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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 07/05/2020 - 18:01Atualizado em 07/05/2020 - 18:01

Em outros artigos me lembro de ter citado este  acrônimo e com certeza, falei em muitas aulas de Pós Graduação, treinamentos realizados e sessões de Mentoria. Mas, não custa relembrar que para compreendermos alguns conceitos é preciso resgatar suas origens. O VUCA é um termo de cunho militar mais precisamente criado pela Army War College, Pensilvânia. O termo foi criado para a Escola de Graduação do Exército dos futuros generais. O que motivou a criação do termo foram as situações vinculadas aos conflitos, cenários de incertezas e volatilidade somados às medidas ambíguas tomadas na época. Deste contexto, o mundo corporativo associou à similaridade dos cenários e hoje usam também para expressar a realidade dos negócios.

Aplicando o conceito para o momento atual, o VUCA se representa  pela volatilidade das mudanças, tecnologias, vírus, finanças, somadas às incertezas que consigo trazem instabilidade, emocional principalmente, a complexidade de encontrar uma única resposta ou verdades absolutas e,  com isso, o dilema de construir planejamentos e a convocação para  decidirmos rapidamente sobre situações com ambiguidades...difícil né? Bem-vindo ao mundo (MU)VUCA.
No dicionário, MUVUCA significa agitação, tumulto, não é, de fato, o quê estamos vivendo? Um tumulto de informações, aliás, onde estão as verdades? Uma agitação interna, desconforto, nada calculado, incertezas, medos, na muvuca a inteligência emocional passa a ser o "soft skill" mais desejada – até então negligenciada por inúmeros cenários e pessoas. Entenda que inteligência emocional não é sobre apenas conhecer e gerenciar emoções, é sobre aplicá-las nos momentos adequados. 
Nessa agitação toda, é fundamental reconhecer que todos precisamos ser ambíguos, ágeis e ao mesmo tempo calmos para que a agitação não nos distancie do nosso senso de propósito, a nossa bússola emocional precisa estar ativada para que  não tomemos decisões precipitadas diante de tantas opções de caminhos "versus" a pressão por ter que escolher algo.

A vida atual é tão ambígua que a única certeza que temos é a da mudança para isso, flexibilidade e resiliência são componentes fundamentais para você olhar para a muvuca e enxergá-la sem supergenarilizações e entender sua dimensão, durabilidade e necessidades de aprendizados que lhe serão exigidas.
Pare de ficar dizendo sobre o novo normal, nunca fomos normais, ser normal significa ser conforme, usual, comum, desculpe, somos grandes demais para sermos comuns. Que você olhe para essa muvuca ou para esse mundo VUCA como um convite para aceitar que essa desordem toda lá fora, ressoa na  desordem de dentro...casa que está arrumada, bagunça externa não incomoda. A muvuca chegou para lhe mostrar o que você não parava para ver, não há nada de errado nessa bagunça toda, era você que estava hipnotizado em uma rotina automática, diminuindo sua existência a fazer todos os dias o mesmo, acorde, muvuque-se!!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 30/04/2020 - 16:26Atualizado em 30/04/2020 - 16:32

Há alguns dias aderimos a um novo acessório, obrigatório para alguns lugares, optativos em outros, necessário para todos.  Estamos nos adaptando a essa nova mercadoria e mercado, empresas já fizeram negócios através das máscaras(literalmente). Estamos aprendendo a nos conectar, comunicar e até mesmo, nos esforçando para reconhecer o que, até então, nos era conhecido, inclusive os rostos. Passamos por conhecidos e não conseguimos ter certeza se a pessoa que estamos pensando é, de fato, aquela à nossa frente, já que a máscara altera nossa percepção. O que isso significa? Para muitos apenas estão “trocando de máscaras”, outros estão caindo máscaras e, uma parte ainda se esconde atrás das máscaras.
Quando falo de máscara me refiro não a este objeto que você está obrigado a comprar devido à situação em que vivemos, falo das máscaras invisíveis que usamos para nos proteger, disfarçar, coagir, amedrontar e tantas outras utilidades.
Você já parou para pensar em qual grupo se encontra? Nos que estão trocando, caindo ou se escondendo? Entenda máscaras como características que nos identificam – isso serve para pessoas e culturas. Então, existe a máscara do líder perfeito, bonzinho, paizão, cruel, chato, existem os colaboradores produtivos, engraçados, malas, inconvenientes, extrovertidos e existem as empresas corajosas, disruptivas, tradicionais e as que vendem uma imagem do que não são.
Neste momento, muitos de nós estamos convocados a alterar esse mecanismo, por exemplo, de introvertido, passamos a ter de encarar a exposição das redes sociais, a de conformados pela de apaixonados pela mudança. E, quando falo das máscaras perdidas, me refiro às da vulnerabilidade, que expôs que grandes líderes e negócios erram e são imperfeitos, possuem medos e também tomam decisões erradas e que bom, assim paramos de romantizar o sucesso. E sobre as máscaras que estão caindo, me refiro à culturas frágeis que perderam o “propósito” na primeira grande crise em que passaram ou daquelas que os puffs e ambiente despojados não foram suficientes para manter o desejado engajamento. 
O momento é de reinvenção...das máscaras também e, para isso, comece pensando em quais você tem usado nos últimos tempos? Eu sei, você vai dizer bem seguro de si: “Eu não uso máscaras, sou uma pessoa íntegra  e transparente”, ok, então você já me disse sobre duas de suas atuais máscaras. Não entenda máscara como “forçação” de barra, tentando ser o que você não é, e a entenda como mecanismos que usamos e, às vezes, usamos tão fortemente que nos conferem rótulos. Logo, se estais com dúvidas, pergunte aos seus mais próximos, e tenho certeza, máscaras irão surgir. Neste momento tão propício, fica o convite, a sua máscara atual representa de fato quem é você? Pense nisso!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 20/04/2020 - 21:41Atualizado em 20/04/2020 - 21:41

Já observou que a maioria das pessoas tem comportamentos muito semelhantes? Isso acontece porque somos seres sociais e por isso, temos uma necessidade de sermos aceitos e estarmos inclusos em ambientes diversos. Talvez você nem tenha se dado conta, mas sempre que mudas de emprego, de emprego, cidade, de relações, gestores, o seu nível de semelhança com os comportamentos destes ambientes é imenso, quando voce vê, está falando igual, tento preferências alimentares, musicais semelhantes, suas roupas se parecem e claro, pensamentos e movimentos, já se deu conta disso? A esse efeito, nós Psicólogos, damos o nome de “Efeito Manada”, ou “Efeito Maria-Vai-Com-As-Outras", termo utilizado para descrever situações em que indivíduos reagem de maneira semelhante, mesmo que de forma irracional, mas atendendo à pressão exercida pelo grupo.

E nos dias atuais, o que representa nosso efeito manada? Basicamente em tudo!! É só olharmos para o mundo da moda, as roupas representam muito essa necessidade de usar o que está sendo aceito pelo mundo, e então, pessoas usam mesmo sem poder pagar e algumas vezes, até sem gostar. Faz sentido? Não, mas nossos vieses alteram muitas vezes nossa percepções racionais e conscientes. Outro exemplo muito gritante são as mídias sociais, a moda do momento são as lives, envio de recebidos para blogueiras, ofertas de produtos e a maioria das marcas e pessoas hipnotizadas pelos seus próprios dedos, arrastando telas e repetindo um padrão. Será que, de fato, estamos usando toda a nossa capacidade de penso? (Me incluo nisso).

