Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 18/01/2018 - 07:05Atualizado em 18/01/2018 - 13:55

Como vocês sabem, o que escrevo aqui, extraio da realidade da vida, das minhas observações ou do meus clientes. Essa história aconteceu recentemente, eu estava no shopping e, enquanto almoçava, observava o que acontecia ao meu redor. E, na mesa ao lado, havia um senhor e uma criança. O senhor sentou e a criança olhou para ele e disse: “- Ei, esse lugar é meu!” e, então, o pai ou avô do menino levantou-se rapidamente, obedecendo às ordens do pequenino mandão. A partir daí comecei a viajar e vieram as reflexões.

A primeira reflexão é que aquele menino vai crescer e encarar o mercado de trabalho, lugar onde pessoas não deixarão suas cadeiras por nada, como ele vai reagir? Vai gritar ou, talvez, se frustrar diante de um pedido, ou melhor, uma ordem não atendida. Fazendo uma comparação com o quê vejo nas empresas, esse menino no mundo adulto é aquele que não aceita receber um não, não recebe bem feedbacks, não digere que o outro faça ou pense diferente. Lembraram de alguém? Tenho certeza que sim!

A segunda reflexão é a da permissividade excessiva na educação de alguns. Sim, é mais cômodo aceitar do que ver a criança fazendo um escândalo. Sim, é mais fácil entregar o Ipad e deixar seu filho ficar calado enquanto você se diverte na TV ou no restaurante, e por aí vai. Sim, é mais cômodo, só não sei se será o melhor para o futuro. Pessoas precisam de limites. E, dizer um não bem sustentado é muito mais produtivo para a construção de um adulto mais maduro e colaborativo.

Quanto mais atendo empresas, mais vejo comportamentos da infância retratados no cenário adulto. Por isso, da próxima vez que seu filho lhe der uma ordem, independente do que os outros forem pensar, use sua autoridade de pai. Não é porque você ama seu filho que precisa realizar todos os seus desejos. É preciso que se compreenda desde cedo que todo e qualquer espaço se conquista com decência, esforço, disciplina e competência e não com imposições. Aliás, os gestores de RH irão lhe agradecer.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 08/01/2018 - 07:05

Olá, tudo bem?

Como passou o seu fim de ano? Usou cores, alimentou superstições, refletiu, descansou... por aí vai uma série de atos, para alguns interessantes, para outros, bobagens.
É claro que todo o final de ano, representa um ritual, uma passagem de fim de um ciclo e início de outras inúmeras oportunidades.

Quero aproveitar esse clima de ritos para falar sobre carreira, isso mesmo! Estamos em um mundo altamente acelerado, cheio de novidades, gostamos de fazer tudo rapidamente, inclusive, qualquer coisa que fazemos que nos tome muito tempo parece gerar uma sensação de estarmos atrasados com outras coisas, não é assim?
Mas tem coisas na vida que precisam ser feitas devagar, que demandam tempo, como a carreira, por exemplo. É preciso tomar cuidado para não pular etapas que lá na frente podem fazer falta.


Pescamos iscas, principalmente as virtuais, com promessas de resultados milagrosos e rápidos, não se iludam! Tem coisas na vida que a variável tempo é fundamental. Tempo para aprender, tempo para aprender e colocar em prática, tempo para aprender e colocar em prática com maestria e, por aí vai. Essa reflexão será muito válida para os jovens profissionais, que se formam e, com pouca experiência, esperam da noite para o dia, tornarem-se os personagens principais. Cuidado, isso pode ter haver com ambição. E não, não sou contra ambição, sou a favor que você se prepara muito para sentar na cadeira que deseja.

E, como milagres de carreira não acontecem, seguem regrinhas básicas para que sua ambição não seja maior que sua preparação na carreira. Primeiro, estude muito, conhecimento sempre abre portas. Segundo, evidencie seus resultados, o mundo já tem milagrosos demais prometendo transformar sua vida, falar é fácil, prove! Terceiro, respeito a variável tempo, horas de vôo são necessárias para que você potencialize sua performance. 

Conquistar uma carreira de sucesso requer tempo e disciplina, portanto, comece logo e persista. O ritual na carreira é diferente do ritual de fim ano onde pulamos ondinhas, na carreira, não dá para pular etapas, uma carreira sólida se constrói com maturidade e reponsabilidade. Por isso, não acredite em milagres, não pule etapas, o sucesso sem solidez é efêmero.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 31/12/2017 - 08:36


Estava refletindo sobre 2017 e observei a quantidade de mágoas que ouvi, de CEO’s sobre suas equipes, de profissionais sobre seus líderes, de casais sobre suas relações e, então, veio a  inspiração para falar sobre esse tema que julgo relevante.


Obviamente vou lhe fazer perguntas: o que é mágoa para você? No dicionário, significa desgosto recolhido cujas marcas transparecem no semblante, nas palavras; tristeza, amargura, pesar. Com base na sua definição, quem o magoou e porquê? Qual a sua permissão nesse processo? 
Não haverá mundo sem mágoas, pessoas vão continuar traindo, líderes demitindo, golpes, e toda a forma de comportamento inadequado que, em algum momento, vai provocar mágoas em alguém. O que você vai fazer com isso? Por favor, não me venha com aquelas frases: “ah, esquece, vai passar...” Concordo com a parte do vai passar, sim, nada é eterno, porém, esquecer??? Não!! Você precisa vivenciar, entender, sentir dor, raiva e, após a compreensão e digestão destes sentimentos, então, siga em frente.

