hercúleo para chamar a atenção da criatura e receber uma gotinha de “amor”? A pessoa some? Você é apenas um contatinho?...

Não tenho dúvidas que esse tipo de relacionamento é tóxico, faz mal, destrói a autoestima e o amor próprio, entristece, rouba a nossa dignidade, tira o foco dos nossos projetos.

Por isso, os especialistas dão uma dica preciosa: faça uma lista dos pontos positivos e dos pontos negativos que esse relacionamento está te acrescentando. Se a lista de dores for maior, por que você está aceitando isso?

Minha amiga, meu amigo.... Eu sei, atire a primeira pedra quem nunca aceitou menos do que merecia. Todos nós, em alguma altura da vida, seja na adolescência, ou na fase adulta, já passamos por esses “perrengues” amorosos. Mas agora chega!!

É como um vício em drogas. Você sabe que faz mal, mas anseia por isso. Daí, se humilha e mendiga atenção. E depois vem a tristeza e o vazio.

Com a paixão é a mesma coisa. Até porque é ela (a paixão) comparada a um vício, um vício avassalador, quando não é correspondida. Então, você vai sofrer e sentir os sintomas da abstinência, da crise de desintoxicação, até chegar à recuperação. É difícil, mas é possível, seja forte...

Ora, pense: se você tem que pedir para a pessoa passar mensagem ou telefonar, implorar para ela se importar com você, ou para te dar atenção, é porque não vale a pena.

Não insista mais. O amor se preocupa, quer saber como você está, te valoriza, lembra de você, compartilha a vida, te prioriza. O amor desperta a grandiosidade, traz felicidade.

Assim, não aceite nada que te diminua. Essa pessoa que te faz sofrer não te merece, tenha certeza disso.

Por isso, feche esse ciclo. Coloque um ponto final. E fique atento (a) aos sinais que o Universo está te dando. Solte o que a vida está te mandando soltar. Aguente firme e se cure. Siga em frente.

Fique livre do velho, para receber o novo. Algo melhor virá. E você vai olhar para trás e achar ridículo ter sofrido por alguém tão insignificante.

E, quando finalmente você estiver curado (a), daí sim, vai aparecer alguém que te ame, que te mereça, que queira estar com você. Vai surgir quem você estava esperando, porque ele (a) também estava te procurando. Eu acredito firmemente nisso.

E lembre-se: “Uma pessoa que te valoriza de verdade nunca se colocaria na posição de te perder”.

Concordam? Contem pra nós!

Abraços e até semana que vem.

 

Por Débora Zanini 24/08/2022 - 07:00

A reflexão, novamente, é sobre relacionamentos...

Nas pesquisas semanais para definir a pauta, são eles (os relacionamentos) os primeiros da lista.

Hoje vamos falar sobre jogos. Os famosos joguinhos sentimentais, que eu tanto abomino.

Honestamente, não tenho paciência... Acho ridículo.

Mas sou uma exceção... Pelo que eu tenho visto por aí, o povo adora jogar...

Então, vou explicar melhor.

Pois bem.

Estava eu navegando pela internet e me deparei com vários “gurus sentimentais”, bem famosos até. Alguns com milhões de seguidores, uma verdadeira legião de fãs.

Uns ensinando as mulheres. E, outros, ensinando os homens.

Parei para ver. E me diverti muito, podem acreditar...

Os especialistas em conquistas trazendo dicas de: 1)“como fazer o homem ficar doente de amor”; 2) “como dar o desprezo na medida certa”; 3) “não ceda na relação”; 4) “não deixe a mulher te manipular”; 5) “reaja dessa maneira e ela virá rastejando”; 6) “o que faz um homem te procurar novamente”; 7) “faça ele ou ela correr atrás de você”... e assim por diante... inúmeras possibilidades e dicas infinitas...

No entanto, as receitas eram todas muito parecidas, a saber: 1) não procurar a pessoa; 2) não passar mensagem; 3) fingir não gostar do crush; 4) demorar para responder as mensagens; 5) ser misterioso ou misteriosa; 6) não tomar a iniciativa... e por aí afora.

Comecei a rir sozinha. Sabem por quê?

Vamos imaginar que um homem conheça uma mulher, ficando interessado. Ela também gostou da criatura e até pensa em levar o caso adiante.

Contudo, ambos são adeptos aos jogos. E, joguinho pra lá, joguinho prá cá, ele não manda mensagem, porque assim disse o mestre em conquistas da internet... E ela, a mesma coisa, finge desprezo, pois desse modo ensinou seu guru sentimental. Ainda, nenhum dos dois chama o outro pra sair, pois o coach de relacionamentos explicou que não pode dar moleza...

Ora, não precisa ser muito sabido para descobrir no que isso vai dar, não é mesmo? Vai dar em NADA.

O negócio vai acabar antes de começar, vai esfriar, vai desconectar. Por burrice.

Bem fácil: Se não há reciprocidade, a conexão se perde. A fila anda...

Eu acho tudo tão simples... Gostou da pessoa? Converse e convide pra sair. Foi convidado ou convidada? Se está a fim, aceite. Se não, agradeça e tudo bem.