Importante lembrar do efeito manada das fake news, encaminhamos noticias insanas, sem termos certeza se de fato fazem sentido, pelo simples fato de que recebemos de outros e precisamos fazer o mesmo. Efeito manada das declarações superficiais porque já tem tanta gente falando m.... se sinto no direito de fazer o mesmo... e então, surgem os inúmeros "especialistas" superficiais, empreendedores de palco, e por outro lado, há uma monte de gente fragilizada pronta para acreditar na primeira versão do milagroso "posso lhe ajudar" que aparecer....

Gosto muito do que diz uma frase do filósofo Friedrich Nietzsche: “nos indivíduos a loucura é algo raro – mas nos grupos, partidos, povos, épocas, é regra.” Que tenhamos a sanidade de perceber as regras com criticidade e respeitando nossa essência.

O efeito manada tem um aspecto positivo, que é estarmos “conformes” socialmente e isso, por si só, gera uma sensação interna de aceitação, mas os efeitos nocivos são igualmente sensíveis, se você não está de acordo com a “matilha” você é visto como fora do contexto, desatualizado, excluído e às vezes até como potencial ameaça. Nas organizações e na nossa carreira o perigo é a exclusão de pensamentos e comportamentos diversos, o que não ajuda em nada na criação de novos cenários e contextos, péssimo para o momento em que vivemos.

Como podemos reverter essa situação? Com segurança psicológica. Para tal é necessário primeiro que saibamos reconhecer que sim, a maioria vive em efeito de manada. É assim que queres viver? Agradando ao grupo, ao time, à família, ao mundo mas não a você? A segurança psicológica vem de auto aceitação, de preservação daquilo que faz sentido para você, sem que seja por pressão externa ou necessariamente para agradar algo ou alguém. 

Nas organizações, a segurança psicológica vem de ambientes onde não apenas temos puffs coloridos e post-its nas paredes, mas que na cultura, os pensamentos e comportamentos diferentes não sejam vistos como melhores ou piores mas, como oportunidades. Onde o erro é compreendido como uma possibilidade humana. 

O efeito está à nossa volta a todo momento, no mercado financeiro, de vendas e em nossas casas, o que fará a diferença é sua atenção diante dos acontecimentos, se questionando com maior frequência se, de fato, queremos aquilo que pensamos desejar ou se estamos sendo seduzidos por esse efeito, que muitas vezes nos impede de tomarmos as melhores decisões. Pense nisso!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 14/04/2020 - 19:01Atualizado em 14/04/2020 - 19:03

Mais do que nunca, estamos sendo convidados a repensar a forma como lidamos com tudo, não apenas nos negócios, mas também com nossas emoções, sensações e expectativas. E claro, com nossos clientes e colaboradores, não poderá ser diferente.

Quando falo de expectativa, entenda que a defino como toda e qualquer situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento. Neste momento, todos estamos com muitas expectativas sobre economia, empregos, saúde, vida social e etc. E então, neste anseio de que algo aconteça, temos as experiências, a qual defino como a prática obtida por meio de todos os sentidos. 

Aproveitando o momento e trazendo à tona o caos que estamos vivendo, lhes convido a pensar como este momento é propício para olharmos para as futuras experiências. Em função do confinamento, muitos de nós, até os que torciam o nariz, estão usando aplicativos, seja para gerir e acompanhar ou para relaxar e se relacionar. O que isso nos mostra? Tendências e necessidades que irão surgir, oportunidade de criar experiências incríveis dentro do seu negócio. Segundo dados da Salesforce, com mais 6.700 consumidores de 15 países, 80% dos clientes afirmam que a experiência oferecida por uma marca é tão importante quanto a qualidade dos produtos e serviços que ela entrega. Ainda, 57% afirmam que já deixaram de comprar de uma marca e buscarem o concorrente porque tiveram uma experiência melhor. E em nosso país? A expectativa é ainda maior! Com uma fatia considerável em opinião, 89% dos clientes declaram que tão importante quanto os produtos e serviços comercializados é a experiência que a marca possibilita. 

É preciso tomar cuidado porque ao gerar expectativas é importante que a experiência seja proporcional à promessa, caso contrário, a frustração é gerada e pode trazer danos de reputação à marca e consequentemente reduzir os números do negócio.

Por isso, conhecer o cliente é fundamental e interagir com ela mais ainda, não apenas com interesse no resultado, mas para conhecê-lo a fundo e com base nisso, criar experiências significativas e claro, construir um relacionamento baseado em aliança, onde a fidelidade passa a ser um elemento inegociável. 

Evidente que para as experiências se tornarem interessantes a ponto de alimentar as expectativas é fundamental que se tenha estratégia digital ou física bem estruturada e focada na jornada do cliente e ou colaborador para potencialização da marca, fundamentada na comunicação estruturada e pela experiência do consumidor. O que não dá para fazer é subestimar ou superestimar as expetativas e desculpe, serei repetitiva, há de se conhecer quem é a pessoa, o que faz, do que gosta, que dores possui e como o seu negócio pode reduzir essas interferências. 

É fato que todos temos expectativas e também que, como seres humanos, precisamos de estímulos e interações diferentes para nos mantermos motivados, levando isso em consideração, e diante de todo o apelo de reinvenção que todos somos convidados na atualidade, quais são as atuais expectativas de seus clientes e colaboradores? Qual experiência irá fazer que seu cliente escolha você e não seu concorrente? Pense nisso.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 09/04/2020 - 16:58Atualizado em 09/04/2020 - 16:59

Na história da humanidade existem relatos de grandes momentos, tanto de vitórias quanto de caos, crises, pandemias, algumas presenciadas por muitos de nós e, outras apenas estudamos historicamente, como no final da primeira Guerra Mundial, em 1918, uma pandemia do vírus influenza se espalhou por quase todo o mundo com o número de mortos que ficou entre 20 e 100 milhões de pessoas. A peste negra, entre 1347 e 1351, que matou cerca de 50 milhões de pessoas na Europa e na Ásia, uma das calamidades mais devastadoras.

A guerra mais devastadora da humanidade foi, sem dúvida, a Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945, com o uso de armas nucleares que deixaram mais de 70 milhões de mortos. Em 1986, um reator da central nuclear de Chernobyl explodiu e liberou uma imensa nuvem radioativa, contaminando pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa. Nos tempos atuais, acidentes aéreos, terremotos, boate Kiss, Brumadinho e tantas outras catástrofes, agora, a do momento: COVD-19. Mas o que todas têm em comum? A vulnerabilidade humana.

A vulnerabilidade é a característica de quem ou do que é vulnerável, ou seja, frágil, delicado. Segundo Brené Brown, especialista no tema, vulnerabilidade não é fraqueza, é coragem, na verdade, representa aquelas pessoas que não têm medo de se demonstrarem vulneráveis. Quando você se mostra imperfeito para o mundo, você se torna alguém forte. Até porque é muito mais complexo mostrar imperfeição do que a todo momento demonstrar-se perfeito.

