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Só fica pior a situação do Governo Moisés

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 21/05/2020 - 16:01Atualizado em 21/05/2020 - 19:01

O depoimento do prodessor Luiz Felipe Ferreira, chefe da Controladoria Geral do Estado, na CPI dos Respiradores, hoje a tarde, na Assembléia, teve o efeito de uma bomba. Ou, mais uma.

Chegou a ponto de o professor, enquanto era interpelado pelo deputado João Amin, ter dito que "foi identificado o roubo". Minutos depois, ele pediu para substituir "roubo" por "ilícito". Mas, ficou o que estava na "ponta da língua".

O controlador foi duro com o ex-chefe da Casa Ciivl, Douglas Borba. Mas, também complicou situação do ex-secretário da saúde, Helton Zeferino.

Disse que foi constrangido por Douglas para dar seqüência no processo dos respiradores como ele queria e outras compras durante a pandemia.

O depoimento foi um verdadeiro "tiroteio" contra o controlador, que efetivamente não controlou.

O professor Luiz Felipe acabou ratificando a gravidade da situação, que o processo estava totalmente viciado, que há uma situação de descontrole, e que se trata do maior escândalo da gestão pública de Santa Catarina.

Os outros depoimentos, especialmente do chefe de licitações, complicaram a situação do ex-secretário de saúde, Helton Zeferino, e do atual secretário, André Ribeiro, na época adjunto.

Vai se confirmando o que sempre se diz sobre CPIs - que todo mundo sabe como elas começam, mas ninguém imagina como vão terminar.
A situação do Governo Moisés só piora. A cada depoimento.

O que surpreende é a postura passiva do governador Moisés, que ainda tenta minimizar/relativizar os fatos, e defender os acusados/enrolados. Fez isso com Helton Zeferino e Douglas Borba, que só saíram (por demissão a pedido) quando a situação ficou insustentável, e faz agora com André Ribeiro.

Imaginava-se um Governador Moisés indignado, enfurecido, contra os que abusaram da sua confiança para encaminhar o mal feito, o indevido.

Aquilo que o controlador tratou como "roubo".

 

 

 

 

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