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Pedágio da BR-101, Salvaro e o comandante e outras da coluna

Prefeitos e empresários vão apresentar documento único sobre pedágio no Sul
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 06/11/2018 - 06:54Atualizado em 06/11/2018 - 09:15

Uma comissão de técnicos da Fiesc virá a Criciúma, amanhã, especialmente para a reunião com prefeitos e empresários da região sobre a proposta do Governo Federal para implantação de praças de pedágio no trecho Sul da BR-101 e a tarifa pretendida.

A reunião de amanhã, 14h, está sendo convocada pela Amrec.

A vinda da comissão de técnicos foi articulada na Fiesc pelo presidente da Acic, empresário Moacir Dagostim. É, sem dúvida, uma boa notícia, porque garante maior respaldo aos encaminhamentos que serão feitos a partir da reunião.

Mas, a melhor notícia é que prefeitos e empresários da região estão decididos a produzir documento único para ser protocolado no Governo Federal, com sugestões para alterações no cronograma que está apresentado.

O prazo para envio de sugestões para a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) termina na sexta-feira, dia 9.

A única possibilidade de mudar alguma coisa do que está encaminhado é com demonstração de unidade do Sul, com empresários e prefeitos juntos de fato, através de suas associações, com o apoio político explícito de deputados e senadores do estado (os atuais e os que vão assumir em 2019).

O Sul não pode ser contra o pedágio, porque é a única forma de garantir a manutenção da estrada.

Mas, é inadmissível que sejam adotadas regras diferentes para os trechos Norte e Sul da BR-101 no estado.

No trecho Norte, de Florianópolis para cima, a tarifa é R$ 2,70 e tem três praças de pedágio, uma distante 100 quilômetros da outra.

Para o trecho Sul estão projetando mais quatro praças, distante 50 quilômetros uma da outra, e tarifa de R$ 4,20, valor de hoje, que vai sendo atualizado até a implantação.

O mínimo que o Sul deve cobrar é mesmo tratamento. Nem mais, nem menos. Mas, mesmo que pareça óbvio, simples, vai ser preciso muita briga em Brasília.


Uma questão de tempo

Em Florianópolis, ontem, a Câmara de Vereadores aprovou projeto de lei que estabelece horário livre para o comércio.

A proposta do vereador Bruno Souza (PSB) foi aprovada por 16 votos favoráveis, três abstenções e quatro ausências.

Atualmente, a legislação permite que os estabelecimentos comerciais funcionem das 7 às 22h, durante a semana, e das 7 às 20h, aos sábados. Quando o projeto virar lei, cada loja define o seu horário.

A flexibilidade é efeito dos novos tempos e costumes.

Nem todas as lojas precisam abrir ou fechar nos mesmos horários. O comércio precisa se adaptar cada vez mais à disponibilidade do consumidor.

Em Criciúma, a discussão sobre horário livre já foi feita quando Eduardo Moreira era prefeito e Fábio Carpes o secretário de Planejamento, década de 90.


Clésio com o Comandante

O prefeito Clésio Salvaro (PSDB) se reuniu, ontem, com o governador eleito Comandante Moisés (PSL), em Florianópolis.

Foi o primeiro prefeito a se reunir com Moisés depois da sua eleição no segundo turno.

A conversa foi no centro administrativo, a pedido do prefeito, e demorou poucos minutos.

Salvaro informou que precisa tratar do CASE e Moisés garantiu que sua assessoria vai marcar audiência para os próximos dias.

O prefeito estava acompanhado dos vereadores Geovana Zanette (PSDB) e Ademir Honorato (MDB).


Com o Comandante 2

Salvaro recorreu ao governador eleito depois de ouvir do atual governo que não há previsão para execução das obras incluídas nas medidas compensatórias negociadas com a comunidade para operação do CASE.

A obra está pronta, mas enquanto o governo não anunciar o cronograma de obras, a prefeitura não emite licença para operação.


O primeiro

Antes de Salvaro, o governador eleito Comandante Moisés despachou, ontem, com outro criciumense. Secretário Acélio Casagrande, da Saúde.

Mas, a reunião entre eles demorou mais de três horas. Acélio deu todos os detalhes do funcionamento da secretaria e da dívida que vai ficar.

Segundo Acélio, será em torno e R$ 500 milhões, o que representa menos da metade do que recebeu em fevereiro.


Sob nova direção

O deputado estadual eleito Coronel Mocelin (PSL), já anunciado como futuro líder do governo do Comandante Moisés na Assembleia, reiterou, ontem, na Som Maior, que o fechamento das secretarias regionais estará entre os primeiros atos, em janeiro.

Descartou, no entanto, a possibilidade de privatização da Casan e Celesc. “Se a empresa pública dá lucro, não tem que privatizar, e essas duas estão superavitárias, e bem administradas”, argumentou.

 
Do quadro

Mocelin disse também que a equipe de governo terá muitos técnicos que são funcionários de carreira do Estado.

“Em todas as secretarias tem profissionais competentes”, disse


Fora do comando

O deputado Mocelin informou que o PSL decidiu não que não terá candidato à presidência da Assembleia.

Vai compor com outras forças políticas alinhadas ao novo governo.

Disse que o PSL só vai pleitear um cargo na mesa, que será ocupado pelo deputado Ricardo Alba, de Blumenau, o mais votado entre todos os deputados eleitos.

Mas, garantiu que não há nenhuma negociação em andamento.


Julio no páreo

O deputado estadual eleito da região Julio Garcia (PSD) é o mais forte candidato à presidência da Assembleia.

Ele vem recebendo manifestações de apoio de deputados de vários partidos. Mas, por enquanto, ainda não confirmou a candidatura.

Se for eleito presidente, Julio será a principal função política de Criciúma a partir de janeiro.

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