E então, assumindo nossas imperfeições, entendo que não foi o Corona, foi nossa incapacidade de assumir que não estamos no controle de tudo e curvar-se diante disso. Não foi o Corona, foi nossa vida no piloto automático que nos faz repetir todos os dias um padrão, considerando apenas um cenário. Não foi o Corona, foi nossa incapacidade de pensar estrategicamente e sistemicamente, por isso a primeira reação é de desespero, já que tudo saiu do “script”, o medo e uma sensação súbita de que tudo vai terminar nos invade nos tornando quase que irracionais. Passamos a acreditar na escassez de saúde, empregos, dinheiro, vida social, e claro, isso domina nossa capacidade cognitiva.

Mas o que aprendemos diante de tudo isso é o que de fato importa. E o que podemos aprender com essa situação? 

Na minha visão, para situações complexas, precisamos de soluções coletivas, novas formas de pensar e agir. Mais do que nunca, estamos sendo convidados a usar habilidades sociais das quais raramente fazemos uso, como empatia por exemplo, por isso muitos não sabem por onde começam. Que o desespero nos deixa burros, pois começamos a agir apenas com emoções que não nos deixam entender o que de fato é preciso fazer, e então replicamos informações errôneas, acreditamos em todos textos e vídeos recebidos, tomamos decisões precipitadas, brigamos politicamente e o problema, ah...esse continua. Necessitamos aprender a focar na solução e não em investirmos energia no convencimento quase que infantil de nossas próprias percepções. Precisamos nos conhecer o suficiente para não pescar iscas do nosso próprio ego. Apreciarmos estar com quem realmente importa, dar valor a momentos que não são precificáveis. Aprender com o silêncio, valorizar nosso labor e acreditar em nossos potenciais.

Não foi o vírus que agora se representa com a identidade COVID-19, nem há alguns anos como H1N1, assim como tantos outros desastres e tragédias mas sim, nossos comportamentos. Vivemos uma pandemia moral, de valores e carência de reflexão. Para isso, só há um remédio, aliás, dois: consciência e intenção. Clareza, que é proporcional ao conhecimento, para se ter noção de qual é nosso papel como ser humano, cidadão e intenção, vontade para fazer diferente e a diferença. Não foi o corona, Fomos e somos nós!
 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 10/02/2020 - 18:59Atualizado em 10/02/2020 - 19:03

Inúmeros profissionais têm o desejo de mudar de carreira, alguns por medo desistem e outros seguem em frente mesmo que sem muito planejamento e preparo. Mas os números mostram que cada vez mais pessoas por motivo próprio ou por decisão da empresa, no caso de demissão por exemplo, independente do motivo, a mudança torna-se uma necessidade.
Como começar a promover essa mudança?

Primeiro ponto:
O que realmente precisa mudar?
Se você ainda está trabalhando, pare e observe, o que o incomoda no seu atual trabalho? 
Pode ser que o problema não esteja na carreira em si, nas atividades, pode ser desafeto com alguém ou até mesmo algo apenas com você. 
 

Segundo ponto:
Identificar mercados e nichos que você tenha interesse para que depois possa elencar o que precisa ser aprendido e desenvolvido, e então busque, se possível, alguma experiência na nova área, seja como colaborador pontual, estagiário ou simplesmente voluntário. É uma maneira de criar experiência no novo campo de interesse. 
 

Terceiro ponto:
Trabalhe sua marca pessoal. Todos nós somos uma marca. Desenvolva seus pontos fortes, minimiza suas interferências. Desenhe seus mapas de aprendizados. Lapide a sua marca e mostre seu processo de mudança, inclusive nas redes sociais, neste caso o linkedin. Divida com o máximo de pessoas suas experiências e novas intenções ou aprendizados.

Quarto ponto:
Tenha um planejamento financeiro, o planejamento financeiro vai assegurar que você se sinta mais confiante para as próximas etapas. Aprenda a gerir sua planilha de gastos, eliminando aquilo que é desnecessário no momento.

Quinto ponto:

Invista na sua rede de relacionamentos e crie outras. Além de procurar empresas, busque profissionais do novo mercado de interesse que você admira ou se identifica, troque “figurinhas” com essas pessoas, compartilhando e aprendendo. Participar de associações, eventos e cursos com o objetivo de estabelecer relações produtivas.

Sexto ponto:
Pare de ficar esperando a hora certa, se você esperar, talvez nunca chegue. Para recomeçar uma carreira ou transição, a condição ideal pode se tornar uma inimiga para que você realize algo. Simplesmente comece, entendendo que todo o início tem muitas exigências, skills a serem desenvolvidas, às vezes a cobrança de um valor diferenciado até que você vá ganhando experiência e eventualmente o cenário vá mudando, o placar começa a “virar”.

É fato que toda a mudança precisa de consciência (querer) e planejamento (método) para minimizar futuros arrependimentos.
Todo o processo de mudança precisa de tempo para gerar experiências, aprendizados e nos mostrar se a escolha de fato alimenta nossas expectativas e valores. Como levam tempo, tenha em mente que você vai precisar de disciplina e muitos motivos claros para que sustente os dias que não serão tão fácies. Passado o tempo de plantação é certo, a colheita será frutífera. Pense nisso!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 06/02/2020 - 14:33Atualizado em 06/02/2020 - 14:34

A resposta é sim! Em 2014, o antropólogo David Matsuda publicou estudos que explicam os contextos e causas em que soldados americanos cometiam suicídios, já que associamos este evento à doenças psiquiátricas como depressão, por exemplo. Porém, Matsuda analisou o contexto dos soldados e, em quase cem por cento dos casos, todos os soldados que cometiam suicídio tinham um líder que atormentava suas vidas, um exemplo extremo de liderança tóxica, conceito literário que designa todo o líder que é capaz de gerar uma toxina que cause qualquer tipo de dor, sendo ela física ou psicológica. A liderança tóxica também pode ser caracterizada por comportamentos destrutivos, que possam diminuir a motivação e a autoestima dos liderados. 

Muitas pessoas ainda acreditam que os colaboradores pedem demissão por causa exclusivamente de baixos salários, falta de benefícios, falta de treinamentos, porém, as pesquisa mostram que estes motivos são importantes  mas que a causa mais representativa na hora de deixar um emprego são as pessoas. Isso mesmo, pessoas se demitem de pessoas!

Segundo um estudo da consultoria BambooHR, 44% dos pesquisados alegam ter pedido demissão por causa do “chefe tóxico”, que lhes tirou a motivação de trabalho por uma série de razões. A maior causa, mencionada por 20% dos entrevistados, é o chefe roubar o crédito pelo trabalho feito pelo subordinado, sem reconhecer seu valor e 63% condenam esse tipo de comportamento.