Não podemos nos iludir, vivemos num modismo da felicidade, sim ela é mega importante, mas me parece que lidar com sentimentos hostis virou crime inafiançável. E não é! Ter esse tipo de consciência irá lhe preparar para o mundo real. 


No mundo real, pessoas ferem e são feridas, traem e são traídas, roubam e são roubadas. E então, vamos viver amargurados? Óbvio  que não! Primeiro é importante que tenhas consciência que você não controla o que os outros sentem, pensam e fazem, por isso, concentre sua energia no que você deve controlar, neste caso, suas emoções. Segundo, após a digestão, compreensão dos sentimentos negativos, perceba quais os aprendizados você extrai da situação vivenciada e que gerou mágoas. 


Você está exatamente onde se coloca, não se vitimize e, muito menos, se amargure. Que as suas mágoas sejam um divisor de águas no seu processo de desenvolvimento, crescimento e transformação. Meu desejo é que você de fato aprenda, seja um ser humano melhor a cada mágoa vivenciada, a cada dor processada, não há mal nisso, errado é fingir que isso não acontece. Errado é passar uma vida inteira processando mágoas, errado é não entender que há uma divisão entre o permanecer sofrendo e aprender para seguir em frente....que seu 2018 seja um divisor de mágoas em todas as áreas da sua vida.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 22/12/2017 - 07:05

Hoje quero falar sobre um tema que obviamente envolve o mundo corporativo e do trabalho e que, segundo a OIT - Organização Internacional do Trabalho, mais da metade dos brasileiros já sofreu: Assédio no trabalho.


Antes de iniciarmos é preciso esclarecer o seu conceito. 
Assédio é todo o comportamento indesejado, praticado no trabalho ou formação profissional, com o objetivo de perturbar ou constranger uma pessoa. Sabemos que há o assédio sexual e o moral. O sexual é quando o comportamento indesejado é expressado através de forma verbal, não verbal ou física. Pode se expressar de diversas formas, violência física ou mental e no dia a dia atitudes como forçar alguém a fazer algo que não deseja, convites constantes para sair, conversas de natureza sexual, ameaçar alguém em troca de favores sexuais e por aí vai.


As empresas precisam falar sobre o assunto e, além de falar, precisam criar meios de evitar qualquer tipo de assédio. Como fazer isso?
Primeiro, obviamente, falando mais sobre o assunto e criando políticas comportamentais que incentivem o respeito e o limite de atuação entre as pessoas.
Não adianta deixar esse conteúdo velado, ele existe e muito! É preciso encarar para desenvolver.

Instruir  as pessoas a não praticar atos como os citados abaixo pode ser uma possibilidade:
- Não usar expressões depreciativas da imagem profissional do colaborador;
- Não usar expressões preconceituosas;
- Não expor comentários negativos sobre o rendimento profissional;
- Cuidado com os convites para sair, aceite ouvir não;
- Cuidado ao elogiar o aspecto físico das pessoas;
- Evite piadas de cunho sexual;
- Não se favoreça de sua posição para obter vantagens de toda e qualquer espécie.


Importante esclarecer que o assédio sexual tem como vítima tanto homens como mulheres, é sabido também que as principais vítimas são  mulheres e que é praticado, na maioria das vezes, pelo chefe em relação ao subordinado. Porém, pessoas do mesmo cargo também podem ter atitudes que caracterizem assédio, moral ou sexual.
É claro que para caracterizar assédio é necessário que aconteça com frequência, por isso, é importante que a vítima registre as situações no setor de Gestão de Pessoas e em alguns casos, procure um advogado para orientação sobre como proceder.


Mas, cá pra nós, se olhássemos para as pessoas ao redor como se fossem nossos irmãos, mães, pais, filhos, etc....será que passaríamos dos limites? Só há assédio porque falta respeito, porque falta humanização, porque falta entender que na evolução natural passamos a SER gente. E gente pensa antes de fazer, ou deveria. 
Só há assédio porque há silêncio, porque não há consequências. Só há assédio porque falta respeito. Pense nisso

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 20/12/2017 - 12:59Atualizado em 21/12/2017 - 12:10

Muitas pessoas me perguntam como posso  inovar?

As perguntas, principalmente na cabeça dos empreendedores, pipocam a todo o momento com o objetivo de tirar as ideias do papel e colocá-las em prática.

Saibam que existe um caminho que ajuda esse processo: o Sprint.  Método criado pelo designer Jake Knapp no período em que ele trabalhava no Google, era usado para tudo na empresa, do aperfeiçoamento do mecanismo de buscas ao Google Hangouts, com o foco em desenvolver e testar ideias em apenas cinco dias.

Sprint serve para equipes de todos os tamanhos, de pequenas startups até os maiores conglomerados, e pode ser aplicado por qualquer um que tenha uma grande oportunidade, problema ou ideia e precise começar a trabalhar já. 

Para quem ficou curioso e quer saber mais, segue leitura abaixo.....bons Sprints para vocês!!!!

