O vereador Nícola Martins (PL) esteve nesta terça-feira (27) em Brasília, onde se reuniu com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Antonio Anastasia. Na pauta, três temas estratégicos para o desenvolvimento do Sul de Santa Catarina: obras estruturantes, qualificação de gestores públicos e inovação na gestão pública.
O primeiro assunto tratado foi a situação do Morro dos Cavalos, na BR-101, um dos principais gargalos logísticos da região Sul. Nícola solicitou que o ministro acompanhe de perto o processo que, em breve, chega ao TCU, após a análise do Ministério da Infraestrutura, que avalia a melhor solução para o trecho. O ministro Anastasia garantiu que, se for designado relator, buscará visitar pessoalmente o local, ouvir lideranças e ajudar na construção da melhor alternativa. Mesmo que não seja relator, afirmou que irá interceder em favor da região.
Convite para palestrar em Criciúma
Outro ponto importante da reunião foi o convite para que o ministro venha a Criciúma participar de um evento sobre contas públicas, destinado a prefeitos, secretários e gestores municipais do Sul catarinense. A proposta é que a palestra seja realizada na Unesc, fortalecendo a relação entre o TCU, a universidade e os municípios, além de promover qualificação na área de controle e gestão dos recursos públicos.
Durante o encontro, Nícola também destacou o orgulho de Criciúma ter um representante no gabinete do ministro. O advogado Luís Ricardo Saavedra, natural da cidade, é assessor direto de Anastasia no TCU. “É uma alegria ver um criciumense ocupando um espaço tão relevante na capital federal, contribuindo com o trabalho de uma das instituições mais importantes do país”, destacou Nícola.
Parceria inédita pode surgir
Ao final da agenda, o vereador visitou o setor de inovação do TCU e iniciou tratativas para uma parceria inédita. A proposta visa fomentar o desenvolvimento de govtechs, startups que criam soluções tecnológicas para governos, com foco em modernização, eficiência e transformação digital na administração pública. “Eles hoje não têm nenhuma parceria neste sentido. Foi um primeiro passo importante”, concluiu.