O encontro foi legal? Mande mensagem no dia seguinte... continue a conversa... Não vejo lógica em dissimular e fingir.

Enfim, penso que o melhor jogo é o da sinceridade, da verdade e da honestidade. Afinal, não estamos mais na quinta série, não é mesmo?

Concordam? Contem pra nós!

Abraços e até semana que vem.

Por Débora Zanini 17/08/2022 - 07:00

Hoje a reflexão é para os homens. Mas as mulheres são bem-vindas também! Então, fiquem todos à vontade...

Aliás, coincidentemente, esse tema foi sugerido por dois amigos do Instagram. Ambos me pediram dicas de como conquistar uma “mulher poderosa”, alegando que possuem um certo receio dessa “espécie”.

E eu adorei a pauta. Então, a pedidos, vamos lá:

Quem tem medo de mulher poderosa?

Se você tem medo (ou não tem), não precisa responder. Vale o benefício da dúvida...

Dito isso, é importante primeiro definir o que (e quem) é essa “tal mulher poderosa”, que tanto amedronta os seres humanos.

Não, ela não é uma criatura das sombras. Nem um ser de outro planeta.

As mulheres poderosas estão em todos os lugares, andam pela rua, trabalham, estudam, cuidam da casa. Elas vivem por aí...

São mulheres fortes, independentes, bem-sucedidas, seguras, decididas e maduras emocionalmente. Elas sabem o que querem e sabem para onde ir. Estão prontas para crescer e evoluir. São mulheres de alto valor.

As mulheres poderosas dão conta de tudo. Elas não precisam de homens para serem felizes. Elas são felizes sozinhas. São bem resolvidas.

Mas isso não significa que elas não queiram um relacionamento. É óbvio que querem se apaixonar. E amar. E suspirar de amor, por que não?

Por isso, se você quer conquistar e ficar com uma mulher poderosa, seja um homem de verdade. Essas mulheres não gostam de moleques.

Tenha atitude, coragem, não enrole, não seja indeciso, tenha clareza de objetivos. Nada de joguinhos. A mulher poderosa não tem paciência pra isso. Ela sabe que quando um homem “não sabe o que quer, é porque ele não quer”.

Então, essa mulher de alto valor vai ficar com aquele homem (homem de verdade) porque gosta dele. E não porque precisa dele. Simplesmente porque ela realmente não precisa.

Fácil, não é mesmo?

E, ao final, a dica de milhões: “Nunca deixe uma mulher bem resolvida te esperando. Ela vai resolver que você é perda de tempo”.

Concordam comigo, queridos leitores? Contem pra nós!!

Abraços e até semana que vem.

Por Débora Zanini 10/08/2022 - 08:00

Homens, não leiam... se já começaram a ler, parem imediatamente!!!

O assunto aqui é entre mulheres. Então, deem licença, por favor...

Agora que estamos sozinhas colegas, vamos conversar um pouco sobre relacionamentos... ô negocinho difícil, não?

Andei vendo uma entrevista da cantora Anitta sobre o tema e passei a refletir.

Falem o que quiser da Anitta Bonita, mas ninguém pode negar que a moça é mesmo um furacão.

Nascida sob o signo de Áries (só podia), ela é determinada, focada, corajosa, independente, e sabe o que quer.

Nessa citada entrevista, ela comentou que se apaixona fácil, mas também desapaixona com a mesma facilidade, quando o negócio não flui. E, ainda, falou que gosta de ficar amiga dos “ex”. Bom, até aí, tudo bem... Típico do signo, pra quem acredita.

Mas o que me chamou mais atenção foi o fato de Anitta indicar seus ex-namorados para as amigas. Olhem o que ela disse: “Eu sou amiga de todos os ex. Ligo para as minhas amigas e indico. Falo: fica com esse que é mara...”

Achei bem curioso esse posicionamento. Eu, particularmente, não sou tão “moderna”....

De toda forma, não há como duvidar que a Anitta sabe mesmo praticar a sororidade. Deveríamos aprender também, guardadas as devidas proporções.

Partindo dessa premissa, eu comecei a pensar que deveria existir uma espécie de “Central de Informações” para que nós, mulheres, pudéssemos obter “referências” do pretendente que estamos prestes a nos envolver. Um sistema simples, alimentado com os dados do cidadão, onde as colegas poderiam acessar facilmente e saber o que o futuro lhes reserva.

A lógica é clara: ora, se para contratar alguém para sua empresa, ou residência, é comum o contratante obter referências do contratado em seus empregos anteriores, com muito mais razão é necessário saber os antecedentes do candidato à vaga do seu coração, não é mesmo?

Só que, salvo raras exceções, nenhuma mulher vai entrar em contato com a “ex” da criatura, para saber o que aconteceu...  Por isso, a ideia da “Central de Informações” é boa, não?

Enfim, brincadeiras e divagações à parte, a mensagem que quero deixar é a necessidade de união e apoio entre as mulheres. Sem rivalidade, inveja, fofocas...

