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Paulo Baier justiceiro, briga e expulsões

João Nassif
Por João Nassif 26/04/2021 - 06:00Atualizado em 26/04/2021 - 08:24

Não existe justificativa para o comportamento do técnico Paulo Baier assim que o árbitro encerrou o jogo contra o Avaí. O técnico partiu para cima do zagueiro Alemão e levou com ele todos os jogadores em campo, titulares e reservas que foram para a briga generalizada.

Paulo Baier justificou na entrevista depois do jogo que Alemão ofendeu o Próspera chamando de timinho. O técnico foi tirar satisfações e criou a baderna que já está repercutindo por todo país.

Quando algum atleta ofende com gestos ou palavras o adversário cabe ao árbitro adverti-lo. Foi o que fez o árbitro do jogo punindo o zagueiro Alemão com cartão amarelo. O árbitro escreveu na súmula que puniu com cartão amarelo, mas não conseguiu identificar as palavras proferidas pelo zagueiro após o gol da vitória do Avaí. 

A maioria está surpresa com a reação do técnico, uma pessoa pacata, de boa índole e de muita experiencia pela quilometragem que tem no futebol. Concordo, penso que um profissional da envergadura de um Paulo Baier não pode querer ser justiceiro e provocar quase uma batalha campal por uma atitude inconsequente. 

O Paulo deveria saber e creio que sabe, mas não pensou que quando o comandante invade o campo para tirar satisfações contra um adversário está induzindo seus comandados a defendê-lo e todos os jogadores dos dois times certamente partirão para a briga.

No rescaldo da confusão o árbitro expulsou, além do Paulo Baier três jogadores do Próspera e dois do Avaí e todos estarão suspensos para o jogo de quarta-feira.

Sobre o jogo, o Próspera foi a campo para empatar. Estava conseguindo seu objetivo até o último lance quando levou o gol depois da cobrança de um lateral. Inadmissível.


 

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