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De imortal a simples mortal

Quando um sonho vira pesadelo
João Nassif
Por João Nassif 31/10/2018 - 08:08Atualizado em 31/10/2018 - 08:08

Foi traumática a eliminação do Grêmio da Libertadores. 

Traumática pelas circunstancias de uma classificação praticamente garantida para a frustração de uma Arena lotada e confiante em mais uma final que poderia gerar um tetracampeonato no torneio.

O futebol tem o poder de fazer resultados quando menos se espera e isso causa um trauma que ficará para sempre marcado na memoria de todos que o acompanha.

Voltando alguns anos no tempo, em 2012 nas quartas de final, Diego Souza, hoje no São Paulo e à época jogador do Vasco da Gama perdeu o gol da classificação cara a cara Cássio e o Corinthians ressuscitou para vencer sua Libertadores. Agora foi a vez do atacante Everton, que na frente do goleiro argentino não conseguiu fazer 2x0 e garantir a classificação.

Mesmo assim o Grêmio tinha o controle do jogo, continuou com sua postura defensiva e não corria riscos até que uma falta quase frontal, uma bola jogada na área foi o início da virada que seria concretizada num pênalti marcado com o auxílio do VAR. 

Até aqui apenas a descrição do que era visto por todos.

Minha opinião, o Grêmio jogou como time pequeno não entendendo o ambiente e o próprio adversário. Se na Argentina jogando para empatar e conquistando uma vitória simples na aposta da bola parada, em casa teria que ter pelo menos mais ambição, não fugir de seu estilo que lhe rendeu avaliação de melhor time do Brasil na atualidade. 

Mas, não. Botou o regulamento debaixo do braço e foi derrotado por um time infinitamente superior no confronto e viu cair por terra o planejamento para levantar outra taça. E não cabe o choro do técnico, responsável pela postura do time e as acusações feitas sobre a arbitragem. Prefiro as palavras do goleiro Marcelo Grohe, sóbrias e reconhecendo o adversário e o acerto na marcação do pênalti.
 

4oito

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