E mais: “Seja a mulher que ajeita a coroa de outra, sem dizer ao mundo que estava torta”.

E vocês, queridas leitoras (e leitores, se algum homem desobedeceu e continuou no texto), o que acham disso? Contem pra nós!
Abraços e até semana que vem.

Por Débora Zanini 03/08/2022 - 08:00

O Caio Castro deu uma entrevista na última semana, cujas declarações causaram furor na internet.

As opiniões se dividiram: uma turma “cancelando” o artista, e a outra turma achando que o barulho foi desnecessário.

Tudo porque foi ele muito infeliz ao declarar que fica “incomodado com a obrigação de pagar a conta em um restaurante para uma mulher, de ter que sustentar” (palavras dele).

Pois bem.

Penso que a questão passa, primordialmente, por uma regra básica de etiqueta: quem convida, paga a conta.

E mais: deve-se ponderar a situação financeira das partes.

Exemplo: Vamos imaginar que o Tom Cruise me convidou para sair (sim, sonhar é permitido, colegas). E me levou para um lugar super bacana e caro... 

Quem vai pagar? O astro de Top Gun, obviamente... Primeiro, porque ele me convidou...Segundo, porque ele me levou a um lugar caríssimo. Logo, não é justo que eu gaste uma parcela significativa do meu salário para arcar com essa despesa, para cujo evento eu fui convidada e não dei causa. Fácil de resolver, não?

Dito isso, voltemos ao mundo real e à polêmica do Caio Chato Castro.

Penso que ninguém é obrigado a nada. O homem não é obrigado a pagar a conta, é verdade. No entanto, em um primeiro encontro, quando o casal está se conhecendo, é de muito bom tom o homem pagar sim a conta do restaurante, se ele convidou. É uma questão de gentileza, de educação, de cavalheirismo. Não tem nada a ver com machismo ou feminismo.

E a mulher, o que faz nesse primeiro encontro?  Ela pode se oferecer para dividir a conta e daí analisar a conduta do pretendente e então tirar suas próprias conclusões, se investe ou não no relacionamento, a depender do comportamento do cidadão. É uma opção....

E depois, se a relação continuar e vierem novos encontros? O que fazer?

Bom, se a relação amorosa continuar e a mulher for independente, ambas as partes tendo situações financeiras sem muita disparidade, penso que deve haver os “combinados”. E, nesses “combinados”, não há mal algum na divisão de despesas, desde que haja bom senso. 

Aliás, já diz o ditado: “o que é combinado não sai caro”.

Enfim, é tudo tão simples... As pessoas é que complicam.

E você, querido leitor, qual a sua opinião? Conta pra nós.

Abraços e até semana que vem. 

Por Débora Zanini 27/07/2022 - 13:09 Atualizado em 27/07/2022 - 14:36

Não assisti à primeira versão, sucesso da Rede Manchete, nos idos anos de 1990. No entanto, estou adorando esse remake da TV Globo.

Sempre que posso, dou uma espiadinha...

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Além das paisagens paradisíacas, gosto de ver a moça que vira onça, o “véio” que se transforma em cobra, as “modas” de viola, o rapaz que fez pacto com o diabo, o pessoal da cidade que foi morar na fazenda, os peões, o fazendeiro milionário que perdeu de vista quanto gado possui e seu vizinho fazendeiro invejoso, a muda que sabe falar, a sabedoria e a bondade da Filó, dentre tantos outros personagens icônicos e intrigantes.

Mas a campeã é mesmo a JUMA. Ela é linda mesmo vestida de trapos, inteligente e sábia sem qualquer estudo, autêntica... Corajosa, altiva, independente, sem rodeios....

Ela é o que é, sem estratagemas... não importa o que pensem dela...

Se ela gosta de alguém, ela gosta... e fala... mas se não gosta, fala também.

Ela ama apaixonadamente, mas não perde a sua essência.

Adorei uma cena emblemática, em que ela disparou para o JOVE, seu par romântico na trama: “Não sei se quero, mas também não sei se não quero”.

Achei a frase perfeita e passei a refletir sobre quantas vezes nós, meros mortais, enfrentamos esse dilema: não sabemos se queremos...mas também não sabemos se NÃO queremos.

E isso vale para tudo: carreira, amor, relacionamentos, amizades, filhos, família...

Vez por outra, o Universo conspira em nosso favor (pensemos que é a favor) e nos coloca na posição de decidir sobre assuntos importantes de nossas vidas, verdadeiras encruzilhadas.

E daí cabe a cada um de nós resolver se saímos ou não da zona de conforto, decidindo ou pelo SIM, ou pelo NÃO. Ou se deixamos o medo sobressair e nada decidimos, o que também é uma opção. Só não sei se é a melhor.

Mas a questão é: como resolver? Como saber qual é a melhor decisão? Como resolver esse dilema? Querer ou não querer?

Eu não sei, gostaria muito de saber. Aliás, é a resposta de milhões....

Se você sabe a resposta, querido leitor, conta aqui pra nós...

Grande abraço e até semana que vem!
 

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