É claro que estas não são as únicas razões. Um artigo publicado na Psychology Today com o título “Urgent Tips for Companies Dealing With a Toxic Boss” (Dicas urgentes para empresas que lidam com um chefe tóxico), aponta que um local de trabalho tóxico apresenta sinais como abuso verbal, os colaboradores sofrem ameaças, formas de pensar diferentes ou discordâncias não são aceitas. Nestes espaços o processo de comunicação geralmente é pobre e falho, não gerando um ambiente onde as pessoas se sintam à vontade para se expressar de maneira espontânea. Cargas horárias abusivas, maus tratos, falta de reconhecimento, também são sinais de empresas que tem lideranças toxicas. O artigo reforça um aspecto importante, “o mau comportamento de um chefe não apenas causa transtornos e várias respostas negativas, mas também pode impactar negativamente na cultura organizacional e modelar o comportamento abusivo de um departamento ou da empresa como um todo.” O comportamento do líder pode impactar na cultura organizacional. Até mesmo porque  na falta de bons modelos comportamentais a probalidade é que se repitam os padrões existentes, neste caso, os tóxicos.

A boa notícia diante de todo caos relatado até o momento é que nem toda a liderança é contagiosa. Ela pode e deve ser contagiante – assim se espera. Para isso, é preciso que haja medidas específicas para mensurar os perfis comportamentais e até mesmo padrões culturais de uma empresa e, posteriormente, decidir qual programa pode ser utilizado com o objetivo de desenvolver as lideranças para auxiliá-las no desenvolvimento de seus gap’s, independentemente do nível de liderança em que o profissional esteja. 

Estar disposto à transformação é o primeiro passo de uma jornada que pode tornar um líder contagiante. E, nessa jornada, consciência e autoconhecimento são aspectos inegociáveis.

Por isso, comece olhando para si: você é um líder contagiante ou contagioso? Pense nisso!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 17/01/2020 - 12:16Atualizado em 17/01/2020 - 12:28

A nossa vida é uma rotina, constante repetir de situações e acontecimentos, que por um lado é bom para situações corriqueiras e por outro, nem tanto, já que nos deixa no piloto automático, e neste formato agimos sem refletir.
Em nosso trabalho isso não é diferente, a nossa rotina que, segundo o dicionário é “caminho utilizado normalmente”, nos faz sermos os mesmos todos os dias e, assim, lidar com as situações. 
Como quebrar essa tal repetição para não ficarmos com aquela sensação do trabalho ser monótono, repetitivo ou que você só vive para ele??
Reservei algumas dicas inspiradas na Psicologia e Neurociência que podem contribuir para o seu dia a dia:
1.    Comece o dia de forma agradável para você, seja ouvindo uma música, comendo algo que goste, lendo algo interessante e então, a probabilidade dessa sensação se ampliar ao longo do dia será maior;
2.    Exercite sua civilidade, que nada mais é do que dar bom dia, boa tarde, conversar com pessoas de forma educada e se interessando por elas.
3.    Organize o seu ambiente de trabalho, casa e relações, cérebro confuso pode ter relação com ambiente externo bagunçado.
4.    Planeje sua semana e, claro, tenha flexibilidade para altera-la caso seja necessário;
5.    Se sentir que está perdendo atenção e concentração, faça aquela pausa, que pode ser tomar água, trocar uma ideia e, após, retorne com foco total. 

Agora é com você, pratique as dicas e aproveite uma rotina mais leve e interessante. Pense nisso!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 16/12/2019 - 10:14Atualizado em 16/12/2019 - 10:16

O que significa economizar? Poupar, economizar recursos. Estamos vivendo a era da experiência, um mundo cheio de novidades, de momentos incertos, e para isso, precisamos de pessoas que não se poupem, não se economizem. Muitos se poupam o tempo todo. A impressão que dá é de que irão gastar. Falta doação, entrega, vontade.

Nas empresas, há colaboradores que se poupam, procurando o caminho mais curto, achando chato participar de treinamentos, não falam em reuniões, e então, ao se poupar, não conseguem se sobressair em um mundo tão competitivo. Sabe aquele tipo que fica contando os dias para chegar sexta? Ou que nunca faz nada porque não tem tempo?  Gente que critica tudo e nunca aponta solução?
Tenho certeza que você conhece muita gente assim. Porque gente assim não se economiza só na empresa, se economiza na vida também. Na família, na saúde, nas relações, não fazem nada além pois não estão acostumadas a ir além, gastar energia para pensar em como ser e fazer diferente porque isso dá trabalho. 
Enquanto você se poupa na vida, menos retorno você terá. As pessoas vão poupar você de novas oportunidades, de decisões, afinal, ninguém quer receber nada que não seja inteiro, completo, intenso.
Entao, olhe para sua vida pessoal e profissional, você se economiza ou esbanja seus recursos internos?
O que podemos fazer para esbanjar mais:
 - participe mais de tudo,
- não queira o caminho mais fácil, foque no aprendizado e no seu crescimento,
- se relacione mais, abrace mais, fale mais de suas emoções.
- Aprenda coisas novas, estude mais, conheça mais.
- Conheça novos lugares, pessoas diferentes.
Aprenda, o que devemos economizar é recurso financeiro, o resto, não deve ser poupado.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 11/06/2019 - 11:20Atualizado em 11/06/2019 - 11:28

Você já parou para pensar quantas coisas deixou de fazer porque ficou com medo? Medo de altura, então não viajou. Medo de morrer, então deixou de sentir adrenalina. Medo de se separar, nem casou. Medo de não saber educar, nem teve filhos. Medo de abrir seu próprio negócio, nunca empreendeu. E tantos outros medos que ficaram dentro de você...
No dicionário o significado da palavra medo é:  "Estado emocional provocado pela consciência que se tem diante do perigo ou de ameaças reais, hipotéticas ou imaginárias; Temor; Comportamento repleto de covardia; Ausência de coragem."

A função do medo em nossa vida é nos avisar de uma possível ameaça e, olhando positivamente, nos preparar para eventos que podem, de alguma forma, ameaçar nossa vida como um todo. Exemplo: você precisa falar em público e sente medo, natural. Nesse caso, o medo vai fazer com que você se prepare mais tecnicamente para que sinta segurança em executar sua ação, ou seja, nem sempre ele será ruim.

Mas esses medos que sentimos são, de fato, reais?
O medo racional é o que surge em uma situação em que realmente estamos em perigo, quando você se depara com um leão na sua frente, por exemplo. Em contrapartida, o medo irracional é aquele que nasce de alguma situação ou objeto que, na realidade, não pode nos causar prejuízo, como é o caso da escuridão ou onde você cria situações de medo sem, de fato, existir evidências sobre aquela situação. A pessoa tem medo de se relacionar com parceiros pois acredita que os homens não prestam, porém, nunca teve um relacionamento nocivo antes. Medos estão ligados às nossas crenças.
Como enfrentá-los?
Se o seu for um medo irracional como falar em público, coloque-se à prova nesta situação. Pode iniciar com algo menor, falando para pessoas que conheces e só depois que se sentir mais seguro, aumentar e diversificar seu público. E é claro que se seus medos estão lhe paralisando por completo, racionais ou irracionais, procure por um profissional da saúde, psicólogo ou psiquiatra para lhe ajudar de forma mais profunda.
Medo tem ligação direta com controle, criamos a falsa sensação de controle absoluto sobre tudo e quando algo nos escapa, ficamos com medo pelo simples fato de não ter como conduzir a situação, por exemplo, escolhas que os filhos fazem, comportamentos de seu cônjuge, etc. Não queira controlar o quê não depende de você, foque sua energia em controlar aquilo que só dependa de você, suas emoções por exemplo.
Não tenha medo de sentir medo, tenha medo de ficar paralisado por causa dele.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 06/05/2019 - 19:07Atualizado em 06/05/2019 - 19:20

