A Baly, empresa catarinense e sucesso nacional em vendas conseguiu nova liberação para continuar a produção e vendas em todo o país do produto "Baly Tadala". Na última semana, o produto foi processado pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/RJ), por suspeita de propaganda enganosa e rotulagem irregular.
O Procon alega que a empresa induz o consumidor a acreditar que o medicamento Tadalafila, voltado à disfunção erétil, esteja incluso na bebida. Uma das alegações é o slogan do produto: "O Baly que te leva pra cima".
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Apesar do novo processo, a empresa de Tubarão teve o pedido acatado pelo Poder Judiciário do Rio de Janeiro, que manteve a permissão para as vendas.
A fábrica reafirma que segue todas as normas sanitárias, regulatórias e de rotulagem, deixando claro ao consumidor que se trata de uma bebida energética sem qualquer medicamento.
"Todos os produtos Baly são completamente regulares e não apresentam risco do ponto de vista toxicológico ou regulatório", aponta Dayane Titon Cardoso, no comunicado emitido pela empresa.
Procon denuncia outras duas empresas
No mesmo contexto da Baly, o Procon do Rio de Janeiro denunciou, também, a empresa Don Luchesi, responsável pela bebida "Doctor Gin", que também possui uma versão "Sabor Tadala".
"Sabor Energético"
Outra empresa denunciada por suposta propaganda enganosa foi a responsável pela bebida "Whisky sabor energético", da Mansão Maromba. O produto, sensação nas redes sociais, é apontado como whisky, mas no rótulo consta como coquetel alcoólico.
Além disso, a bebida possui um teor alcoólico de 37%, abaixo do padrão para que seja considerado whisky, que precisa ter ao menos 38%.
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