Os pré-candidatos das Eleições 2026 já podem começar, a partir desta sexta-feira (15), a arrecadar recursos para as campanhas eleitorais. Entre as modalidades liberadas pela Justiça Eleitoral está a chamada “vaquinha virtual”, feita por meio de plataformas cadastradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A arrecadação por financiamento coletivo permite que eleitores contribuam diretamente com candidatos ou partidos políticos pela internet. A prática já foi utilizada nas eleições de 2018, 2020, 2022 e 2024.
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Apesar da liberação da arrecadação, o dinheiro só poderá ser usado oficialmente após o registro da candidatura, abertura da conta bancária específica e emissão do CNPJ de campanha.
Vaquinha virtual precisa seguir regras
As doações devem ser feitas apenas por pessoas físicas. Empresas e fontes estrangeiras estão proibidas de contribuir com campanhas eleitorais.
Além disso, as plataformas responsáveis pela arrecadação precisam estar cadastradas e autorizadas pelo TSE. O site pessoal do candidato, por exemplo, não pode ser usado para arrecadar recursos.
A Justiça Eleitoral também exige transparência no processo. O nome do doador, CPF e valor da contribuição devem ser informados, além da emissão de recibo para cada doação realizada.
Plataformas já foram aprovadas pelo TSE
Até o momento, quatro empresas estão autorizadas pela Justiça Eleitoral para operar o financiamento coletivo nas eleições deste ano.
Entre elas estão:
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AppCívico Consultoria Ltda
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Elegis Gestão Estratégica
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GMT Tecnologia
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QueroApoiar.com.br Ltda.
Caso o pré-candidato desista da disputa ou tenha o registro negado, o valor arrecadado deverá ser devolvido aos doadores pelas plataformas responsáveis.
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