O mundo está a cada dia mais virtual. Casamentos acontecem pós  encontros virtuais, empresas que são totalmente digitais, contratações online, pedidos para comer online, pessoas fazem e desfazem amigos online e assim vivemos na atualidade. 
As redes sociais deixam as pessoas muito corajosas, falam o que querem, da forma que querem, sem no entanto, terem que “confrontar” alguém de forma presencial. A possibilidade de anonimato e distantes, protegidos por uma tela, deixa tudo ainda mais fácil.
E é exatamente sobre esse ponto que quero discutir. O que vejo são muitas pessoas imaturas emocionalmente  usando as redes sociais para expressarem sua imaturidade. Porque digo isso? Muitos não usam a inteligência emocional de forma assertiva. E para quem não sabe, a inteligência emocional é a capacidade de controlar os sentimentos e as nossas reações sobre as diferentes situações vivenciadas em nosso dia a dia. Ou seja, quem sabe reconhecer suas emoções consegue distinguir a hora de publicar, o que publicar e porque está com desejo de bloquear pessoas. 
Quando você  identifica as razões que te levam a sentir determinadas emoções e, assim, passa a ter mais controle sobre elas, desenvolvendo relacionamentos mais saudáveis em todas as áreas da sua vida, inclusive os virtuais.
É fato que o uso de tecnologias e  redes sociais mudaram complemente a maneira como nos comunicamos e relacionamos. Se antes compartilhávamos nossas ideias com um grupo pequeno de amigos, hoje, nossas informações podem rodar o mundo.
É por isso que precisamos usar a IE nas redes sociais, para que cuidemos do que postamos e compartilhamos. Há uma falta de empatia incrível nas redes sociais, e isso é muito visível quando acontece uma tragédia, por exemplo, as pessoas só pensam no fato e não nos que estão envolvidos nele. Esquecem das famílias, dos filhos, pais das vítimas e seguem repostando notícias delicadas e que abalam significativamente as pessoas. 
Será que podemos pensar antes de agir? A resposta é, devemos. Pense de forma madura antes de se posicionar, por isso:

1.     Respeite quem pensa diferente.

2.     Seja congruente, o mesmo comportamento on e offline devem ser praticados.
3.     Observe o que provoca suas emoções
4.     Não compartilhe nada que não tenhas certeza.
5.     Só compartilhe o que vai agregar na sua vida e na dos demais.
6. O que você posta diz muito sobre você, isso pode lhe ajudar ou prejudicar profissionalmente.

E quando a imaturidade atinge seu nível máximo, aqueles que não conseguem lidar de uma maneira saudável e madura, bloqueiam as pessoas. Se você bloqueou alguém, seu ex chefe, colegas, concorrentes, saiba de uma coisa: aquilo que tanto te incomoda no outro não é do outro, é seu. 
Em suma, se você não tem condição de lidar com a diversidade de comportamentos, valores e ideias, você não consegue mudar seu ponto de vista sobre as coisas o que lhe impede de inovar. E isso pode colocar seu crescimento pessoal e profissional em risco. As redes sociais são ferramentas fantásticas para manter um contato saudável com quem está distante, compartilhar ideias, aprender e se divertir.
Mas é claro, tome cuidado para que o virtual não se torne mais relevante do que a vida real.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 18/03/2019 - 10:47Atualizado em 18/03/2019 - 11:03

Na Psicologia chamamos de Habilidades Sociais e, segundo Del Prett & Del Prette, são comportamentos socialmente valorizados em uma determinada cultura e com alta probabilidade de resultados favoráveis para o indivíduo.

No mundo corporativo elas são chamadas de "Soft Skills" e são a cada dia mais valorizadas em empresas não só no Brasil mas no mundo. É fato que somos seres sociais e que precisamos nos conectar, e quando fazemos isso de maneira assertiva, nos tornamos mais produtivos.

O termo “soft skills” se refere às habilidades que lidam com a relação e interação com os outros. Já o termo “hard skills” são habilidades técnicas que você pode aprender e são facilmente mensuráveis, como fluência em um idioma ou domínio de uma ferramenta. Cada vez mais, o cenário corporativo enfatiza a promoção do desenvolvimento das soft skills, exatamente por se ter consciência que quando bem desenvolvidas, temos pessoas mais felizes e com entregas satisfatórias. Será que existem "soft skills" pré definidas pelo mercado? A resposta é sim!  Segundo o Fórum Econômico Mundial, em 2020 as habilidades requeridas serão criatividade, resolução de problemas complexos, pensamento crítico, administração de pessoas, coordenação com os outros, inteligência emocional, tomada de decisões, orientação de serviços, negociação e flexibilidade cognitiva.

Como podemos desenvolvê-las?

1.       Aprenda a se autorregular

        Se você aprender a administrar suas emoções, vai se recuperar rapidamente do estresse e de outras situações cotidianas.

2.       Aprenda a gerenciar seu tempo

        Quando for interrompido, pratique se fazer esta pergunta: Isso pode esperar? Posso deixar de lado?

  3. Crie uma cultura de feedback

        Crie sua própria cultura de feedback!

        Peça para amigos, colegas, professores, gestores e familiares – pessoas que o conhecem profissional e pessoalmente – avaliarem suas habilidades de "soft skills" e use as respostas para melhorar.

 

Porque devemos desenvolver as Soft Skills?

Segundo o neuroeconomista Paul Zak, a confiança que está vinculada às habilidades sociais, aumenta a ocitocina o que gera vínculo e pertencimento. Abaixo, segue resultado interessante de uma pesquisa realizada em empresas que conseguiram elevar o nível de confiança e, consequentemente, tornaram-se referência em produtividade, qualidade de vida, engajamento e satisfação com o trabalho.

E então, qual "soft skill" você vai escolher para elaborar um plano de desenvolvimento e adquirir resultados mais interessantes em sua carreira? Se você quer resultados diferentes, tenha novos movimentos.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 11/03/2019 - 09:33Atualizado em 11/03/2019 - 09:40

Na semana passada, comemoramos o dia Internacional da Mulher, e claro, não poderia deixar de escrever, para vocês, aliás, para nós! Nesta data, empresas promovem palestras e eventos para nos permitir uma maior reflexão sobre sobre a diversidade de papéis que temos - e a exigência(nossa) em executá-los com perfeição.

Que tipo de mulher você é? Imagino que você deva estar pensando em mil respostas, na verdade, a resposta ideal (na minha humilde opinião) é: eu sou a mulher que desejei ser. E ser a mulher que se deseja, significa vivenciar um milhão de experiências nos mais diversos papéis, mãe ou não, esposa ou não, irmã ou não, amiga ou não, profissional ou não...são inúmeras as possibilidades. Mas a melhor é aquela que te deixa feliz. A melhor é aquela que não cabe dentro de um padrão e que o único lugar que se encaixa perfeitamente é dentro de você.

