Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!

Justiça decide que Ulisses Gabriel não cometeu improbidade no caso Orelha

Decisão de primeira instância rejeitou ação do MPSC, que anunciou recurso

Por Eduardo Fogaça Criciúma, SC, 30/10/2026 - 10:18 Atualizado há meio minuto
Ulisses foi acusado de improbidade administrativa e de utilizar o caso para capitalizar politicamente | Foto: Lucas Mackowieski/4oito
Ulisses foi acusado de improbidade administrativa e de utilizar o caso para capitalizar politicamente | Foto: Lucas Mackowieski/4oito

Quer receber notícias como esta em seu Whatsapp? Clique aqui e entre para nosso grupo

A Justiça decidiu, em primeiro grau, que não houve improbidade administrativa por parte do deputado e ex-delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel (PL), durante a investigação da morte do cão Orelha. A ação é de autoria do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

A decisão foi assinada pela juíza Luciana Pelisser Gottardi Trentini, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Florianópolis, e ainda cabe recurso.

LEIA MAIS

A investigação sobre a morte do cão comunitário foi iniciada em janeiro de 2026 | Foto: Divulgação

O Ministério Público alegou que Ulisses Gabriel utilizou o caso para se promover e construir capital político para uma futura candidatura eleitoral. O órgão também solicitou o pagamento de danos morais coletivos de mais de R$ 700 mil. A Justiça entendeu que o ex-delegado é inocente de todas as acusações, não encontrando elementos que indicassem favorecimento ou improbidade administrativa.

Ministério Público irá recorrer

Logo após a decisão, a 40ª Promotoria de Justiça da Capital declarou que irá recorrer ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

“O recurso será interposto no Tribunal de Justiça de Santa Catarina após a publicação do acórdão e a análise dos fundamentos da decisão”, declarou em nota.

Relembre o caso Orelha

O cão comunitário Orelha foi eutanasiado em janeiro, após aparecer em uma praia de Florianópolis com supostos “sinais de espancamento”. O caso gerou comoção nas redes sociais e foi registrado na Polícia Civil em 16 de janeiro.

Em maio, o caso foi arquivado. Laudos periciais afastaram a hipótese de maus-tratos e indicaram que a morte foi em decorrência de uma doença preexistente.

Copyright © 2026.
Todos os direitos reservados ao Portal 4oito