 

 

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 12/12/2017 - 07:00

Como assim? Vocês devem estar pensando que a Leticia enlouqueceu afinal trabalha com o desenvolvimento humano e de repente quer propor algo sobre desmotivação...calma!! Eu prometo que estou bem, não me julguem, leiam!

É muito comum principalmente nesta época do ano as empresas solicitarem palestras com esse tema. Se você está em uma empresa com certeza já participou de algo desse tipo. Saibam que a “indústria” da motivação ganha rios de dinheiro, palestrantes nacionais e internacionais, alguns muito conhecidos, trabalham com essa temática há muitos anos e prometem “milagres” como motivar para vender, motivar para trabalhar em times. O problema é que isso acontece em um hora, o que de fato muda em uma hora? 
E por que esse serviço ainda vende tanto? Genteee....parem por favor....essa é fácil....porque as pessoas querem milagres, atalhos, o caminho mais curto, o jeitinho mais rápido. Querem ver, separei exemplos: melhor demitir um colaborador do que desenvolvê-lo né? Melhor tomar remédio para emagrecer do que fazer dieta e mudar hábitos em sua vida, não acham? Melhor pegar carona no sucesso alheio do que fazer o seu caminho e por ai vai...As pessoas estão carentes demais então, tudo que parece solucionar algum dilema e que seja imediato é de fácil aceitação para a maioria.

Tem mais um detalhe, muitas vezes as pessoas ficam ainda mais frustradas porque ao sairem das "palestras milagrosas", não conseguem implantar nada em sua rotina(porque mudar como ja sabemos, não é milagre), o que acaba gerando mais frustração em suas vidas e carreiras.

No que acredito então? Eu acredito que motivação é algo interno e que apenas cada ser humano pode alimentar. Sendo assim, o externo não motiva, não tem esse controle e nem esse poder. Para Stephen Robbins, 2009 a motivação é resultante da interação do indivíduo com a situação e seu nível varia de indivíduo para indivíduo. Sua definição foi dada como o processo que determina a intensidade, a direção e a persistência dos esforços de uma pessoa para alcançar sua meta. 
Agora, eu acredito que somos capazes de inspirar as pessoas. Quando inspiramos nós podemos influenciar as pessoas a se conectarem com aquilo que as motiva e então, agir. Inspirar através do exemplo pode ser um caminho. Inspirar para a ação, só há algo que fara você ter mudanças em sua vida: agir!

Ainda sobre o que eu acredito: no trabalho contínuo, no monitoramento constante dos aprendizados baseados em experiências, isso sim,  podem provocar transformações sustentáveis e significativas.

Então, não é que eu desvalorize as palestras motivacionais mas não acredito no que prometem no sentido de em um curto espaço de tempo você mude. Agora eu desejo é que você, se quer mudar, encontre motivos internos que gerem movimentos em você, porque é no movimento que acontece a mudança, é no movimento que você aprende, inclusive sobre o que o motiva ou não. É no movimento que você também inspira outras pessoas.

Por isso, antes de ir numa próxima palestra, seja crítico...não é uma linha a mais no seu currículo que o fará melhor. Pense nisso!!!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 08/12/2017 - 18:10

Nos últimos dias estive em Orlando, Flórida, para além de passear e curtir a família, fazer algo que me completa: alimentar meu conhecimento. Foram alguns dias focados na compreensão do "Inner Game" ou Jogo Interior, metodologia desenvolvida há 45 anos por Tim Gallwey, o precursor do coaching.

E o que eu aprendi? Anota aí porque quero compartilhar com vocês, aliás, conhecimento é algo que não tem fim e uma das coisas que quanto mais compartilhamos mais queremos aprender para dividir com os demais.

Lição número 1: toda a mobilidade inicia do desejo de se transformar;

Lição número 2: consciência é como uma lâmpada de 150v mas que sempre se inicia com 50v. Quanto mais temos consciência mais aumenta nossa confiança e, consequentemente, a qualidade das nossas escolhas;

Lição número 3: o seu jogo interior, seus diálogos internos, são alimentados, razão pela qual podem ser modificados pelo seu processo de aprendizagem. Assim, definir o que você quer aprender é fundamental;

Lição número 4: Performance está diretamente ligada ao aprendizado e diversão. Pare para pensar sobre o quanto você tem se divertido e aprendido nos últimos tempos. Isso pode dizer muito sobre seu desempenho.

Essas foram algumas lições que aprendi com Tim Gallwey. Agora imaginem adaptar essas lições para focar em vendas, gestão do tempo, saúde e times corporativos. Nas próximas edições conto um pouco mais desta aventura de aprendizado e diversão.

Aliás, o que você tem colocado na sua bagagem?

Às vezes, carregamos coisas desnecessárias e inúteis. Pare, pense e então prossiga na direção do seu crescimento.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 08/12/2017 - 13:13Atualizado em 08/12/2017 - 13:27

Olá pessoal!!!

 

Fiquei sumidinha por uns dias né?! Saibam que foi por um ótimo motivo, fui buscar mais conhecimento a ainda me divertir com minha familia nos EUA.

Compartilhando com vocês, estive com nomes como Tim Gallwey(fotoabaixo), precursor do coaching no mundo, além de Mihaly Csikszentmihalyi, autor da teoria do Flow e pesquisador sobre Felicidade, Jeff Lipsius, americano com livro e trabalho focado em vendas, entre outros.