Percebo um movimento social e cultural intenso fornçando estilos de mulher considerados os ideias. Mulher, pare de se comparar, seja você! O que seria da indústria do corpo perfeito se não houvesse um exército de frustradas atrás? O que seria da indústria de confecção infantil se não houvesse mães? O que seria da indústria de medicamentos se não houvesse mulheres melancólicas? Cuidado, fique atenta aos apelos do mundo para você ser alguém que não quer.

Alguém já deve ter dito para você que precisava aprender a lavar, cozinhar, cuidar da casa...e depois disseram que você precisava casar e ter filhos e uma família de novela, sim ou não? Sim, porque nós mulheres já viemos ao mundo com alguns decretos oficiais sobre o que devemos ser e fazer. Se, por acaso, você escolher algo diferente disso tudo, Senhor, você se torna diferente, uma estranha no ninho.

Sabe de uma coisa, você pode ser estranha no ninho para quem quiser, menos para você. No quebra cabeça da vida quem define o lugar de cada peça é você. E não há problemas se precisares trocar as peças(papeis), incluir novas, a única coisa que não pode acontecer é a figura do quebra cabeça(você) não lhe fazer sentido.

Independente se você quiser casar, ser mãe, profissional ou tudo isso junto, não se reprima, permita-se ser quem você quer e siga feliz com sua escolha. E, se for necessário alterar alguma rota, não há problema algum, podemos fazer isso sempre porque ser mulher é viver em movimento. Crie suas histórias, viva suas experiências, seja o que voce é, seja a mulher que quiser.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 01/03/2019 - 14:36Atualizado em 01/03/2019 - 14:40

Diante da exposição vivida atualmente, cabe refletirmos o quanto isso, de certa forma, nos torna mais expostos aos olhares alheios e mais do  que isso, aos sentimentos alheios. Um dos sentimentos existentes na condição humana é o da inveja. Considerada um dos primeiros pecados da humanidade, há relatos do impacto dessa emoção em nossa vida relatada na Bíblia, em Gênesis, na passagem em que Caim matou seu irmão Abel por inveja. (Gn 4,8). Outros personagens bíblicos como José e Davi sentiram o “peso” da inveja, inclusive vinda dos mais próximos, seus irmãos. De lá para os dias atuais, infelizmente, não evoluímos muito no quesito felicidade pelo sucesso alheio. Na literatura infantil e dramaturgia brasileira temos também inúmeros exemplos vivenciados em livros, novelas e minisséries, gerando conexão com as pessoas pela similaridade do que vivem. E, no ambiente corporativo, onde muitos maquiam a inveja e nem sempre demonstram o desconforto com o sucesso alheio.
Imagine a seguinte cena, você acaba de ser promovido ou de comprar o apartamento dos seus sonhos, consegue engravidar depois de anos tentando, troca seu carro por aquela tão desejada “nave”. Você, neste momento, está prestes a explodir de tanta felicidade, euforia, fé. Consequência de todo seu esforço, privação, trabalho, competências usadas da forma correta, logo, resultados positivos. E aí, o que você faz? Posta! Compartilha, conta, liga para os “amigos” para compartilhar suas vitórias imaginando que todos irão sentir o mesmo que você. Só que alguém próximo a você solta algo do tipo: “Nossa que invejinha boa estou de você!” Minha pergunta é se existe inveja boa? Você sabe o que é a inveja? Você  já a sentiu?
Para quem não sabe, inveja é olhar para algo que pertence a outra pessoa e nos sentirmos mal porque ela tem algo, acreditamos nós, melhor do que o que temos. Inveja ou invídia, é um sentimento de angústia, ou mesmo raiva, perante o que o outro tem e a própria pessoa não tem. Desgosto provocado pela felicidade ou prosperidade alheia. No livro A Cabala da Inveja, Nilton Bonder, relata que a inveja não só nos deixa desconfortável com as conquistas do outro, como também alimenta crenças sobre a temática de injustiça e vitimização. Já que ficamos buscando uma explicação sobre o sucesso do outro, geralmente, desmerecendo seu esforço ou reforçando que se fosse com você, o líder não seria “tão legal", a situação não seria tão fácil, as condições seriam diferentes. Parece que o mundo sempre está devendo algo para o invejoso. 
A inveja pode ser sentida como uma dor física, por isso nos incomoda tanto. Um estudo publicado pela revista Nature, identificou no cérebro humano a manifestação da inveja. Ao utilizar ressonância magnética, verificaram que a sensação provocada é interpretada por nós de maneira similar a uma dor física quando os participantes da pesquisa se comparavam com pessoas que tinham recebido algo, seja uma promoção ou a conquista de um bem material.
Se invejar, de certa forma, faz parte de nossa rotina, porque negamos que a sentimos? Primeiro por falta de consciência, quando alguém compartilha algo bom que aconteceu consigo e nos sentimentos mal, fingimos que não estamos sentindo, como uma armadura para fugir da nossa própria sombra, ou você nunca se sentiu assim? Encare seus sentimentos, principalmente aqueles não tão bonitos. Não é saudável sentir inveja assim como não é saudável mascarar que você não a sente. Quanto mais próximo da sua sombra mais rápido chegarás na luz.
É fato que sempre que nos comparamos com os outros nos colocamos em uma posição, na maioria das vezes, de inferioridade. E então, vem aquela sensação de que a grama do vizinho é mais verde e está iniciado o ciclo da inveja. Sempre que olharmos para o outro no sentido de nos compararmos, podemos disparar um ciclo negativo caso não tenhamos consciência de fazer a análise completa da “grama do outro”, como por exemplo: em quanto tempo, como, com que habilidades, com quais formações, com quais modelagens, com quais parceiros. Aí sim, conseguimos ter uma noção real sobre o outro e então, usá-lo como um referencial positivo e não para querer ter o que ele tem.
Você pode estar pensando: “Ah, então a partir de agora não vou me expor mais, nem compartilhar com os outros minhas conquistas...” E eu lhe pergunto: o que você está tentado controlar? De fato, não controlamos o que os outros pensam e sentem, por isso, não adianta querer controlar a forma como o outro lhe (in)veja mas, o que podes fazer para minimizar o impacto disso em sua vida é que independentemente do que digam, você siga firme no seu propósito, naquilo em que você acredita e que tanto se esforçou para ter/ser. Se preservar em algumas situações pode ser estratégico, compreenda, é você que está feliz e não o mundo. E na minha visão o mais importante, devolva ao outro o que você tem de melhor, afinal, cada um oferece o que tem, seja aquele que gostaria que fossem para você, no trabalho, família e entre amigos.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 05/02/2019 - 16:18Atualizado em 05/02/2019 - 16:20

Vivemos na era dos excessos: tecnologia, informação, eventos e com toda essa agitação como ficamos ou melhor como lidamos com alguns sentimentos e emoções? Às vezes a resposta é: não sei, não dá tempo de pensar.

Com a felicidade não é diferente. Quer ver como não damos atenção q essa sensação, quantas vezes por semana você pensa sobre sua felicidade? E com relação ao seu trabalho, você se considera feliz fazendo o que faz? Já pensou nisso?!

