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Após década de impasses, servidores celebram aumento acima do piso em Criciúma

Proposta da prefeitura foi aprovada nessa terça, mas ainda precisa de aval da Câmara dos Vereadores

Por Davi Brabos Criciúma, SC, 06/05/2026 - 09:51 Atualizado em 06/05/2026 - 09:55
Reunião do Siserp aprovou reajuste nessa terça (5) - Foto: Arquivo/4oito
Reunião do Siserp aprovou reajuste nessa terça (5) - Foto: Arquivo/4oito

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Em meio ao impasse entre a prefeitura e os professores da Afasc, os servidores de Criciúma aprovaram a proposta do município para o reajuste salarial da categoria. O dissídio contempla um aumento de 1% em relação a inflação. O aumento ainda precisa ser debatido na Câmara de Vereadores.

Para o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Criciúma e região (Siserp), o reajuste real é uma demanda antiga, desde a mudança de gestão do município, com a saída de Salvaro e entrada de Vaguinho.

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"Mais de 12 anos em que a gente não conseguia sentar a mesa e construir. Porque para sentar a mesa e construir precisa haver vontade de ambas as partes para fazer", desabafa o presidente do sindicato, Reginaldo Bernardo. 

O acordo, no entanto, em nada interfere quanto ao requerimento de aumento dos profissionais da Afasc, que cobram o pagamento integral do Piso Nacional do Magistério. Nesta quarta-feira (6), às 10h, a associação e o sindicato se reúnem em um momento decisivo, que pode definir se haverá greve ou não.

Representantes do Siserp se reuniram com a administração municipal na última semana, e discutiram contraproposta nessa terça (5) - Foto: Dviulgação/Siserp

Reajuste será acima do piso salarial

De acordo com o coordenador do Comitê Gestor, Celito Cardoso, o aumento salarial efetivo será superior a 10%, que somado ao valor atual, ultrapassa o piso nacional. O montante terá uma compensação de 5% para regência de aulas.

Um ponto criticado pelo sindicato é a falta de aumentos reais recentes, principalmente pelos desentendimentos com o ex-prefeito Clésio Salvaro. Dentre os casos, o que mais desagradava era a situação com os professores no começo da carreira, que recebiam abaixo do piso. "A gente vinha para a mesa debatendo isso e não tinha evolução", disse o presidente do Siserp.

Uma pauta que ainda segue em aberta é a valorização dos docentes com doutorado. "Tem mais de 30 profissionais na educação do município com doutorado, e que não tem nenhuma valoração por isso", destacou.

Ainda, Bernardo destacou evolução no assunto sobre a redução do Vale Alimentação, quando o servidor estava indisponível por questões de saúde. "Ele era penalizado duas vezes, penalizado porque adoecia e penalizado porque perdia o valor do Vale Alimentação", conclui.

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