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Trinca de um campeão

Almanaque da Bola #333
João Nassif
Por João Nassif 21/06/2019 - 08:52Atualizado em 21/06/2019 - 08:55

Depois de termos relembrado nos dois últimos Almanaques do bicampeonato do Metropol, chegamos em 1962, quando foi conquistado o tri, marcando em definitivo a hegemonia do time no futebol catarinense.

O campeonato foi novamente disputado por 26 equipes divididas pelas quatro zonas do estado, sendo que o Metropol e o Marcílio Dias, finalistas no campeonato anterior estavam liberados de disputar a fase de classificação. Aproveitando a folga no começo do estadual o Metropol fez sua excursão à Europa e retornou com mais experiência e mais entrosamento para buscar mais um título e continuar seu reinado em Santa Catarina.

A fase final foi disputada por 10 clubes, sendo que o Flamengo de Curitibanos desistiu do campeonato logo após ter sido derrotado pelo Metropol por 12x1 na primeira rodada da fase decisiva.

A campanha do campeão foi feita em 17 jogos, com 11 vitórias, 4 empates e apenas 2 derrotas. Marcou 44 gols e sofreu 16. Carlos Renaux por 4x1 e Hercílio Luz por 2x1 foram os times que conseguiram vencer o Metropol. Outros resultados expressivos que consta da história foram uma vitória por 6x2 contra o Caxias de Joinville e 4x1 para cima do Guarani de Lages.

Nilzo foi o artilheiro do campeonato com 12 gols, seguido de Waldir Paulo Berg e Hélio Zeferino que marcaram cada um 09 gols.

Fechado o ciclo do tricampeonato, o Metropol voltaria a ganhar mais dois campeonatos estaduais na década, em 1967 e 1969. Criciúma voltou a ser tricampeã estadual, pois entre os dois títulos do Metropol, o Comerciário ganhou seu primeiro campeonato em 1968.

Na década de 1960, Criciúma foi a dona do futebol catarinense.
 

4oito

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