Bem, primeiro vamos ao conceito de felicidade. Segundo Dra. Christine Carter, Universidade da Califórnia, para sentirmos a felicidade é preciso ter acesso a uma gama de emoções positivas como esperança, gratidão, otimismo, confiança, inspiração e admiração.

Para o mundo organizacional é fundamental promover eventos que sustentam o conhecimento sobre a felicidade já que sabemos que pessoas felizes são mais engajadas, ficam doentes com menor frequência, faltam menos e são mais colaborativas. E porque muitas empresas ainda não fazem nada para isso se tornar frequente?

Muitas não sabem nem por onde começar. Outras acreditam que as ações precisam atingir a todos, ledo engano. A felicidade não é algo que controlamos ou forçamos nos outros e também, não há fórmula mágica. Por isso há algumas ações que podem ajudar a promover um

Ambiente onde as pessoas possam viver experiências felizes, por exemplo:

- Dar liberdade e autonomia para as pessoas permitindo que elas tomem decisões, isso aumenta confiança interna, fazendo com que se tornem mais participativas na empresa;

- Elogiar as pessoas sempre que possível, óbvio que elogios sinceros;

- Justiça e transparência nos processos – em todos;

- Relações positivas e harmoniosas e claro, os líderes neste caso sempre serão os exemplos por isso essa atitude deve iniciar por eles.

Embora não seja possível garantir que ao se fazer isso todos sentirão mais felizes, é claro que se inicia o processo de criar algumas condições para que se possibilite emoções positivas.

E fato que ninguém faz pelo outro aquilo que ele não deseja. Logo, estar feliz é também uma opção. Você escolhe o que vai fazer com o que acontece com você. Um feliz dia.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 21/12/2018 - 11:01Atualizado em 21/12/2018 - 11:06

Seja na vida profissional ou pessoal é muito importante que tenhamos objetivos. Sem eles, ficamos sem direcionamento e todo o esforço realizado parece ser em vão. É fato que só pensar em objetivos, como muitos fazem no final de ano, sem nenhuma estrutura para que de fato ele aconteça, a probabilidade de você chegar em dezembro sem ter feito quase nada ou pouco, é muito grande.
No mundo das organizações, as metas garantem a mensuração do crescimento e produtividade de um time ou de um indivíduo, consequentemente resultando em melhores números para o negócio. Mas é fundamental que as metas criadas sirvam para desafiar e estimular as pessoas e nunca o contrário. E para isso, é necessário que tenha convergência com o negócio e que siga uma estrutura para garantir que as pessoas tenham uma rota previamente desenhada.
Como podemos criar metas estruturadas?
Utilizando a metodologia SMART, que é um acrônimo com as iniciais  em inglês e que aqui já utilizaremos de maneira traduzida. O método SMART é uma forma eficiente de criação de metas. Funciona como uma espécie de checklist, na qual cada meta é verificada e avaliada se possui os requisitos para atingir o resultado.
Na palavra SMART, cada letra tem um significado. Vamos falar de cada uma a seguir:
S — Específica.
Para que se consiga alcançar os objetivos traçados em uma meta é necessário que todos os envolvidos tenham claro entendimento do que se trata. Para isso, ela deve ser específica.
Usamos um exemplo que é interessante: aumentar o faturamento. Se essa fosse uma meta, isso não seria nada específico. Os colaboradores que seriam os protagonistas em realizá-la não teriam o entendimento necessário para criar um plano de ação eficiente. Agora, se a meta fosse aumentar o faturamento em 15% no ano, então seríamos específicos,  logo as pessoas sabem o que, de fato, precisam atingir.
M — Mensurável.
Toda meta criada precisa ser medida.  Se não podemos medir não podemos gerenciar crescimento. Pegando o exemplo anterior, o valor de 15% será o nosso referencial de medida, que deverá ser acompanhado mensalmente para avaliar o desempenho das estratégias e definir se estamos no caminho ou se precisamos criar outras formas de atingir os resultados.
A — Atingível.
Toda meta é criada para um negócio prosperar e para pessoas serem desafiadas e, desta forma, se desenvolverem. Por isso, a meta precisa ser atingível, possível.  Parece óbvio, não é mesmo?  Mas, muitas empresas pecam nesse ponto. E quando isso acontece, aquilo que deveria ser motivo de crescimento vira frustração. Portanto, avalie o histórico de resultados da empresa, faça uma revisão no planejamento estratégico, analise mercado e defina se, de fato, a meta estipulada faz sentido. Se for necessário, ajuste a meta inicial.
R — Relevante.
Ser relevante significa gerar efeito no negócio, caso contrário, não será tratada como prioridade. Como saber se a meta é relevante? Olhe para os números mais impactantes do seu negócio, por exemplo, faturamento, número de clientes, lucros e, então, valide a relevância do ponto a ser alcançado.
T — Temporal.
Esse fator é muito importante, é o momento que vamos colocar prazo para as metas se concretizarem.  Se você cria um objetivo e não estabelece prazo para que aconteça, ele pode ser atingido em 1 mês, 2 anos ou, provavelmente, nunca acontecer.

Agora que você já sabe o que são  metas SMART, experimente utilizar essa ferramenta, para que seu 2019 seja guiado por  um propósito claro e estruturado, só assim garantimos o atingimento daquilo que realmente é importante e significativo para nós. Ah, e não esqueça, disciplina será fundamental para que persistas ao longo da jornada, para muitos ela não será fácil, mas é possível.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 05/11/2018 - 09:30

Para a refelxão de hoje,  segue a perfeita citação de Benjamin Franklin já dizia: "Investir em si mesmo rende sempre os melhores juros." Infelizmente, a maioria dos profissionais esquece disso e, assim, acabam perdendo boas oportunidades de alavancar sua carreira e, consequentemente, suas finanças, reconhecimento pessoal, social e autoconfiança.

Para investir em você é preciso desmistificar a crença que essa responsabilidade é da empresa da qual você faz parte. Não esqueça, a empresa em que você está é temporária, transitória, talvez não, mas é fato que pode ser apenas um capítulo da sua história. A construção do enredo é sua. Então, independente da sua idade, do seu tempo de empresa, se você pretende ser competitivo, você precisa investir no seu bem maior: você.

Quando investimos em nós mesmos, na nossa carreira, estamos trazendo à tona uma necessidade. Investir em você é o mínimo que você precisa fazer em uma realidade tão competitiva. Portanto, não espere que seu líder, seu professor ou seu parceiro sejam motivadores nesse processo. Essa resposta precisa ser sua de mais ninguém. Ou você faz ou ninguém mais fará! 

Se você já está consciente - eu espero que esteja - você deve estar se perguntando: "Como invisto em mim?" Comece fazendo uma autocrítica da sua performance, não saia correndo fazendo coisas desesperadas e sem foco, não saia comprando cursos que outras pessoas fizeram e gostaram, cada um precisa investir naquilo que é necessário para si, logo, o que o outro faz de investimento não necessariamente será bom para você. Então, após fazer a autocrítica da sua performance, liste suas forças e suas necessidades de aprimoramento e, com base nisso, crie um plano de desenvolvimento focado em você. 

