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A bolha no esporte

João Nassif
Por João Nassif 04/03/2021 - 06:00Atualizado em 04/03/2021 - 07:49

Quando a pandemia foi decretada em março do ano passado as competições de todos os calendários estavam em pleno andamento. Houve paralisação de todas as competições e o mundo esportivo ficou na expectativa de seu reinício o que aconteceu seis meses após.

A fase final da Champions League foi toda disputada em Portugal e os atletas confinados numa bolha com rigoroso esquema de segurança sanitária. O Mundial de Clube da FIFA realizado no Catar também foi realizado dentro de uma bolha.

Na NBA houve o mesmo procedimento. As equipes foram para a zona de isolamento em Orlando na Flórida com regras criadas pela entidade com investimento de U$ 170 milhões. Foram disputadas as partidas finais da fase regular em todos os play-offs no ESPN Wide World of Sports Complex.

Tanto na Champions como na NBA e certamente em outros esportes as bolhas foram criadas para proteção total aos jogadores e agregados.

Num campeonato regular de futebol é impossível que sejam criadas bolhas para as disputas. Campeonatos brasileiros e os estaduais não podem jogar em bolhas que ficam inviáveis do ponto de vista financeiro.

 

Por isso, especificamente aqui no Brasil tanto a CBF como as Federações criaram protocolos de segurança que nem sempre são seguidos pelos clubes e principalmente pelos atletas.

Por isso é que temos a informação quase que diariamente de clubes com surtos do COVID-19, o desfalque em vários jogos e até a impossibilidade de colocarem os times em campo pelo grande número de jogadores positivados.

O bom senso manda ir-se alterando o calendário, mas como esperar bom sendo daqueles que organizam o futebol brasileiro?
 

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