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Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 16/04/2018 - 07:30

Impossível falar de liderança sem falarmos de autogestão. E, confesso que me impressiono com essa falta de habilidade de muitos executivos e líderes. Essa falta de habilidade nem sempre é consciente. Quando os questiono, alguns expressam que conhecem alguns pontos fortes e que, com certeza, conhecem suas fraquezas. Será?
O que percebo quando converso com a equipe dos gestores e executivos é que as falhas percebidas pela equipe passam longe daquelas que são conscientes para os executivos. 

Baseado em um artigo da Harvard Business Review Brasil, os números de uma pesquisa comprovam isso, os executivos ao serem avaliados pela equipe recebem escores muito baixos em uma área ou mais e, geralmente, desconhecem as suas falhas fatais. 
Todos os profissionais possuem fraquezas, isso é fato, pela nossa condição humana. Quando falamos de falhas fatais são aquelas que afetam a eficácia de uma pessoa, que fraquezas levem não provocam. E a cegueira executiva causa um dano muito grande para a equipe, para a organização e para a carreira do líder. 

É importante deixarmos claro que os líderes não precisam ser excelentes em tudo, mas não podem ser um fracasso total em uma determinada área e ainda ter sucesso.
Se você é um líder deve estar pensando porque é tão difícil reconhecer suas falhas. Os pontos fortes são reconhecidos com mais facilidade porque há evidências no comportamento do líder que reforçam inclusive a produção positiva e um resultado comercial positivo. Por exemplo, ter clientes felizes, receber prêmios, ser resolutivo, etc. Com as fraquezas – especialmente as falhas fatais – ocorre o oposto. Falhas fatais são “culpas de imperfeição”. Elas resultam da dúvida, do líder procrastinar e não fazer nada. Naquela mesma pesquisa, algumas das falhas fatais mais frequentes são a falta de pensamento estratégico, não assumir a responsabilidade pelos resultados e não construir relacionamentos fortes.
No dia a dia percebemos falhas representadas por projetos inacabados, feedbacks mal conduzidos – às vezes nem realizados. Metas não atingidas, contratos sem êxito, etc. Ou seja, as falhas impedem os líderes de realizar.

E, como virar esse jogo?


    Aceitar que mesmo que você seja muito bom, você terá falhas, às vezes impactantes. Tornar-se autoconsciente é um grande passo e, com certeza, um diferencial. Para ser autoconsciente é preciso a cada fim de dia fazer uma reflexão sobre suas atitudes.
    Considere feedbacks recebidos, contate pessoas de sua equipe e as questione sobre sua conduta, procure pessoas espontâneas e que não tenham receio em lhe falar a verdade.
    Contratar um Coach ou um psicoterapeuta por conta própria. Não espere um movimento do CNPJ, faça você o seu movimento. 


Essas são opções que poderão ajudá-lo a obter uma melhor compreensão de suas fraquezas e encontrar maneiras de minimizá-las. Se você é um gestor, líder ou executivo, pense sobre isso, afinal um terço dos líderes têm uma falha fatal e, se você está rodeado de mais de  duas pessoas, olhe ao redor. Se, na sua opinião, nenhum desses dois colegas têm uma fraqueza realmente séria, então, estatisticamente, onde está o problema? A vantagem é que não existe um modelo ideal, existe um modelo que precisa ser superado - seja você a sua própria referência.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 09/04/2018 - 09:06Atualizado em 09/04/2018 - 09:10


Escrevi esse texto para refletirmos sobre nossos comportamentos, especificamente sobre as mentirinhas que contamos, muitas vezes, para nós mesmos.
Julgamos muito o comportamento dos políticos, fazemos manifestos, temos opinião pronta para todo e qualquer gesto que pensamos ser anti-ético ou que agrida valores morais.

Mas afinal, o que é ser alguém sem ética? Sem moral? Eis uma pergunta intrigante. Segundo conceitos teóricos, “ética se refere ao conjunto de valores e regras definidas por determinado grupo ou cultura, e que é comum a todos. Sendo assim, a ética é o que define como o homem deve se portar no meio social”. Já, a “Moral é o conjunto de regras que orientam o comportamento do indivíduo dentro de uma sociedade. Ela pode ser adquirida através da cultura, da educação, da tradição e do cotidiano. Por exemplo, quando alguém não cede o lugar para uma pessoa idosa sentar-se , isso é anti-ético. Já um comportamento imoral seria entrar de biquíni em uma igreja, por exemplo.

