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Secretário Amandio deixa o Governo Moisés

Amandio foi convocado para prestar depoimento na CPI dos Respiradores
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 26/06/2020 - 20:42Atualizado em 26/06/2020 - 23:29

Acaba de ser confirmada a exoneração do secretário Amandio da Silva Junior, chefe da Casa Civil do Governo Moisés.

Comunicado foi feito em nota oficial assinada pelo governador Carlos Moisés:

"Comunicamos a exoneração do Chefe da Casa Civil, Amandio João da Silva Junior.

Com isso, o ex-secretário pode melhor prestar seus esclarecimentos pessoais perante as autoridades constituídas em relação aos fatos relacionados à sua atividade profissional desenvolvida na iniciativa privada.

Agradecemos o trabalho e o empenho durante o período em que esteve à frente da Casa Civil".

Amandio foi citado na CPI dos Respiradores, durante a semana, por ter relacionamento com um dos investigados. Ele foi convocado para prestar depoimento na terça-feira.

Hoje pela manhã, na rádio Som Maior, o deputado Kennedy Nunes, PSD, membro da CPI, ao fazer referência ao depoimento de Amandio, foi enigmárico.

"Não perca o depoimento do Amandio, vai ser quente, e revelador".

Amandio da Silva Júnior é empresário em Rio do Sul e teve duas passagens pelo governo de Carlos Moises.

Em 2019, foi secretario adjunto de desenvolvimento econômico. Saiu no final do ano por divergências com o secretário Lucas Esmeraldino.

Voltou para substituir Douglas Borba, que pediu demissão depois que se viu enrolado no Caso dos Respiradores.

Amandio foi anunciado no dia 10 de maio, e assumiu com a missão de refazer a relação do Governador com o ambiente político e as entidades dos setor produtivo.

Mas, não emplacou o segundo mês no cargo.

Em nota publicada no Instagram, Amandio garante que a sua saída não tem relação com o seu depoimento na CPI:

"Esta decisão não tem relação com minha chamada a falar na CPI dos Respiradores, pois repito sempre agi dentro as regras,  normas e leis.

Mas, independente disso, a preservação neste momento e o apelo da família são mais importantes.

Até mesmo instituições que presidi acabam sendo atacadas injustamente simplesmente por interesses por interesses políticos e pelo cargo que até então eu exercia. E isso eu não posso aceitar".

4oito

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