 

 

 

Então, foram quase quatro dias de imersão e aprofundamento na Teoria do Jogo Interior - Inner Game,  aplicado para vendas, gestão do tempo, times corporativos e saúde. 

E é claro que eu convido vocês para ficarem aqui conectados que nos próximos dias vou começar a dividir o conhecmento adquirido....afinal se não compartilhar, pelo menos para mim, não faz sentido.

Até....

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 20/11/2017 - 07:05

Esse é um tema que sempre me desperta vontade de escrever, de falar, de aprender e aprender a praticar.

Escuto muitas histórias de muitas pessoas, donos de negócio, sonhadores, empreendedores, gente que quer abrir um negócio, outros que querem fechar, gente que quer ter filhos, outros que não os desejam e por aí vai...o que tem em comum em todas as histórias: gente! Isso mesmo, todas as histórias são de pessoas com todos os seus desafios, dificuldades, medos, potenciais, mas todos muito parecidos nos sentimentos e sensações. Ilusão acharmos que não sentimos o que o outro sente. Sempre falo isso aos meus coachees e mentorandos, não se iludam, tudo o que você sente em determinada situação é muito parecido com o que outras pessoas sentem, só que não paramos para refletir sobre isso. Se assim fizéssemos, controlaríamos mais nossas atitudes, pois nos colocaríamos no lugar da outra pessoa.

Vou contar uma história para vocês que reflete bem uma situação onde a falta de empatia impactou nas relações. Vamos a história! Quem tem filhos sabe a alegria de contarmos a notícia ao mundo, então imaginem a cena: “Olá titia, estou chegando...” eis que a tia, uma pessoa um tanto quanto amarga pela forma de ver e conduzir a vida responde: “kkkk....mais um para minha mãe cuidar”... O que acham disso? Será que por segundos essa “tia” conseguiu dimensionar a sensação de alegria da outra pessoa? Será que conseguiu compreender que havia uma intenção em compartilhar um momento de alegria e felicidade plena?

Esse é um exemplo simples de como as pessoas conseguem, por alguns instantes, deixar que sua falta de sentimento e conexão com o outro se torne extremamente nocivo. Eu conheço essa história, e sabem como ela termina: ela não termina, porque ela nem continua. Porque as pessoas que agem sem empatia não conseguem estabelecer vínculos saudáveis e férteis. Toda a história em que não há empatia, há julgamento, como no caso acima.

E me diga, quem gosta de ser julgado? Os julgamentos estabelecem rótulos para definir e até mesmo condenar alguém. Temos uma tendência em criar categorias para as pessoas, no caso desta história, a tia faz aquele comentário agressivo porque a mãe da criança é uma profissional que trabalha, ama trabalhar e então, a “tia” cria um rótulo para a “a mamãe malévola” que nunca quis abandonar sua carreira para viver apenas a maternidade.

O fato é que a falta de empatia gera feridas emocionais nas pessoas, às vezes irreparáveis. Por isso, se você é gestor, líder, mãe, pai, marido, cunhado, atente-se: essa é uma das competências principais para todo e qualquer relacionamento.

Nos seus sapatos o calo aperta, dói, você identifica com clareza o que te aflige e incomoda.

Encerro pedindo um favor, favor que vai ajudar a ampliar sua visão de mundo, vai lhe tornar alguém melhor: calce os meus sapatos!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 19/11/2017 - 13:50

Inédito no Brasil, a Intermuseus traz o “Museu da Empatia”, junto com a instalação “Caminhando em seus sapatos”. O Museu foi inaugurado em Londres, como parte do Thames Festival, baseado nas ideias do pensador cultural Roman Krznari.

O objetivo é desenvolver a empatia das pessoas e fazê-las enxergarem o mundo com os olhos dos outros. Para que isso aconteça, uma série de experiências sensoriais e situações de diálogo e conexão entre as pessoas.

Toda essa proposta acontece dentro de uma instalação que faz referência a uma caixa de sapatos gigante, as pessoas escolhem pares de sapatos e acompanham histórias com temas diversos e assuntos de interesse da humanidade.

 A exposição original “A Mile in my shoes”, acontece desde 2015, o Empathy Museum coletou mais de 150 histórias e pares de sapatos, tendo recebido um público de mais de 10 mil visitantes.

A “Mile in My Shoes” já foi exibida em Londres e em Redcar, na Inglaterra, e em Perth, Austrália. E Agora, aqui no Brasil.

Quem tiver interesse pode conferir em SP conforme os dados abaixo:

Museu da Empatia – Caminhando em seus sapatos…

Onde: Parque do Ibirapuera – Praça das Bandeiras (área externa do pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo), acesso pelo Portão 3.

Quando: de 18 de novembro a 17 de dezembro de 2017.

Horários: de terça a sexta, das 10h às 19h | sábados e domingos, das 11h às 20h.

Entrada grátis | Capacidade de 25 pessoas por vez (senhas distribuídas no local).

Eu vou! Vamos?

