Após a partida contra o Atlético/GO, o técnico do Criciúma, Eduardo Baptista, esclareceu a opção tática que chamou a atenção durante o jogo. A ausência de um primeiro volante de origem desde o início, função que tradicionalmente poderia ser ocupada por Jean Irmer.
Durante boa parte do confronto, o meia Marrony foi visto ocupando espaços mais recuados na marcação, enquanto o meio-campo contou com a presença de dois jogadores de característica mais leve e móvel: Gui Lobo e Fellipe Mateus.
Segundo o treinador, a escolha foi estratégica e baseada no perfil da partida.
“Hoje era um jogo que a gente precisava dos meias. A gente sabia que ia ter que jogar e que precisava de um meio-campo leve, porque as marcações eram muito incisivas. Por característica, o Gui e o Felipe apresentam isso. Eles têm uma mobilidade maior".
Eduardo explicou que Jean Irmer é, de fato, o primeiro volante da equipe, mas que a ideia inicial era priorizar a posse de bola e a fluidez no setor.
“O Jean é o primeiro volante. Tanto é que, quando a gente faz o gol, a gente já tinha pedido para o Jean entrar, para conter um pouquinho ali. Mas, infelizmente, a gente tomou o gol em seguida".
Para o comandante carvoeiro, a estratégia visava ter mais controle do jogo através da circulação da bola no meio-campo.
“Por característica, a gente queria ter mais a bola, ter meias ali, porque isso poderia nos trazer um benefício durante o jogo".
O volante Jean Irmer foi titular em dois jogos do Criciúma na Série B do Brasileiro: contra Náutico e Goiás.
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