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Hora de respeitar o hino do Criciúma

João Nassif
Por João Nassif 20/04/2021 - 06:00Atualizado em 20/04/2021 - 07:42

Na coletiva pós jogo em Concórdia o técnico interino do Criciúma, Wilson Vaterkemper afirmou: “aqui ninguém veio para mentir nem enrolar, bem pelo contrário, não é desta forma que a gente trabalha”. 

Afirmação desnecessária, pois todos sabem de sua índole, do profissional que é do tanto que é identificado com o clube. Quando assumiu sabia que o clube estava numa zona de alto risco e do perigo iminente de rebaixamento.

A vitória sobre o Metropolitano, única no campeonato depois de 10 jogos, não amenizou o problema que é muito mais técnico do que propriamente emocional como o Lalo, fiel escudeiro do Wilsão, fez questão de afirmar. O Criciúma tem um privilégio de ter nas coletivas após os jogos técnico e auxiliar dando suas explicações.

O Lalo falar que os jogadores estão sentindo a pressão do momento não condiz com a realidade, pois desde o início da temporada quando a pressão inexistia o time já mostrava falhas técnicas, táticas e falta de qualidade. Afirmou também que viu uma evolução nos jogos que não foi notada nos últimos jogos.

Mas, entendo as justificativas que são clichês padrões da maioria dos treinadores tipo, não era o resultado que esperávamos. Criamos, mas a precipitação atrapalha na hora de concluir. E por aí vai!

Resumindo, o time não está jogando nada desde o início do campeonato, está na zona de rebaixamento desde a 3ª rodada, marcou apenas seis gols em 10 jogos e por isso tem o pior ataque entre todos e vai para a última rodada no desespero de ter que vencer e aguardando outros resultados para permanecer na série A do estadual.

Alma, garra e coração! Talvez não seja suficiente. Será necessária uma enorme mágica para justificar o refrão eternizado por Carlinhos Lacombe. 
 

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