Esse tema me inspirou para o próximo post.....vem comigo que tem coisa boa vindo...até!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 07/11/2017 - 12:05

E então você acorda, faz várias coisinhas em casa e dirige-se ao seu trabalho e, muitas, mas muitas coisas são realizadas e, nesse meio tempo, você leu mil e-mails, falou com várias pessoas nas redes sociais, leu notícias e ufa...hora de voltar para casa e fazer mais todos os afazeres que a vida adulta nos exige. E o mundo nos exigindo cada vez mais produtividade, é fácil? Nãoooo, e não é fácil para ninguém, mas é possível!

Diante de tantas coisas, definir prioridades tornou-se uma das tarefas mais difíceis dos últimos tempos. Algumas vezes você se sente trabalhando no Batalhão de Incêndios devido ao número de “emergência” que precisa resolver ao longo do dia. Definir uma data para projetos e afazeres se tornou prática dolorosa, afinal, tudo é para ontem.

Na verdade o que precisamos é de um elixir que nos ajude a distinguir o que é urgente do que é realmente importante. Aprendendo a filtrar, saberemos exatamente onde devemos colocar nossa energia e, como consequência, nos tornaremos mais produtivos e, então, malabarismos não serão tão necessários.

Para auxiliar o aumento da produtividade de vocês, segue uma matriz muito interessante, Matriz de Eisenhower, criada e desenvolvida pelo presidente americano, Dwight Eisenhower que foi eleito como o 34º presidente dos Estados Unidos, e só ganhou popularidade após 1989, quando Stephen Covey publicou a primeira versão do livro.

A matriz abaixo é simples, mas não simplória. Ela nos ajuda a identificar o que são ações urgentes e o que são ações importantes. Uma tarefa ou item é considerado urgente sempre que você possui um prazo para sua execução. Já, uma tarefa é considerada importante se contribui para suas metas ou objetivos pessoais ou profissionais de médio e longo prazo, por isso, você vai definir prazos e metas para que elas, de fato, se concretizem.

No quadrante 1 você deve colocar as ações que você tem prazo para realizar, são urgentes e importantes, precisam ser feitas agora. No quadrante 2, são ações importantes, porém, não urgentes, este, na verdade, é o quadrante que, talvez, consuma mais sua energia, já que as ações aqui farão você conquistar objetivos de médio e longo prazo. No quadrante 3 você deve definir as tarefas que são urgentes, mas não importantes, logo, delegue. E no último quadrante, o 4, você deve eliminar as ações que não são importantes e nem urgentes.

Que essa dica simples ajude você a desenvolver a capacidade de filtrar e distinguir entre o que é urgente e o que é realmente importante, uma habilidade essencial para quem quer ser mais produtivo. Até breve!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 01/11/2017 - 07:15

Quantas vezes você começou algo e não terminou? Ou melhor, abriu aquele documento no note para finalizá-lo, lembrou que estava com vontade de tomar café, foi beber. E, então, senta novamente para retomar seu projeto e resolve dar uma olhadinha no “zap”, quando percebe passou muito tempo e então vai deixar para fazer amanhã o que deveria ter feito hoje....já fez isso? Segue comigo, vamos refletir sobre procrastinação.
Já sabemos que procrastinar pode ter pequenas consequências no dia-a-dia ou ser um grande problema na vida de uma pessoa e nosso organismo tem “culpa no cartório”, por isso procrastinamos. Nosso sistema límbico, que está conectado a prazeres imediatos, é acionada quando, por exemplo, paramos o que estamos fazendo porque “precisamos” de um cafezinho. 
E como fazemos para mudar esse hábito?

Eu penso que o primeiro passo para a mudança de atitude é reconhecer o mau hábito: por exemplo, o regime que você nunca começa, a dissertação que você não conclui e etc. E posteriormente, dar sequência com as dicas abaixo:

•    Identifique seus comportamentos:  observe quais atividades lhe dão prazer, em que horário você produz de maneira mais significativas, quais são as principais fontes de distração ou que lhe convidam a parar de fazer o que deveria;

•    Organize suas atividades: priorize quais são as mais importantes e urgentes, pois se deixar apenas em plano mental, certamente você esquecerá. Fragmente seus objetivos.

•    Crie recompensas: sempre que você concluir a tarefa sem procrastinar, se permita recompensas, simples, como um café, uma ida até a sala de um colega cinco minutos. Mas só quando concluir a tarefa.

•    Inicie: outro erro comum é ficar apenas planejando, faça, comece. 

Você já sabe que adiar o que precisa ser feito traz consequências como frustração e falta de acreditar em si e em sua capacidade de fazer. Esses sentimentos alimentam um ciclo vicioso que só irá se findar quando você começar a ter comportamentos diferentes, não tem milagre, é um processo de mudança.
Pare de se enganar com prazeres imediatos que só vão aumentar sua culpa num futuro muito próximo. Procrastinar é um hábito, ainda bem! Isso significa que podemos mudá-lo e adivinhem de quem depende essa mudança? Exclusivamente de você.

Vamos começar a mudança? Que tal agora? Não deixe para amanhã a mudança que precisa começar hoje. Pense nisso.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 30/10/2017 - 07:30Atualizado em 31/10/2017 - 08:13

 

Olá, tudo bem?

Esse livro é incrivel!!!

Escrito pelo PhD. David Rock, referência em neuroliderança mundial. O livro aborda como ensinamos as pessoas a utilizarem a comunicação para ajudar os outros a pensar e não simplesmente dizê-las o que fazer.

