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A demora pelo julgamento do impeachment dos respiradores

E a maior bancada de apoio de Clésio na Câmara
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 18/02/2021 - 06:33Atualizado em 18/02/2021 - 07:58

No dia 9 de dezembro de 2020, a presidência do Tribunal Especial de Julgamento do segundo pedido de impeachment contra o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), decidiu suspender a sessão de votação do relatório, que estava marcada para cinco dias depois.

Com a decisão, foi atendido pedido do deputado Valdir Cobalchini, MDB.

O segundo pedido de impeachment trata do caso dos r$ 33 milhões pagos pelo Governo do estado para compra de respiradores que nunca foram entregues.

O deputado entendia que os membros do Tribunal Especial deveriam ter acesso ao inquérito feito pela Polícia Federal sobre o caso dos respiradores e os r$ 33 milhoes que foram pagos sem a entrega dos equipamentos.

Já estamos na segunda quinzena de fevereiro, e não há previsão de nova data para sessão de votação.

Nesta semana, o deputado Cobalchini sugeriu que os membros do Tribunal especial aguardem decisão do Superior Tribunal de Justiça sobre o caso.

A indefinição, no entanto, está motivando questionamentos e duvidas nos meios juridicos e políticos do estado.

Afinal, o primeiro processo, que absolveu o Governador, teve julgamento muito rápido.

O caso dos respiradores é considerado mais delicado. Oferece mais risco ao Governador.

Afinal, Governador é ordenador primário e o seu Governo repassou r$ 33 milhões para uma operação que foi um golpe praticado contra o erário público.

 

Nadando de braçada

O que era especulação, projeção, acabou se confirmando. O prefeito Clesio Salvaro está começando novo mandato com uma bancada de apoio de 12 votos na Câmara de vereadores, de um total de 17.

A confirmação se deu na votação do projeto para devolução ao ex-proprietários da áea do Morro do Céu. Um projeto polêmico.

Foram dados 10 votos em plenário a favor do projeto do Prefeito.

Mas, a vereadora Geovana Benedet, PSDB, que estava presidindo a sessão, não votou, nem o presidente, vereador Arleu da Silveira, PSDB, que estava viajando.

São os dois vereadores mais ligados ao Prefeito.

E se for preciso, o prefeito ainda pode atrair mais um ou dois vereadores, e chegar aos 14.

É a maior base de apoio que Salvaro ja teve na Câmara desde o seu primeiro mandato como prefeito da cidade.
 

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