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A pesquisa Datafolha, eleição na Alesc e outras da coluna

Nos números à presidência, Bolsonaro líder, Marina cai, Ciro em segundo e Haddad sobe
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 11/09/2018 - 06:55Atualizado em 11/09/2018 - 09:31

O Datafolha divulgou a primeira pesquisa de intenções de votos para a corrida presidencial após o atentado contra Jair Bolsonaro (PSL) e excluindo o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que cumpre pena em Curitiba, colando Fernando Haddad como candidato do PT. Os números mostraram que Bolsonaro segue líder com praticamente o mesmo percentual de pesquisa realizada em agosto. O candidato subiu de 22 para 24%. Já Ciro Gomes (PDT) passou para o segundo lugar, de 10 para 13%, e ultrapassou Marina Silva (Rede), que caiu de 16 para 11%. Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou dentro da margem de erro e saiu de 9 para 10%. Haddad saiu dos 4 para os 9%, o que pode ser reflexo do indeferimento da candidatura de Lula, apesar de o PT ainda não apostar todas suas fichas nele e insistir em Lula.

Nas demais candidaturas, pouca mudança. Álvaro Dias (Podemos), que tinha 4%, caiu para 3%. João Amoêdo (Novo) subiu de 2% para 3%, mesma situação de Henrique Meirelles (MDB). Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU) e Cabo Daciolo (Patriota) seguem com 1%, mesmo índice do levantamento anterior. João Goulart Filho (PPL) e José Maria Eymael (DC) estão com 0%. Brancos e nulos caíram de 22% para 15%, enquanto os que não responderam ou não quiseram opinar, que eram 6%, subiram para 7%.

Apesar de liderar no primeiro turno, Bolsonaro não vence em nenhuma simulação de segundo turno. O Datafolha simulou quatro cenários com o nome do candidato do PSL. A maior diferença é contra Ciro (45%) e Bolsonaro (35%). Já o cenário mais apertado é contra Haddad (39%) e Bolsonaro (38%), um empate técnico.

É de Bolsonaro a maior rejeição, com 43%. Marina tem 29%, Alckmin soma 24% e Haddad tem 22%. Ciro, 20%. Depois aparecem Cabo Daciolo e Vera Lúcia (19%), Eymael (18%), Boulos e Meirelles (17%), Goulart Filho e Amoêdo (15%) e Álvaro Dias (14%).

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Datafolha, encomendando pela Folha de São Paulo e Rede Globo, foram ouvidos 2.804 eleitores em 197 municípios brasileiros e foi realizada na segunda-feira. A margem de erro é de 2%.


Novo Paço

Foi apresentado, pelos arquitetos Fernando e Maurício Carneiro, o pré-projeto do novo prédio do Paço Municipal de Içara. O local já está definido, será ao lado do atual. O prédio terá um subsolo norte para estacionamento e três pavimentos (térreo + dois andares) para agrupar as secretarias que atualmente ocupam prédios alugados. A execução da obra está orçada em R$ 7,5 milhões. A expectativa do prefeito Murialdo Gastaldon (MDB) é inaugurar o novo prédio no ano que vem, quando o atual completa 50 anos. Fernando Carneiro foi o responsável pelo projeto de construção do Paço de Içara, inaugurado em 1969. Outra obra de Carneiro é o Paço Municipal de Criciúma.


Ministro do Turismo em Criciúma

O catarinense Vinicius Lummertz, que é ministro do Turismo, estará em Criciúma na próxima quinta-feira, às 19h30min, para uma palestra na Associação Empresarial (ACIC). O encontro dá continuidade às ações para debater o futuro da região. Lummertz abordará a importância da atividade turística para o Sul do estado. 


Eleição do vice

Os deputados estaduais voltam a realizar sessões hoje, amanhã e quinta-feira. Com as atenções voltadas para a campanha eleitoral, o fato novo da Assembleia Legislativa deve ser a eleição do vice-presidente, cargo que ficou vago desde a morte do então presidente Aldo Schneider (MDB), em agosto, e a elevação automática do vice, Silvio Dreveck (PP). Reuniões irão ocorrer durante todo dia, mas devem ser intensificadas a partir da tarde. O favorito é Neodi Saretta, do PT, que deve ter apoio da coligação formada em torno de Gelson Merisio (PSD) na corrida ao Governo do Estado. Correndo por fora está o deputado do Sul Manoel Mota (MDB). Mota decidiu não concorrer em outubro e a vice-presidência seria uma forma de encerrar sua passagem pelo Legislativo catarinense, que iniciou há 28 anos. 


Dia de gravação

O candidato a deputado federal Leodegar Tiscoski (PP) passou o dia em gravações por Criciúma fazendo um apanhado do período em que esteve na Secretaria Nacional de Saneamento. Entre os lugares escolhidos para as gravações, a Praça Nereu Ramos, onde passou a obra do Canal Auxiliar, e a Próspera, onde está sendo finalizada a obra do esgotamento sanitário, que também teve verba liberada durante o período.


Sobre as bolsas

A reitora da Unesc, Luciane Ceretta, o vice Daniel Préve e o presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Alexandre Bristot, estarão, hoje, na Câmara de Vereadores de Criciúma. Eles usarão parte do Horário Político para falar sobre a PEC que modifica a distribuição de bolsas de estudos ao ensino superior e tramita na Assembleia Legislativa.


Sabatinado

O deputado estadual Valmir Comin (PP), candidato à reeleição, participou de uma sabatina na Universidade do Extremo Sul Catarinense, Unesc (foto). Atuar pela manutenção e ampliação do artigo 170, exigindo o cumprimento da Constituição Estadual, apoiar a Unesc no protagonismo do Plano de Desenvolvimento Regional e apoiar o fortalecimento e melhor distribuição de recursos da Fapesc são alguns dos compromissos assumidos.


Contorno de Cocal

A Celesc reagiu à informação da Fiesc, publicada na edição de sábado, de que Santa Catarina tem uma das energias mais caras em comparação com a média nacional. Colocou que “os custos do serviço de distribuição de energia, que se referem às nossas despesas gerenciáveis (parcela B) — despesas operacionais (pessoal, materiais e serviços), investimentos realizados para a manutenção e a ampliação do sistema e a remuneração dos nossos acionistas —, correspondem a apenas 13,6% da tarifa cobrada em nossa área de concessão; os demais componentes da tarifa, cujos custos e recursos não são gerenciáveis (parcela A) pela empresa, referem-se à compra de energia, o custo de transmissão, impostos e encargos setoriais, compõem os mais de 75% do restante da tarifa paga pelos consumidores; no último reajuste da tarifa, ocorrido em agosto, os itens que mais impactaram na composição do Efeito Médio de 13,86% foram: (i)a elevação do custo com os Encargos Setoriais, com variação de 21,44% entre agosto de 2017 e julho de 2018 (ciclo tarifário da Empresa), e o custo com a compra de energia, que sofreu variação de 11,06%. Esses valores representam, respectivamente, 4,77% e 5,08% na composição do Efeito Médio de 13,86%”. Afirmam ainda “Como pode ser visto, a questão tarifária no setor elétrico no Brasil é realmente complexa e muito pouco depende das empresas que nele atuam.  O que nos compete, enquanto distribuidora e isso é líquido e certo, é fazer sempre mais com menos”.

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