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'Saída jurídica seria lamentável': Afasc e professores se reúnem para evitar greve

Sindicato cobra acordo para reajuste salarial sem a necessidade de judicialização

Por Davi Brabos Criciúma, SC, 06/05/2026 - 10:49 Atualizado em 06/05/2026 - 10:55
Encontro acontece na sede da Afasc, nesta quarta (6) - Fotos: Gabrielle Rebelo/4oito
Encontro acontece na sede da Afasc, nesta quarta (6) - Fotos: Gabrielle Rebelo/4oito

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O sindicato dos professores e a Afasc se reúnem na manhã desta quarta-feira (6), para evitar a possível greve dos professores em Criciúma. O encontro acontece na sede da instituição, e une os dois lados da moeda que buscam o acordo para garantir a manutenção dos serviços.

A demanda dos professores segue sendo a mesma: o pagamento do piso nacional do magistério. No entanto, a negociação pode resultar em acordo, também para evitar a judicialização do processo.

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"Seria lamentável para nós dois. O caminho é a negociação, e é exatamente isso que nós vamos buscar aqui hoje, pela quinta vez", disse o presidente do sindicato, José Argente Filho, ao Portal 4oito. Pensando em evitar todo o processo burocrático da judicialização, o sindicato se mostrou disposto a, inclusive, parcelar o piso.

Caso não seja efetuado um acordo e nem o pagamento do piso, a classe iniciará a greve a partir de sexta-feira (8). "O pessoal está decidido a parar para mostrar a sua insatisfação, para buscar a sua valorização e em busca do piso", garantiu. 

Sindicato e professores se reúnem desde as 10h - Foto: Gabrielle Rebelo/4oito

Professora afirma que classe não tem aumentos reais desde 2012

Caso a greve seja consolidada e iniciada na sexta-feira, não há uma perspectiva de por quanto tempo os serviços serão paralisados. "É preciso que os pais também entendam que esses professores cuidam dos filhos deles. Então os pais têm que, nesse momento, nos ajudar", apela Argente, pedindo o apoio dos pais dos alunos no movimento.

Outras manifestações semelhantes aconteceram no município em 2012, quando a categoria conseguiu um aumento expressivo. No entanto, desde então, os valores só foram reajustados dentro da inflação. "O salário hoje, comparado com o salário dos professores da rede municipal, é bem diferente, é muito inferior", destaca uma professora da rede, presente no encontro.

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