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Funcionários do Hmisc anunciam greve e cobram pagamento de benefícios

Paralisação inicia nesta sexta-feira, em Criciúma

Por Lucas Mackowieski Criciúma, SC, 05/03/2026 - 14:20 Atualizado há quase um minuto
Sindicato afirma que problemas se arrastam há meses | Foto: Divulgação
Sindicato afirma que problemas se arrastam há meses | Foto: Divulgação

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Os trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (Hmisc), em Criciúma, iniciam nesta sexta-feira (06), às 6h, uma greve por tempo indeterminado. Segundo o Sindisaúde, a paralisação ocorre por causa de atrasos e pendências financeiras que ainda não teriam sido resolvidos pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), responsável pela administração da unidade.

Em 5 de fevereiro, os trabalhadores já haviam feito uma paralisação de algumas horas pelos mesmos motivos. A reportagem entrou em contato com o hospital para saber o posicionamento da instituição. Até o momento da publicação, não houve retorno.

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Durante a greve, pelo menos 50% dos atendimentos devem ser mantidos, conforme determina a legislação para serviços essenciais.

Funcionários cobram regularização de salários e benefícios | Foto: Divulgação

O que motivou a greve

De acordo com o sindicato, os principais problemas apontados são:

  • Atraso no vale-alimentação

  • Atraso no vale-transporte

  • FGTS em atraso

  • Falta de repasse de descontos de empréstimos consignados

  • Diferenças no pagamento do complemento do piso da enfermagem, com prejuízo de cerca de R$ 300 por trabalhador

Hospital deve manter 50% dos atendimentos durante a greve | Foto: Divulgação

Segundo o presidente do Sindisaúde, Cléber Ricardo da Silva Cândido, a paralisação é uma forma de pressionar por respostas.

“O objetivo da greve é cobrar solução para problemas que se arrastam há meses e impactam diretamente a vida dos trabalhadores”, afirma.

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