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Crônica da Cidade

Archimedes Naspolini Filho
Por Archimedes Naspolini Filho 21/05/2020 - 06:57

Continuo buscando, na edição que circulou na semana de 13 a 20 de junho de 1964, do nosso saudoso semanário Tribuna Criciumense, os tópicos de publicações que dão um mergulho no passado e se transformam na Crônica da Cidade de hoje.

MEC PEDE O FIM DA UNE – O ministro da Educação sugeriu ao presidente da República, hoje, a extinção da União Nacional dos Estudantes. O Sr. Flávio Suplicy de Lacerda pediu ao chefe do governo o envio de mensagem ao Congresso Nacional fechando todas as entidades estudantis, de nível superior ou médio, existentes no território nacional. Em um bem fundamentado projeto de lei, o titular da pasta da Educação sugeriu: a) criação de diretórios acadêmicos em cada faculdade; b) diretório central de estudantes em cada universidade; c) diretório estadual de estudantes em cada estado ou território onde haja mais de um estabelecimentos de ensino de grau médio ou superior. A fim de redemocratizar tais representações a proposta do ministro diz que “todo estudante é obrigado a votar sem o que não poderá prestar exames finais, Prevê, ainda, que nenhum estudante reprovado ou dependente poderá exercer cargo de direção nos diretórios e que as representações estudantis não poderá promover manifestação ou propaganda política, nem estimular ou participar de movimentos grevistas de estudantes. Bom, a Une e a UBES acabaram sendo extintas e indo para a clandestinidade. Ainda assim as duas entidades promoviam os seus congressos ocasionando prisões por atacado.

PAULINO BURIGO PERDEU A INVENCIBILIDADE – Vindo de um empate, em casa, contra o Minerasil, o Comerciário foi batido, em Tubarão, pelo Ferroviário quando mais necessitava da reabilitação. Jogando horrivelmente a equipe celeste foi, durante os 90 minutos, uma equipe desencontrada, não merecendo melhor sorte. Conheceu, assim, o treinador Paulino Búrigo, a sua primeira derrota no certame diante de uma esquadra de modestos recursos técnicos, porém voluntariosa ao extremo. Marcaram: Boca e Mauro, este duas vezes. 2 x 1 para o Ferroviário. O Comerciário jogou com Edival, Valtair, Erasmo, Neri e Gerson; Mário Araújo e Leo; Nivaldo, Mauro, Almerindo e Rubens. O Ferroviário: Valdir, Bira, João Carlos, Zilton e Rubens; Ênio e Tóia; Dico, Boca, Bracinho e J. Lima. Eu desconhecia que Paulino Búrigo fora técnico de futebol. Comerciante, sim. Político, deputado estadual, também. Mas técnico de futebol? Novidade!

Esta crônica está no meu blog, no Portal 4oito.com.br. E eu retornarei amanhã. Até lá amigos e um abraço do meu tamanho!

4oito

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