Leitura que recomendo para todos os meus coachees e clientes, principalmente para os que possuem negócios,  times e equipes, 

Quer se comunicar melhor? Então, essa leitura é obrigatória. 

Boa leitura!!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 23/10/2017 - 07:30

 

Às vezes me pego pensando como nossos pais conseguiam se desligar no fim de semana, sem watts, face, insta, nada nada de falar com clientes, líderes, colaboradores, para uma mensagem se quer. Sexta-feira chegava e o botão off era acionado e ligado apenas na segunda-feira pela manhã. Estavam errados? Acredito que não!! Estamos perdendo a noção, estamos nos tornando zumbis. Que medo!

Estamos sempre vivendo o momento futuro, falta-nos estado de presença. Quer ver exemplos? Estamos na reunião já imaginando o que temos que fazer em seguida. Estamos com amigos ou pessoas com quem convivemos, a quem não estamos ouvindo, mas já estamos prontos para falar, dar conselhos ou dicas sem sequer assimilar o que foi dito. Estamos na segunda esperando pela terça, e assim, sucessivamente. Estamos no trânsito e, quando percebemos, chegamos no destino sem nem perceber, pois estamos pensando em mil coisas enquanto dirigimos. Alguém se identificou? Calma, calma, não se apavore, podemos mudar essa situação. Mas como?? Você deve estar pensando.

Na minha opinião, precisamos entender que o mundo digital nos beneficia – e muito, porém, o excesso de velocidade e “oportunidades” de conhecimento e conteúdo em um único clique nos convida a viver de uma maneira desumanamente veloz. Não vamos nos iludir, a tecnologia e a velocidade são fatores importantes para nossa evolução e carreira, mas tem um detalhe, ainda não nos proporciona: a experiência. Como assim? Quero dizer que experimentar é que lhe permite aprender, captar a essência do aprendizado, não adianta você ficar igual a um louco, correndo, estudando, decidindo que curso fazer, que negócio empreender se você não se dá conta do acontece neste período, o que você aprendeu, sentiu, desenvolveu...isso é aprender por experiência, e isso, só acontece quando estamos presente.

Portanto, keep calm e permita que cada coisa aconteça em seu tempo, ser veloz, não significa ser melhor. Ser melhor, não significa ter mais qualificações. Sabedoria tem a ver com o que você faz sobre o que experimenta e aprende e, para isso, ah, para isso só há uma receita: permita-se experimentar, aprecie a vida sem moderação. O sucesso é processo e não objetivo com dia e hora marcada. Pensem nisso!

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 16/10/2017 - 07:00

Tenho certeza que muitos que lerão esse artigo irão identificar alguém com quem convive. Eu mesma o escrevi baseado em pessoas que observo construindo uma carreira e levando como companheiro diário o ego. Não podemos negar que crescer no ambiente corporativo é sempre um desafio. É necessário conhecimento, superação de desafios, metas, desenvolvimento de potencias...ufa...manter uma rede de relacionamentos, tudo isso para garantir que a ascensão ocorra. E então, após trilhar toda essa jornada, muitos esquecem do quão complexo, suado e cansativo foi estar nela. É neste momento que observamos a manifestação do ego.

Embora seja Psicóloga, não vou me referir aqui ao conceito de ego definido por Freud, vou falar do conceito do senso comum. Para a maioria das pessoas, o ego é a nossa manifestação de ser especial, que precisa que todos aplaudam e aprovem nossos feitos. Que gosta de acertar sempre, que quando acerta, assume a ação e, quando erra, geralmente terceiriza o resultado. A manifestação do ego, no senso comum, é observada quando todo o trajeto percorrido para a ascensão profissional gera amnésia quando se atinge o objetivo. Muitos esquecem que, para estarem no pódio atual, muitas foram as pessoas que contribuíram para esse lugar tão almejado fosse de fato conquistado. Estender a mão pode ser uma escuta, um conselho, um feedback, a contribuição num projeto, as formas de estender a mão podem vir representadas de inúmeras formas, não se pode deixar que a cegueira do ego faça com que esqueça destes momentos. Outra maneira de representação do ego é a competição exagerada e necessidade extremada de querer aparecer sempre. Quem tem o ego inflado, dificilmente diz “nós fizemos”, geralmente dá para si a autoria de projetos e produtos, será insegurança ou egoísmo? Eis a questão!

Será que você tem atitudes de pessoas egóicas? Segue uma pergunta para lhe ajudar a refletir: você se sente superior aos outros? Se você respondeu sim, há uma possibilidade de que seu ego esteja no controle de sua carreira ou vida. Mas, não se desespere. A consciência é o primeiro passo para a mudança. Não caiamos em tentação, não podemos permitir que nosso ego, nos torne onipotentes. O ego pode te levar muito mais longe, porém corres o risco de ficar lá sozinho e, me diga, qual a graça nisso?

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 14/10/2017 - 10:47Atualizado em 14/10/2017 - 10:53

Comemoramos neste mês o Dia das Crianças, data que nos remete a reflexões interessantes sobre nossa vida atual, mas principalmente sobre o adulto que, diariamente, escolhemos ser. Você se recorda de como era quando criança? Do que gostava de fazer? Como se comportava em situações difíceis ou divertidas? Essas perguntas vão nos ajudar a refletir para que, posteriormente, possamos fazer um resgate da nossa criança interna. Importante? Sim! Me arrisco a dizer que esse resgate é fundamental.

