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Repescagem, uma segunda chance

Almanaque da Bola #418
João Nassif
Por João Nassif 14/09/2019 - 23:57Atualizado em 15/09/2019 - 07:02

A FIFA começou dar espaço para seleções que não conseguiam via eliminatórias vaga para a fase final das Copas do Mundo, criando a repescagem para dar mais uma chance a quem não conseguia passar pela fase regular da classificação.

País de Gales x Israel-1958

A primeira repescagem da história dos Mundiais foi disputada para a Copa de 1958 na Suécia. Não havia previsão que tal pudesse acontecer, pois os então filiados à entidade foram divididos por Confederações e os classificados seriam definidos dentro de cada uma delas.

Europa, América do Sul e América do Norte, Central e Caribe definiram em diversas chaves suas seleções classificadas. A FIFA uniu a África com a Ásia numa única eliminatória, pois ainda eram poucos os filiados destes dois continentes.

Numa chave a Indonésia conseguiu classificação derrotando a China. Em outra chave a Turquia desistiu por não aceitar disputar as eliminatórias pela Zona Asiática e o classificado foi Israel.

Na terceira chave com a desistência de Chipre o classificado foi o Egito. Finalmente na quarta chave o Sudão eliminou a Síria. E aí começou a confusão.

O Egito e o Sudão se recusaram a jogar contra Israel por questões políticas. A indonésia insistiu em jogar contra Israel em campo neutro e a FIFA não aceitou. Resultado, Israel se classificou para o Mundial.

A FIFA decidiu que nenhuma seleção poderia disputar a Copa sem ao menos um jogo pelas eliminatórias. Foi determinado que o País de Gales que havia sido segundo colocado em seu grupo nas eliminatórias da Europa seria o adversário de Israel.

Foram realizados dois jogos em Tel-Aviv e Cardiff e o time do Reino Unido se classificou vencendo as duas partidas por 2x0.
 

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