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A vitoriosa seleção brasileira num balaio de hipócritas

João Nassif
Por João Nassif 09/06/2021 - 11:39

Foi criado uma grande expectativa sobre o comunicado dos jogadores da seleção brasileira após o jogo contra o Paraguai. O suspense criado pelo volante Casimiro travestido de capitão pelo técnico Tite deixou um clima de desconfiança sobre o futuro do técnico e dos próprios jogadores.

O pronunciamento do volante foi antes do afastamento do presidente da CBF e após a confirmação do país sediar a Copa América pelo governo federal.

 

Após o jogo foi divulgado um manifesto dos jogadores em que não dizem absolutamente nada que pudesse sugerir um mínimo de postura aproveitável depois da expectativa criada. 

“Quando nasce um brasileiro, nasce um torcedor” foi a frase que abriu o manifesto. Frase vazia que sugere um manifesto sem pé nem cabeça. Segue a ladainha: “Em nenhum momento quisemos tornar essa discussão política”. Era esperada uma posição crítica devido a Copa América ser confirmada quando há quase 500 mil mortes em razão da pandemia.

Mas, um manifesto recheado de hipocrisia, quando nenhum jogador, nem o capitão sabiam sobre o que estavam falando quando insinuavam que depois do jogo iriam se manifestar.

E aí vem o técnico cheio de frases de efeito e sem sentido afirmando que não é hipócrita nem alienado. Sua hipocrisia ficou clara em suas posições políticas, tanto com relação ao governo federal como com a CBF.

Fica a curiosidade em saber quem redigiu o manifesto. Como não diz coisa com coisa, há possibilidade de ter sido ditado pelo próprio técnico, useiro e vezeiro em falara muito e não dizer nada.

A impressão que fica é que queriam derrubar Rogério Caboclo fazendo coro a denúncia de assédio que afastou o presidente da CBF. Só lembrando que o técnico Tite trocou beijos com Marco Polo Del Nero, ex-presidente e que ainda dá todas as cartas na CBF.


 

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