Bem, julgo importante falarmos destes exemplos para pensarmos em nossas atitudes diárias. Certo dia, como professora universitária, ao aplicar uma prova, uma aluna estava descontroladamente “copiando” as respostas da colega à sua frente. Naquele momento pensei, o que mais essa pessoa faria se tivesse oportunidades diferentes? Quem estava enganando quem? Fico pensando sobre a falta de racionalidade diante de pequenos atos que podem, de maneira inconsciente, nos tornar iguais aqueles a quem tanto julgamos. Falo em falta de racionalidade porque a pessoa não reflete sobre as consequências de suas atitudes. E, geralmente, só julgamos como ato falho quando na ação envolve dano financeiro, por exemplo, a lava jato. Mas o que difere essas ações errôneas de furar filas, não parar na faixa de pedestres, não respeitar o estacionamento da escola do seu filho, dar aquele jeitinho para conseguir as coisas (transgredindo regras)? Onde só o que importa é se dar bem. 

No mundo corporativo, as pequenas mentiras vem em feedbacks não transparentes, em processos seletivos onde  não se fala de fato o porquê a pessoa não foi contratada, quando se privilegia alguém porque tem relações pessoais, quando determinada pessoa se apropria do que não é seu, quando se engana quem lhe estendeu a mão, tirar cópias de coisas pessoais utilizando recursos da empresa, e por aí vai uma série de atitudes que muitos de nós fazemos. Mas, afinal, por que julgamos tanto os outros?

As mentirinhas diárias, o quem engana quem, acontece porque a maioria não pausa para fazer reflexão sobre seus próprios atos. Para mensurar seus atos com relação a esse tema, comece pensando em quantas mentiras você conta diariamente? Responda para si mesmo, sem medo de ser julgado. Bem, você não é o único. Mas isso não deve lhe servir de conforto. 

O fato é que por mais difícil que nos pareça a verdade é, e sempre será, a melhor opção, pois traz junto com ela um conjunto de "leveza e autoconfiança" sentida em relação a você mesmo! Mude, não acredite que o natural precisa tornar-se normal. Experimente se observar, faça um propósito com você mesmo. Seja verdadeiro com você, este será um grande exercício para a promoção de sua mudança e crescimento. E, da próxima vez que pensar em fazer algo, reflita: quem está enganando quem?

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 02/04/2018 - 07:00

Essa frase me inspira e muito. Eu repito-a não apenas para minha equipe mas também para os meus clientes. O conteúdo dela é muito claro, foque na solução.
Você já pediu algo para alguém que, ao invés de entregar o que foi solicitado, aparece com muitas desculpas? Tenho certeza que sim. Seja um serviço que você tentou contratar ou como líder de equipe, ao solicitar uma resposta para alguém, você já foi surpreendido com os mimimis e não com a solução.


Pois bem, vou lhes contar um “causo”. Há alguns dias precisei fazer um orçamento para repor um vidro de uma mesa, então, solicitei a uma empresa da minha região. Passadas algumas horas, compareceu no local solicitado um representante da empresa para verificar o vidro e posteriormente enviar o orçamento. Passou uma semana e nada do orçamento, eis que me vi na obrigação de ligar para a empresa para solicitar o tal valor. Pasmem, a pessoa que me atendeu disse: “-Ah, aqui ninguém passa recado”.... Fiquei muda e pensando: “o que eu tenho a ver com isso? Eu quero o ovo”. Passaram mais alguns dias e a pessoa que foi no local fazer o orçamento me liga e diz que não havia medido o vidro, mas que “achava” que o valor seria aproximadamente x reais. Bem, essa história é simples e deixa bem claro como muitos não entendem a dor do cliente, seja ele interno ou externo. E por que isso acontece?


Bem, isso acontece por vários motivos, já começa pelo processo de recrutamento feito de forma leiga, o que despreza a ciência do comportamento que tem instrumentos para mensurar perfis e colocar cada pessoa no seu devido lugar. Isso pode explicar, não é uma regra, mas ajuda a entender a morosidade de algumas entregas na esfera pública, por exemplo. Não diferente na iniciativa privada. Outro motivo é a falta de escuta ativa de quem está executando um serviço em perceber, de fato, a necessidade do outro e, por último e muito importante, é a vontade de fazer um pouco acima do que já está habituado a fazer. 