Para muitos, e não me surpreende, a maior parte do que precisam investir são competências comportamentais. Embora para alguns o autoconhecimento ainda seja visto com desprezo, o mercado mostra cada vez mais que desenvolver soft skills é, sem sombra de dúvida, o caminho de uma carreira próspera. 
É fato que não existe profissional perfeito, ter consciência disso é fundamental para que você se coloque à disposição do desenvolvimento e do aprendizado contínuo. E não esqueça: "Investir em si próprio rende sempre os melhores juros". Pensem nisso!

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 05/11/2018 - 07:01

O processo de Coaching invadiu fortemente não apenas o mundo das organizações, mas a vida das pessoas de uma maneira geral. É Coach na academia, na escola, nas relações e em muitas outras esferas. Mas, mesmo com tantos campos de atuação, muitos ainda não têm clareza sobre seu conceito. 
Então, para ajudá-los nessa compreensão começa -se esclarecendo o que não é Coaching. Consultoria não é Coaching, Psicoterapia não é Coaching, Treinamento não é Coaching, Mentoria não é Coaching, e então o que sobra?! Coaching nada mais é do que estruturas de diálogos para gerar movimento. Dentro dessa estrutura há um processo de autoconhecimento que potencializa forças e minimiza interferências permitindo a mobilidade. O Coaching é um processo que, quando bem conduzido, ajuda o Coachee, Cliente no processo de Coaching, a aperfeiçoar a sua capacidade de pensar e, como consequência, obter respostas mais assertivas diante de situações diversas. O cérebro quando bem “provocado” é igual ao Google, apresenta boas respostas. 
Importante ressaltar que o Coaching é um só, uma metodologia única e, por isso, não existe uma metodologia para Life Coaching, Executive Coaching e etc. Essa fragmentação acontece porque no Brasil muitas escolas vivem  de cursos e formações e para facilitar, fragmentam a metodologia. Mas não esqueça, o Coaching é um processo e cabe a cada profissional direcionar para o seu nicho desejado.
E como você pode se beneficiar desse processo? Bem, o coaching não pode ajudar a todos. Por exemplo, pessoas com psicopatologias devem ser tratadas por Psicólogos ou Psiquiatras, já que o Coaching não possui arsenal técnico para tratar de doenças Psicológicas. E também não serve para todos porque as pessoas, algumas delas, não estão preparadas para vivenciar este processo, pois é uma metodologia que vai provocar movimento, e então, muitos dos que dizem querer algo, no momento de focar na ação, desistem. Você se beneficiará desta metodologia se estiver preparado para provocar mudanças dentro das mudanças.
Se você quer aprimorar sua carreira, desenvolver habilidades, alavancar sua renda, ser uma pessoa melhor, o processo de Coaching pode ser uma das infinitas opções que existem para quem busca a transformação. Mas, reforço, não há milagres. O cenário só irá se modificar se você desejar isso e mover-se para isso. Permita-se!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 03/10/2018 - 16:57Atualizado em 03/10/2018 - 17:06

Tema provocativo, não?! Em épocas que tudo nos convida a correr, faltam dois meses para o fim do ano, profissionais fazendo perguntas na internet sobre o quê vamos fazer para entregar as metas prometidas ainda nesse ano?! E claro, somado a isso, vem a correria do dia a dia é um corre para lá, corre pra cá…vai para o trabalho, academia, deixa filho na escola, busca filho na escola, vai para faculdade, como aluno ou como professor, e ufa...acaba mais um dia com tarefas que parecem nos engolir. E então, em algum semáforo você para, obrigatoriamente, e  você percebe, dentro de você, uma voz dizendo: "- Coloque o pé no freio, desacelera!"
E junto vem a dúvida, como é que se desacelera?
Primeiro é interessante que você não confunda desacelerar com retrocesso e estagnação. O sentido de desacelerar é apenas controlar seu velocímetro, respirar, prestar atenção nas coisas à sua volta. Descanse! Permita-se parar antes que sua saúde  o obrigue. 
Quem disse que parar um pouco e se ouvir é errado?
Vá mais devagar, assim você vai conseguir pensar mais, planejar mais, respirar mais e colocar as coisas no seu devido lugar, dando a elas o tamanho que elas têm. Caso contrário, você vai dimensionar as coisas e um problema pequeno pode se tornar um problema enorme, o cansaço faz isso!
Desacelera, dessa forma você vai passar pela vida sem perder o melhor dela! Imagine um carro em alta velocidade, o que você consegue ver? Quase nada, não é?! Assim é uma vida em alta velocidade, vê-se muito pouco e sente-se menos ainda. 
O que podemos fazer para mudar? 
A palavra é clichê, mas verdadeira: equilíbrio! 
- Aproveite e fragmente seu dia em algumas partes, trabalho, descanso e cuidados com você;
- Utilize o tempo em trânsito, seja de carro ou qualquer outro meio de transporte para relaxar a mente. Faça exercício de respiração nestes momentos, por exemplo;
- Mantenha em sua rotina momentos para ter contatos sociais, sair com amigos e jogar conversa fora, faz bem!;
-Tire férias uma vez por ano e descanse nos finais de semana. Se não precisássemos dessas pausas, elas não existiriam;
- Saiba dizer não para trabalhos, não lote agenda, isso não é sinônimo de competência, às vezes, é apenas  sinônimo de alguém centralizador;
Em suma, quem desacelera vive o agora, o tempo presente. Há uma verdade nisso tudo, não temos garantia de nada. Viver é sim, fazer escolhas e assumir suas consequências. Viva de uma maneira que você pare de dizer que o tempo está passando muito rápido, pois quando dizes isso confirmas que você é quem passa por ele sem perceber, sem se perceber.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 24/09/2018 - 14:51Atualizado em 24/09/2018 - 15:12

Para quem quer empreender  e não sabe por onde comecar, fique ligado porque em Criciúma, irá acontecer mais uma edição do Startup Weekend.

 

Mas o que é o Startup Weekend?

É um evento que dura 54 horas ao longo do fim de semana onde empreendendores, desenvolvedores, designers e entusiastas se unem para compartilhar ideias, formar equipes e criar startups.

Desde 2016, Criciúma sedia anualmente uma edição  que é o maior conjnto de eventos de  startups do mundo. Neste ano o evento inicia dia 28, 29 e 30/09  na Plurall Coworking.

Tudo começa na sexta feira a noite com os particiantes compartilhando suas ideias e desta forma, inspiram outros a se juntarem a seus times. As ideias mais bem votadas são as escolhidas e então, sábado e domingo, os times se focam em encontrar um modelo de negócio e criar um produto viavel, utilizando metodologias e ferramentas como Lean startup, Business Model Geneartion e Desenvolvimento de Clientes. Há mentores convidados que auxiliam no desenvolvimento do trabalho. No domingo, os times apresentam o que construitram e recebem feedbacks de jurados com expertise em areas diversas.

Os melhores são premiados!

Tem uma ideia? Então, não fique de fora entre no endereço e saiba mais detalhes do evento: https://www.sympla.com.br/startup-weekend-criciuma__299955

 

Sucesso a todos!

 

 

 

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