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Criciúma EC trocou apenas as moscas

João Nassif
Por João Nassif 05/04/2021 - 06:00Atualizado em 05/04/2021 - 08:01

O ano era 2019. O atacante Reis num jogo em Itajaí saiu no contra-ataque da intermediária do Criciúma, correu sem marcação o campo todo e fez o gol que naquele jogo foi o da vitória do Criciúma.

A jogada se repetiu ontem com o atacante João Carlos que partiu de seu campo, correu até a área do Marcílio Dias e fez o gol de empate, pontinho bem-vindo, pois o jogo se encaminhava para mais uma derrota do Criciúma. A diferença, a jogada do Reis foi limpa e a do João Carlos foi precedida por uma falta que o árbitro Rodrigo D’Alonso Ferreira ignorou.

O Criciúma que estava com 10 jogadores pela expulsão do Dudu Figueiredo conseguiu um pontinho que se não resolve muito para escapar do rebaixamento pelo menos deixa o time ainda dependendo de suas próprias pernas para não cair na vexatória série B do campeonato catarinense.

O raio não caiu no mesmo lugar.

Houve na semana a troca de comando, na verdade foram trocadas apenas as moscas, pois o time continua seu calvário, criando algumas chances claras em cada jogo e por pura incapacidade, para não dizer falta de qualidade vai ostentando a lanterna com o pior ataque entre os 12 do campeonato.

O futuro no campeonato é incerto, o Criciúma precisa vencer todos os três jogos que ainda terá pela frente, missão que se torna praticamente impossível pelo histórico do time no campeonato. Não venceu em oito jogos, marcou apenas quatro gols e sem dúvidas a pior média em toda sua existência. 

Metropolitano no Heriberto Hülse, Concórdia no Oeste Catarinense e Avaí em casa, jogos que definirão o futuro de um clube que vive há muito tempo de suas glórias passadas. 

 

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