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O Criciúma atual, camisa pesada, com comando sem ambição

João Nassif
Por João Nassif 14/09/2020 - 23:23

O jogo do Criciúma em Itu foi a gota d’água na minha paciência em analisar o time nesta temporada, extensão do ano passado quando foi impotente para impedir o rebaixamento. As mesmas mazelas de 2019 se repetem este ano, pois o comando técnico é o mesmo e a falta de ambição continua, mesmo numa série C de baixíssimo nível técnico.

Por que o jogo contra o Ituano? Pela forma medrosa como o time se comportou. O adversário de fraquíssima condição técnica seria presa fácil se o time comandado por Roberto Cavalo/Wilsão fosse mais ousado e entendesse a camisa que veste.

De nada adianta ficar ouvindo toda hora que o Criciúma é grande, tem a camisa pesada e outros predicados se na hora do jogo o que se vê é exatamente o contrário. Um time sem ambição, que joga por uma bola e só reage quando inferiorizado no marcador. 

O segundo tempo em Itu foi lamentável, o Criciúma não conseguiu atacar e chegou ao empate no único lance quase no final do jogo. E para confirmar a falta de coragem os técnicos trocaram um atacante de área por um zagueiro para garantir o empate. Foi dito no final que se não der para ganhar o empate é bom resultado.

Olhando para os adversários nesta chave o Criciúma é gigante perto dos outros nove que não têm um pingo da história e tradição, mas crescem contra um Criciúma que desde a temporada passada é o retrato de seu comando técnico.
 

4oito

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