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Santos, o pioneiro

Almanaque da Bola #463
João Nassif
Por João Nassif 29/10/2019 - 10:02

A Taça Libertadores da América de 1962, originalmente denominada Copa dos Campeões da América pela CONMEBOL, iniciou-se com nove equipes divididas em três grupos de três equipes cada. A Venezuela não teve representante neste que foi o terceiro torneio da competição. 

Foi a primeira edição a contar com uma fase de grupos. Os campeões de cada grupo avançaram para as semifinais, que contou com a presença do Peñarol, campeão da edição anterior.

Nesta fase de grupos os nove times foram alinhados em três grupos e somente o primeiro colocado avançava para as semifinais.

No Grupo 1 o Santos chegou na frente do Cerro Porteño do Paraguai e do Deportivo Municipal da Bolívia. No Grupo 2 o classificado foi o Nacional do Uruguai, enquanto o Racing da Argentina e o Sporting Cristal do Peru foram eliminados e no Grupo 3 o vencedor foi a Universidad Católica do Chile com Emelec do Equador em segundo e Millonarios da Colômbia em terceiro.

Estes três classificados se juntaram ao Peñarol para disputar as semifinais que indicariam os finalistas. O Santos passou pelo time chileno e no confronto entre os uruguaios quem se deu bem foi o Peñarol.

Finalistas definidos o primeiro jogo da decisão foi em Montevideo e o Santos venceu por 2x1. No jogo de volta na Vila Belmiro o Peñarol deu o troco e venceu por 3s2.

Foi necessária uma partida desempate e no dia 30 de agosto de 1962 no Monumental de Nuñez em Buenos Aires o Santos venceu por 3x0 e se tornou o primeiro time brasileiro campeão da Taça Libertadores. E mais, adquiriu o direito de disputar com o Benfica a Copa Intercontinental de 1962.
 

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