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Poucos nativos

Na França a maioria dos imigrantes
João Nassif
Por João Nassif 15/11/2018 - 11:56Atualizado em 17/11/2018 - 12:00

Assim como os jogos Olímpicos, as Copas do Mundo também são integração de povos dos mais variados cantos do planeta Terra. Se nas Olímpiadas quase todos os atletas defendem os países em que nasceram, nos Mundiais de Futebol com suas 32 seleções muitos jogadores que não nasceram no país defendem as cores da terra de origem de seus pais que por um motivo imigraram para outras nações. 

Na Copa do Mundo de 2018 disputada este ano na Rússia, o Marrocos é um exemplo desta situação, pois dos 23 jogadores inscritos apenas seis nasceram no país.

Os outros 17 são filhos de pais imigrantes que se esparramaram por vários países do continente europeu e encontraram no futebol a possibilidade de se tornarem alguém e manter o sustento de seus familiares. Muitos atuam em equipes de ponta nas várias Ligas europeias.

Seleção de Marrocos na Copa de 2018

Oito dos “estrangeiros” nasceram na França, cinco na Holanda, dois na Espanha, um no Canadá e outro na Bélgica.

Todos os jogadores marroquinos que atuam pelo mundo estão bem espalhados pelas diversas ligas europeias, são raros os que atuam nos campeonatos africanos e asiáticos.

Esta diversificação de clubes, mostra que apenas dois jogadores atuam num mesmo time, este time é o Feyenoord da Holanda. Não há mais na relação dos 23 que disputaram a Copa do Mundo dois jogadores num mesmo time.

Nos grandes da Europa um o zagueiro Hakimi pertence ao Real Madrid, o zagueiro Benatia joga na Juventus da Itália e o atacante Ziyech no holandês Ajax. Os demais jogam em clubes de menor expressão do futebol europeu.
 

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