Pare para pensar na última vez em que alguém lhe pediu algo um pouco mais complexo do que você está habituado a realizar. A primeira resposta foi não sei como fazer isso, nunca fiz assim...e essa é a oportunidade de você se desenvolver, se distender, de pensar em outras possibilidades de se chegar em uma solução.
Afinal, o que todos queremos? Soluções! Então, toda vez que você for fazer algo, lembre disso: não liga se o pato é macho, encontre o ovo. O ovo pode ter inúmeros formatos, um novo jeito de se relacionar, caminhos para elaboração de um projeto, reconquistar uma equipe, aumentar as vendas, etc. O que garante que você vai encontrar o ovo é a sua vontade de querer ser resolutivo. E, para isso, só há um caminho, o do desenvolvimento.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 21/03/2018 - 12:33Atualizado em 21/03/2018 - 17:05

Todos já sabemos que o mundo está em mudança constante e a cada dia mais veloz em função das tecnologias, corresponsáveis pelo movimento fast thinking. Mas, será que estamos preparados para toda esta mudança? Recentemente, a HSM realizou um evento com grandes pensadores sobre a transformação digital e o papel do RH. Compartilho com vocês um pouco sobre o que foi debatido no evento.


A área de Gestão de Pessoas, Recursos Humanos ou Gente e Gestão, passa por uma grande revolução para conseguir acompanhar todo esse processo de velocidade na promoção do conhecimento. Como promover essa agilidade de aprendizado? Primeiro é necessário que o RH se veja (e seja visto) como um setor estratégico dentro do negócio. Para que, em seguida, consiga promover rupturas necessárias nas culturas atuais como, por exemplo, a cultura do aprendizado. 

Para a transformação digital é necessário que os colaboradores, especificamente as lideranças, desenvolvam a “agilidade de aprendizado”, que nada mais é do que a habilidade e a vontade de aprender com a experiência e, como consequência, aplicar esse aprendizado para atuar com sucesso em condições novas ou inéditas. (Swisher, Hallenbeck, Orr,

EichingerLombardo & Capretta, 2013). Essa agilidade de aprendizado traz, no conjunto da obra, a necessidade pela busca de situações que expandam suas experiências. A reflexão das experiências vivenciadas e aplicação dos aprendizados para navegar em situações novas e que sejam desafiadoras. Essa sequência é ingrediente fundamental para que a transformação digital aconteça.


Para que a transformação digital ocorra, o RH precisa atuar com a implantação de uma cultura onde aprender seja desafiador – e que isso é uma escolha. E principalmente, encarar as falhas como parte do aprendizado.

Segundo estudos da Prophet, o foco do RH para gerar a transformação digital de forma estratégica, deve atuar em três focos: Liderança; Cultura e Estratégia.

A liderança, neste caso, é do próprio RH que deve se posicionar com pares de outras áreas como TI, por exemplo, para que juntos, alinhem uma estratégia digital e que tenha integridade com o restante da empresa como um todo.

A Cultura, principalmente em empresas onde não há tanto avanço tecnológico, criar cultura onde reconheça e recompense o pensamento inovador, alterar a forma de recrutamento e seleção, privilegiando a busca de pessoas que pensem “fora da caixa”, promover experiências para o colaborador, afinal, o mundo digital é isso, provocar sensações e experiências nos usuários. E, por que não, começar fazendo isso internamente?

A estratégia no sentido de garantir que o RH contribua de maneira significativa com a estratégia do negócio.

A transformação digital é necessária e se o RH não compreender e absorver essa necessidade, coloca em risco sua própria sobrevivência. Por isso, primeiro, o RH precisa considerar a sua própria instrução digital.  O segundo passo é tornar-se um catalisador de uma cultura que podemos chamar de “darwinismo digital”. A evolução natural da espécie aconteceu não para os mais fortes e sim para os mais flexíveis. RH, flexibilize-se!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 08/03/2018 - 11:13Atualizado em 08/03/2018 - 11:19

É claro que na semana do dia Internacional da Mulher, não poderia deixar de escrever, para vocês, aliás, para nós! Nesta data ficamos mais reflexivas, pensativas sobre nosso papel sobre a diversidade de papéis que temos.

Que tipo de mulher você é? Imagino que você deva estar pensando em mil respostas, na verdade, a resposta ideal (na minha humilde opinião) é: eu sou a mulher que desejei ser. E ser a mulher que se deseja, significa vivenciar um milhão de experiências nos mais diversos papéis, mãe ou não, esposa ou não, irmã ou não, amiga ou não, profissional ou não...são inúmeras as possibilidades. Mas a melhor é aquela que te deixa feliz. A melhor é aquela que não cabe dentro de um padrão e que o único lugar que se encaixa perfeitamente é dentro de você.

Mulher, pare de se comparar, seja você! O que seria da indústria do corpo perfeito se não houvesse um exército de frustradas atrás? O que seria da indústria de confecção infantil se não houvesse mães? O que seria da indústria de medicamentos se não houvesse mulheres melancólicas? Cuidado, fique atenta aos apelos do mundo para você ser alguém que não quer.

Alguém já deve ter dito para você que precisava aprender a lavar, cozinhar, cuidar da casa...e depois disseram que você precisava casar e ter filhos e uma família de novela, sim ou não? Sim, porque nós mulheres já viemos ao mundo com alguns decretos oficiais sobre o que devemos ser e fazer. Se, por acaso, você escolher algo diferente disso tudo, Senhor, você se torna diferente, uma estranha no ninho.

Sabe de uma coisa, você pode ser estranha no ninho para quem quiser, menos para você. No quebra cabeça da vida quem define o lugar de cada peça é você. E não há problemas se precisares trocar as peças(papeis), incluir novas, a única coisa que não pode acontecer é a figura do quebra cabeça(você) não lhe fazer sentido.

Independente se você quiser casar, ser mãe, profissional ou tudo isso junto, não se reprima, permita-se ser quem você quer e siga feliz com sua escolha. E, se for necessário alterar alguma rota, não há problema algum, podemos fazer isso sempre porque ser mulher é viver em movimento. Crie suas histórias, viva suas experiências, seja o que voce é, seja a mulher que quiser.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 05/03/2018 - 07:10Atualizado em 06/03/2018 - 16:01

Olá, tudo bem?

Tenho certeza que em algum momento de sua vida, você ficou nervoso porque não sabia como conduzir um feedback, acertei? Isso é muito comum.

Convivo com muitos líderes que veem no feedback uma de suas maiores dificuldades.

Por tal razão, compartilho com vocês um roteiro com passo passo para a construção de feedbacks assertivos.

Esse roteiro foi construído, levando em consideração a teoria de David Rock, americano, referência em neurociênca para líderes. Tive o prazer de aprender com ele e por isso, multiplico para vocês.

Excelentes diálogos!

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 19/02/2018 - 07:15

Ao preparar conteúdo para uma palestra sobre Carreira, me deu vontade de compartilhar com vocês o que preparei para falar, após leituras e experiências vivenciadas por mim e pelos clientes já atendidos. Então, segue um pouquinho do meu pensamento sobre a importância de reescrever a carreira.

Você já parou para pensar sobre o que é uma carreira bem escrita?

Acredito que uma carreira bem escrita é aquela que evidencia o alinhamento entre aquilo que você é, quer, acredita com o que, de fato, faz. Parece simples, mas não é simplório.

Segundo dados de uma pesquisa de 2015 da ISMA Brasil (International Stress Management Association), 72% das pessoas estão descontentes com sua carreira. E um dos fatores para este índice, é o fato de que a maioria não parou para fazer o alinhamento entre o que é, seus valores e expectativas e a escolha da carreira. Simplesmente, fizeram.

A nossa carreira, assim como tudo na vida, exige manutenção.

Não é assim que fazemos com nossa saúde, relacionamentos, finanças e bens de consumo?

Mas, você deve estar se perguntando, como fazer isso?

Existem inúmeros caminhos e técnicas que podem contribuir para você reescrever sua carreira, o primeiro passo é ter consciência sobre o quanto isso é importante. Em seguida, técnicas como Coaching, Mentoria e Design Thinking são opções para contribuir em seu novo enredo. No livro O Desing da sua Vida, Bill Burnett e Dave Evans, ensinam a usar técnicas de Desing Thinking para planejar sua vida que podem ser utilizados para sua carreira. Algumas dicas que estão no livro é o convite a pensar como um Designer. Como um designer olha para sua carreira? Com certeza, com curiosidade, com possibilidades, oportunidades, com projeção de cenários e caminhos a serem seguidos. Outro ponto é definir o seu ponto de chegada, qual será o Everest de sua carreira? Para definir o ponto de chegada, avalie seu estado atual com análise e questionamento do que precisa de fato de sua atenção, o que precisa ser melhorado, o que não pode ser alterado, etc. Estas são só algumas ideias para ajudá-lo a refletir sobre sua atual carreira e como ela pode começar a ser reescrita.

Todos nós temos a responsabilidade de sermos designs da nossa própria carreira. A empresa que você está agora pode ser apenas um capítulo da sua história. O diretor do roteiro é você, cabe a você ser o protagonista da história. É preciso estar preparado para mudar a cena, trocar personagens, mudar o figurino e, em alguns momentos, avaliar qual o seu papel em todo esse enredo. Após reescrever sua carreira, não fique com medo de colocá-la em prática e muito menos fique pensando se a escolha que fez é a melhor. Só há uma forma de saber: aprendendo pela experiência. Portanto, reescreva e ponha em prática.

Sucesso! Aguardem cenas do meu próximo capítulo, podem ajudar você a continuar reescrevendo a sua história.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 08/02/2018 - 06:59

Esses dias fiz uma postagem nas minhas redes sociais falando sobre o tema comparação e recebi muitos directs de pessoas que dizem sofrer ou já sofreram com essa situação.
Você já se comparou com alguém por qualquer razão? Tenho certeza que sim, levando em consideração minha escuta.

As comparações são as mais diversas e criativas possíveis, se você é um colaborador com certeza já se comparou com algum colega no sentido de remuneração, sucessão, etc. 
Se você é mãe, já se comparou com a forma que uma alguma amiga lida com a maternidade, inclua aqui, o shape da amiga super sarada e você, ao olhar para ela, se acha a última das mulheres. Se você é dono do negócio, compara o seu faturamento, mercado, estratégia e segue adiante. O mais interessante e comum entre todos esses personagens, é que a régua que se medem geralmente é excessivamente crítica, às vezes julgadora.


Por quê fazemos isso? Porque nos tornamos míopes nesse sentido. O foco da comparação deve ser você mesmo, não outra pessoa. Se comparar com os outros é declarar guerra à sua autoestima. Precisamos entender que os méritos de outro alguém não é motivo para menosprezar o seu. Somos diferentes, tanto fisiologicamente quanto emocionalmente, porque teimamos em olhar para o lado e achar que deveríamos ser/fazer/ter igual a um padrão rígido que estabelecemos de alguns que elegemos como “nossas réguas”?

Não há nada de errado em fazer uma comparação no sentido de se modelar, de ser melhor do que você, e não de ser melhor que o outro. Aliás, ser melhor que você é, de fato, uma transformação interessante, superar seus medos, ir além do que você acredita que pode ir, mudar o que até então parecia impossível. Isso não irá lhe roubar alegrias, pelo contrário, irá alimentar sua confiança e, consequentemente, seu crescimento.

Não se meça com a régua alheia, a comparação pode ser a grande vilã de sua felicidade.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 30/01/2018 - 07:15

Viver em um mundo em contínua transformação é um dos nossos grandes desafios. A tendência de acomodarmo-nos em zonas de conforto - mesmo dentro de cenários de crise - é uma constante.  Uma opção para se preparem para os desafios: leitura! Concordam?

Para quem quer aprender um pouquinho mais segue essa sugestão de livro que é leitura quase que obrigatória para os meus clientes.

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Nesse livro Zugaib nos convida a fazer um poquinho mais do que a maioria da média das pessoas fazem. Um pouquinho mais de comunicação, resiliência, engajamento e por aí vai. E o que eu mais gosto e, por isso recomendo, é que há ações para você realizar ao final de cada capítulo, ou seja, um convite à mudança.

Boa leitura e até breve!

 

 

 

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 25/01/2018 - 07:00

No mundo corporativo existem palavras que são muito pronunciadas, tais como performance, motivação, engajamento, comprometimento e por aí vai. Quero me ater especificamente a uma delas que, na minha visão, acaba por englobar as demais, a palavra é comprometimento. No dicionário referida palavra tem como significado "ação ou ato de comprometer-se" e como sinônimo, "envolvimento, entrega, responsabilidade".

Você já parou para pensar se é comprometido? Se nunca o fez, pare agora e pense um pouquinho. O que lhe faz ser comprometido, é o que a maioria da média faz?

Imaginem a seguinte situação, você tem na sua casa uma pessoa que trabalha pra você e que cuida dos seus filhos para que você possa trabalhar. Essa profissional recebe uma ligação comunicando que uma pessoa muito especial, seu filho, já adulto, mas seu filho, precisou ser hospitalizado. O que a maioria das pessoas fariam nessa situação? Iriam sair correndo e deixar tudo para trás, certo? Pois essa pessoa não fez isso. E sabem porquê? Porque não havia ninguém naquele momento que pudesse ficar com as crianças, sua responsabilidade. Eu imagino que muitos devem estar julgando essa atitude, ok, eis um direito de todos. Eu, entretanto, olho para essa situação de outra forma, vejo alguém que usou a inteligência emocional, se conectou com outros membros da família que naquele momento poderiam ir até o local e, no momento certo, partiu para estar com seu bem maior. Eu vislumbro outras competências como empatia e capacidade de lidar com adversidades. Isso é se comprometer acima da média. Será que você está disposto a isso?

O importante é compreender que seu comprometimento favorece o aumento ou não de sua imagem como profissional. Alguém comprometido com a carreira é alguém comprometido com seus próprios valores que são supridos pelo engajamento com seu trabalho.

Ah, e quando alguém chamar de puxa-saco aquele ou aquela que faz o que a maioria não faz, lembre-se, provável seja só mais uma caso de comprometimento de alguém que está disposto a fazer um pouquinho acima do que a maioria das pessoas fazem. Para a próxima semana, que tal experimentar esse pouquinho a mais?!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 18/01/2018 - 07:05Atualizado em 18/01/2018 - 13:55

Como vocês sabem, o que escrevo aqui, extraio da realidade da vida, das minhas observações ou do meus clientes. Essa história aconteceu recentemente, eu estava no shopping e, enquanto almoçava, observava o que acontecia ao meu redor. E, na mesa ao lado, havia um senhor e uma criança. O senhor sentou e a criança olhou para ele e disse: “- Ei, esse lugar é meu!” e, então, o pai ou avô do menino levantou-se rapidamente, obedecendo às ordens do pequenino mandão. A partir daí comecei a viajar e vieram as reflexões.

A primeira reflexão é que aquele menino vai crescer e encarar o mercado de trabalho, lugar onde pessoas não deixarão suas cadeiras por nada, como ele vai reagir? Vai gritar ou, talvez, se frustrar diante de um pedido, ou melhor, uma ordem não atendida. Fazendo uma comparação com o quê vejo nas empresas, esse menino no mundo adulto é aquele que não aceita receber um não, não recebe bem feedbacks, não digere que o outro faça ou pense diferente. Lembraram de alguém? Tenho certeza que sim!

A segunda reflexão é a da permissividade excessiva na educação de alguns. Sim, é mais cômodo aceitar do que ver a criança fazendo um escândalo. Sim, é mais fácil entregar o Ipad e deixar seu filho ficar calado enquanto você se diverte na TV ou no restaurante, e por aí vai. Sim, é mais cômodo, só não sei se será o melhor para o futuro. Pessoas precisam de limites. E, dizer um não bem sustentado é muito mais produtivo para a construção de um adulto mais maduro e colaborativo.

Quanto mais atendo empresas, mais vejo comportamentos da infância retratados no cenário adulto. Por isso, da próxima vez que seu filho lhe der uma ordem, independente do que os outros forem pensar, use sua autoridade de pai. Não é porque você ama seu filho que precisa realizar todos os seus desejos. É preciso que se compreenda desde cedo que todo e qualquer espaço se conquista com decência, esforço, disciplina e competência e não com imposições. Aliás, os gestores de RH irão lhe agradecer.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 08/01/2018 - 07:05

Olá, tudo bem?

Como passou o seu fim de ano? Usou cores, alimentou superstições, refletiu, descansou... por aí vai uma série de atos, para alguns interessantes, para outros, bobagens.
É claro que todo o final de ano, representa um ritual, uma passagem de fim de um ciclo e início de outras inúmeras oportunidades.

Quero aproveitar esse clima de ritos para falar sobre carreira, isso mesmo! Estamos em um mundo altamente acelerado, cheio de novidades, gostamos de fazer tudo rapidamente, inclusive, qualquer coisa que fazemos que nos tome muito tempo parece gerar uma sensação de estarmos atrasados com outras coisas, não é assim?
Mas tem coisas na vida que precisam ser feitas devagar, que demandam tempo, como a carreira, por exemplo. É preciso tomar cuidado para não pular etapas que lá na frente podem fazer falta.


Pescamos iscas, principalmente as virtuais, com promessas de resultados milagrosos e rápidos, não se iludam! