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Campeão a seis minutos do fim

Portuguesa, osso duro de roer
João Nassif
Por João Nassif 19/10/2018 - 15:43

O campeonato brasileiro de 1996 foi disputado por 24 clubes. O regulamento previa que todos jogariam entre si apenas em partidas de ida com a classificação dos oito primeiros que jogariam a segunda fase, as quartas de final. O primeiro enfrentaria o oitavo colocado, o segundo jogaria contra o sétimo e assim por diante.

Pela ordem a classificação final ficou assim depois de cada time ter feito 23 jogos: Cruzeiro primeiro colocado com 44 pontos, Guarani em segundo com 43 mesma pontuação do Palmeiras que ficou em terceiro por ter uma vitória a menos, o quarto foi o Atlético-PR, em quinto ficou o Atlético-MG seguido do Grêmio sexto colocado,  Goiás em sétimo e finalmente a Portuguesa em oitavo.

O Criciúma ficou em 21º com 23 pontos a frente do Bahia e dos rebaixados Fluminense e Bragantino.

Voltando às quartas de final, os quatro primeiros colocados foram eliminados. O primeiro colocado Cruzeiro foi eliminado pela Portuguesa, o Guarani pelo Goiás, o Palmeiras pelo Grêmio e no confronto dos Atléticos o classificado foi o Mineiro.

Nas semifinais o Grêmio passou pelo Goiás com vitória no Serra Dourada por 3x1 e empate em 2x2 no Olímpico e a Portuguesa eliminou o Atlético Mineiro com vitória no Canindé por 1x0 e empate no Mineirão em 2x2.

A final foi dramática. No primeiro jogo em São Paulo a Portuguesa venceu por 2x0 com gols de Gallo e Rodrigo Fabri.

No jogo em Porto Alegre o Grêmio precisava vencer por dois gols de diferença para confirmar o título. E foi logo abrindo o placar com gol de Paulo Nunes aos três minutos. Daí em diante o Grêmio partiu para o segundo gol e a Portuguesa conseguiu segurar o ímpeto gremista até aos 39 do segundo tempo quando Aílton fez o gol que valeu o campeonato.

Perante mais de 42 mil torcedores o Grêmio treinado pelo Felipão jogou com Danrlei, Arce, Rivarola (Luciano), Mauro Galvão e Roger; Dinho (Aílton), Luiz Carlos Goiano, Emerson (Zé Afonso) e Carlos Miguel; Paulo Nunes e Zé Alcino.   

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