O mundo adulto é cheio de obrigações, de máscaras necessárias, algumas até exigidas em função das carreiras escolhidas ou impostas pelo meio social. Em meio a tantas responsabilidades e obrigações, perdemos uma característica fundamental que sua criança com certeza possuiu: a espontaneidade. Ser espontâneo significa desembaraçar as situações complexas com muita facilidade. Quer um exemplo? Aqui vai: “tia, o que é 360º”, perguntou meu sobrinho, de cinco anos, há algum tempo. Lembro de ter tentado balbuciar algumas respostas, sem sucesso, até que ele me surpreendeu: “ahhhh, já sei! É uma rosquinha”. Bingo! Vejam como a espontaneidade e a simplicidade de uma criança podem nos ajudar a desvendar mistérios, resolver problemas, transformar nosso olhar para descomplicar situações, entender o intangível, viver de forma mais leve.

Mas será que existem formas de resgatar nossa espontaneidade? A resposta é sim! Como? Siga algumas dicas e torne seus dias, relacionamentos e sua carreira mais interessantes:

1 – Pense como uma criança!

Pensar como criança significa minimizar sua preocupação com os julgamentos alheios. Diminuir a sua preocupação com o que os outros pensam sobre você irá ajudar a reduzir as interferências internas, que são bloqueios impostos por nós e que colocamos em nossa vida. Esses bloqueios se apresentam através do nosso diálogo interno, aquelas conversinhas que temos em nossa mente e que podem nos ajudar ou nos impedir de muita coisa. Pensar como criança significa treinar a sua conversa interna para que o diálogo torne-se positivo e encorajador. Esse é um treino que deve ser diário!

2 - Questione o mundo

As crianças são questionadoras por natureza. Por que sim e por que não fazem parte do vocabulário dos pequenos desde cedo. Inserir em nosso cotidiano mais pontos de interrogação nos ajuda a sermos mais criativos, divertidos, a encontrar respostas até então desconhecidas. Arrisco-me a dizer que a cada questionamento há uma distensão de nosso cérebro, já que o convidamos a refletir sobre o desconhecido. Isso ajuda na formação de novas ideias e insights. Ser questionador é uma forma de apresentar novas respostas e, consequentemente, encontrar uma versão melhor de você mesmo.

3 – Divirta-se

Você consegue lembrar do quanto se divertia em sua infância? Das férias na casa dos avós, das brincadeiras? Não existe criança sem diversão e sabem por quê? Porque criança tem estado de presença, o momento vivenciado é intenso, é vivido com toda a entrega e, naturalmente, há registro emocional envolvido, por isso você recordou bem das perguntas feitas acima. E no mundo adulto? Como se divertir? Cada um deve encontrar a sua resposta, mas uma dica é começar reservando um espaço para sair da rotina. Uma viagem no fim de semana, um passeio em um jardim durante a manhã, um almoço diferente. Cabe a cada um determinar a atividade dentro de suas próprias possibilidades e limitações. O mundo adulto não precisa ser feito só de responsabilidades, nossa criança interna grita por diversão.

Conclusão

E então, como seria se, a partir de hoje, você escolhesse alimentar sua criança interna? Sim, isso é uma escolha! Meu convite é para deixarmos os adultos frustrados de lado, aqueles que adoram reclamar de tudo, estão sempre de mau humor, de mal com a vida. As crianças não arrumam culpados, nem desculpas, ela vivem plenamente. O artigo de hoje é um convite para que você resgate sua melhor versão, torne-se mais leve, resgate sua criança interior e viva mais feliz. Você topa? Um abraço e até a próxima.

 

 

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 11/10/2017 - 07:15

 

Chris Anderson, escritor do livro e Presidente do TED, apresenta uma leitura super envolvente, com fundamentos e técnicas que nos ajudam a compreender a importância e o peso das palavras certas.

Uma leitura, simples e objetiva, faz você se sentir vontade de assistir as palestras e provoca ideias a todo momento. Falando na vontade que dá de assistir as palestras, no livro as apresentações citadas como exemplo já vem com referência ou seja, facilita o acesso para visualização dos vídeos.

Em alguns Assessments que realizo em empresas, no plano de desenvolvimento dos colaboradores avaliados, as vezes sugiro assistir palestra no TED e ai alguns me perguntam o que é isso. Afinal o que é o TED? O nome TED vem do acrônimo Tecnologia, Entretenimento e Design, temas das primeiras apresentações, que logo, com o boom do formato, expandiu-se e passou a abordar várias temáticas.

Para quem quer aprimorar as técnicas e falar em público, eis um livro interessante, cheio de insights, técnicas para falar com assertividade, detalhes relevantes para quem deseja ter sucesso em apresentações.

E então, ficou vontade de ler? Que tal começar ainda essa semana?

Boa leitura!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 09/10/2017 - 07:00Atualizado em 06/11/2017 - 07:45

Quem já teve a sensação de ser metade daquilo que pode ser? De se entregar menos do que deveria? Se você se identificou, não pare, continue a leitura. Com certeza a reflexão será válida. E, para acrescentar mais em nossa reflexão, trago um trecho da Bíblia que diz o seguinte: “porque tu és morno, e não és frio e nem quente, hei de vomitar-te” (Apocalipse 3,16).

