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Içaraprev nega risco à previdência e contesta apontamento do TCE sobre fundo imobiliário

Autarquia afirma que investimentos foram baseados em critérios técnicos e que patrimônio do instituto permaneceu sólido no período analisado

Por Maryele Cardoso Criciúma, SC, 03/06/2026 - 17:39 Atualizado há 1 minuto
IçaraPrev contesta interpretação de apontamentos do Tribunal de Contas I Foto: Reprodução/4oito
IçaraPrev contesta interpretação de apontamentos do Tribunal de Contas I Foto: Reprodução/4oito

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O Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Içara (Içaraprev) afirmou que todas as decisões de aplicação financeira foram baseadas em critérios técnicos e respaldadas por relatórios de consultoria especializada contratada no período de 2013 a 2021.

A manisfetação é referente aos apontamentos recentes do Tribunal de Contas do Estado (TCE) relacionados a investimentos realizados em fundo imobiliário entre os anos de 2017 e 2020.

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De acordo com o Içaraprev, as oscilações do fundo imobiliário citado na análise não comprometeram de forma significativa a saúde financeira do instituto. A gestão afirma que o patrimônio permaneceu sólido ao longo dos anos, com rendimento acumulado de 36,33% entre 2017 e 2020. Ainda segundo a instituição, esse índice supera o desempenho de entidades previdenciárias de maior porte no país no mesmo período.

Caso envolvendo o Banco Master chega a Santa Catarina e já tem desdobramentos em Içara I Foto: Arquivo/4oito

Apontamento do TCE e situação do processo

O instituto também destaca que o eventual prejuízo apontado pelo TCE não está consolidado e que está atuando de forma conjunta com mais de 50 regimes próprios de previdência municipais que também realizaram investimentos no mesmo fundo, com o objetivo de reverter o cenário apresentado na auditoria.

Em nota, o Içaraprev reforça ainda que os servidores municipais podem permanecer tranquilos, afirmando que a gestão segue responsável e que o plano de previdência continua equilibrado.

Esclarecimentos sobre instituições citadas

Outro ponto esclarecido pela autarquia é a inexistência de relação entre o caso e o Banco Master. Segundo o instituto, a gestão do fundo imobiliário mencionado é de responsabilidade da Zion Invest.

O Içaraprev também contextualiza que o Banco Máxima citado no relatório do TCE foi posteriormente assumido em 2019 por Daniel Vorcaro, enquanto o Banco Master foi criado apenas em 2021, ou seja, em período posterior aos investimentos realizados pelo instituto em 2017 e 2018.

A autarquia reforça que segue à disposição dos órgãos de controle e que continuará acompanhando os desdobramentos do caso, mantendo o compromisso com a transparência e a segurança dos recursos previdenciários dos servidores municipais.

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