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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito

Prefeitura não poderia faltar na audiência pública do CricimaPrev

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 26/04/2018 - 06:07Atualizado em 26/04/2018 - 06:07

O Observatório Social sustenta que o CriciumaPrev é uma “bomba relógio” que explodirá a qualquer momento. E quando explodir, a conta vai sobrar para o município (entenda-se prefeitura).

Apenas por isso, era imprescindível a participação da prefeitura na audiência pública realizada pela câmara de vereadores para esclarecer o assunto.

A ausência, sem uma justificativa plausível, foi, antes de tudo, um desrespeito com a câmara.

Depois, um assunto tão grave tem que ser discutido por todos os entes envolvidos. Não tem espaço para omissão.

Ademais, a prefeitura está devendo para o CriciumaPrev. Pelo anunciado, em torno de r$ 23 milhões.

Será que foi por isso que ninguém do Paço apareceu?

Isso também é grave. Não é a causa do deficit. A regra é que faz do CriciumaPrev uma "bomba relógio”. E tem que mudar.

Só que o governo da cidade tem que cumprir a sua obrigação legal e pagar o instituto de previdência.

Fora isso, a audiência foi recheada de números.

Os representantes do CriciumaPrev reagem ao quadro apresentado pelo Observatório Social.

E o presidente do Observatório Social, Sinesio Volpato, mostrou que o calculo atuarial aponta um difícil de praticamente r$ 600 milhões.

Não se trata do “caixa”. Hoje tem dinheiro aplicado no banco.

Mas, o calculo atuarial aponta que em poucos anos vai faltar dinheiro para pagar as aposentadorias e o município terá que bancar a diferença.

A cidade tem duas opções. Primeira - fecha os olhos, faz de conta que não é consigo e deixar rolar. Segunda - enfrenta o problema e vai buscar solução.

A segunda alternativa seria o caminhos dos lúcidos (e responsáveis). Porque ainda tem tempo para isso.

4oito

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