Esse trecho nos faz refletir sobre o quão em cima do muro ficamos em determinados momentos de nossas vidas. Assim é a arte de escolher, estar sempre entre dois caminhos. Por exemplo, você é católico? Então você pensa: “Sou, mas não praticante” Então você está em cima do muro. Para Deus, isso não existe. Ou você é 100% ou você não é.

Escolher ser morno é escolher ser mais ou menos competente, religioso, profissional, amigo, etc. É preciso ter coragem para ser quente ou frio. Isso significa que você precisa ter e, principalmente, bancar seus posicionamentos. Porque quem é morno não opina, não questiona, não luta pois está sempre esperando que alguém faça algo a respeito de uma determinada situação.

É preciso ter coragem para deixar de ser expectador e virar protagonista. É preciso querer fazer o melhor com os recursos que você tem e não apenas o possível. Mário Cortella, diz que uma vida medíocre é uma vida em que se escolhe fazer apenas o possível quando se pode fazer o melhor. E o melhor, não é o melhor do mundo mas o melhor com os recursos que você tem. As pessoas mornas são medíocres, geralmente fazem o possível e não o melhor. Economizam atitudes, afeto e conhecimento. E esses ingredientes quem os guarda, perde.

Quem é quente ou frio define a sua essência com clareza. Sabe que para escolher determinada situação deverá renunciar outras e ponto final. Sao pessoas que definem suas decisões e sabem que todas elas terão consequências, mas desta forma, encontram resultados. Enquanto pessoas mornas aguardam o resultado.

E aí, quer ser morno, quente ou frio? A escolha é sua.

 

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 02/10/2017 - 11:48

Hoje quero falar com você que posta na sexta-feira que está feliz porque chegou o fim de semana.

Como é esperar cinco enfadonhos dias para curtir apenas dois dias que passam voando? Deve ser demasiadamente chato. E, quando não vemos brilho no que fazemos, como fazer bem feito?

Em um discurso para a turma de formandos de 2005, na Universidade de Stanford, Steve Jobs diz mais ou menos o seguinte: “Vocês precisam achar o que vocês amam. E isso é verdade para seu trabalho e para aqueles que você ama. Seu trabalho irá preencher uma grande parte da sua vida e a única maneira de estar plenamente satisfeito é fazendo algo que você acredita ser um bom trabalho. E o único jeito de conseguir trabalhar bem é fazendo o que você ama”. Concordo com tudo isso, porém, não precisamos romantizar esse amor.

Quando me refiro a amar o que fazemos é gostar a ponto de perceber que não há perfeição, não há labor perfeito, empresa perfeita, líder perfeito. Há formas de ver todos esses aspectos com o olhar de quem ama.

E como é olhar de quem ama? Se você tem filhos, pare para pensar em como olha para eles? Mesmo quando eles desobedecem, fazem coisas erradas, descumprem regras, tiram notas baixas, se envolvem com pessoas que não deveriam... Mesmo não concordando, você tem energia suficiente para propor soluções, ajudar, mostrar caminhos alternativos, você não desiste de fazê-los melhor, sabe porquê? Porque você os ama!! E quem ama, olha com olhar de quem acredita, com olhar de possibilidade de transformação, de fazer mais e melhor.

Muitas empresas que conseguem manter-se perene no ambiente dos negócios, seguem firmes e fortes exatamente porque colocam paixão, amor no que entregam. E ao fazerem isso, conseguem entregar o tão cobiçado diferencial. O diferencial é fruto de quem entende que pode e deve fazer melhor com os recursos que tem, e isso, faz despender uma energia intensa que só as pessoas que amam conseguem.

Muitas vezes quem ama o que faz é incompreendido, é taxado de puxa-saco, porque é aquela pessoa incansável que faz o melhor sempre, mesmo na adversidade. Aquele que ama o que faz muitas vezes incomoda o que não alimenta esse sentimento, porque quem ama o que faz, se destaca, e o melhor, naturalmente. Porque o que ama o que faz consegue entender que o processo de melhoria acontece em cada situação, compreende onde precisa e onde deve aprender, é alguém que utiliza todo o seu potencial para tornar a sua jornada e a dos outros incrível.

Sobre amar o que fazemos, pense comigo, dá leveza na execução das tarefas, até mesmo daquelas que são chatas. Isso mesmo, amar o que se faz não significa ficar cego, é enxergar que nem tudo são flores, nem tudo dá prazer, nem tudo será simples, mas ainda assim, fazer o melhor com os recursos que se tem. Amar o que se faz, é ter prazer de segunda a segunda. Pensem nisso!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 30/09/2017 - 11:43Atualizado em 30/09/2017 - 11:51

As pessoas querem mudar alguns aspectos da vida como um todo, muitas conseguem outras não. O que as distingui? Você já tentou alguma mudança e não obteve êxito?

Por que resistimos tanto as mudanças?

Quero convidar você a refletir sobre o que nos faz muitas vezes estagnar e principalmente convidá-lo para se mover em direção às mudanças necessárias. Que tal?

E como estamos falado de mudança, eu quis mudar também...não só  de artigos e livros vive esse meu blog então, segue algo diferente porque mudar é preciso.

 

« 1 2