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Sindicato faz nova proposta e reunião decisiva pode marcar o fim da greve na Afasc

Professores e associação se encontram na tarde desta segunda-feira (18), na sede da Afasc

Por Davi Brabos Criciúma, SC, 18/05/2026 - 11:41 Atualizado há 1 minuto
Novo encontro decisivo acontece nesta tarde - Fotos: Gabrielle Rebelo/4oito
Novo encontro decisivo acontece nesta tarde - Fotos: Gabrielle Rebelo/4oito

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O imbróglio entre a Associação Feminina de Asssistência Social de Criciúma (Afasc) e o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino da Região Sul de Santa Catarina (Steersesc) terá um novo momento decisivo na tarde desta segunda-feira (18).

Às 15 horas, a associação e o sindicato se reúnem mais uma vez na sede da entidade, desta vez para discutir um fim imediato para a greve dos professores, que começou na última terça-feira (12).

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Sindicato discute proposta antiga da Afasc

Durante o debate, o presidente do sindicato, José Argente Filho sugeriu que a última proposta apresentada pela Afasc fosse mantida até o julgamento definitivo da ação. A decisão da Justiça sobre o direito ou não dos professores ao piso nacional do magistério deve sair em junho.

Mantém os 6,36% e seguimos a vida. Se a Afasc ganhar, ganhou”, comentou, sugerindo que a proposta seja encaminhada em caso de desfecho desfavorável a Afasc na Justiça.

A possibilidade passou a ser discutida pela associação, embora o advogado da Afasc, Alexandre Barcelos tenha ressaltado a necessidade de recalcular os impactos financeiros da paralisação.

"Podemos pedir urgência para que antecipe isso. Não necessariamente precisaremos esperar isso em estado de greve, porque a Afasc vai acabar perdendo o contrato por não cumprir", propôs.

Ouça a entrevista na íntegra:

Reunião acontece nesta segunda

Professoras estão em greve desde a última terça-feira (18) - Foto: Gabrielle Rebelo/4oito

Segundo Argente, a prioridade neste momento é evitar que o conflito continue prejudicando famílias, alunos e professores.

“Alguém tem que ter juízo, nós temos que sentar em uma mesa e achar uma saída, não é um querer matar o outro. São 6 mil crianças e mil professores fora da sala de aula”, afirmou.

Do outro lado, Barcelos argumentou que a associação já apresentou todas as propostas financeiramente possíveis dentro do contrato atual mantido com a prefeitura. “A Afasc não tem uma máquina de fabricar dinheiro que possa atender um valor maior do que já ofertou”, disse.

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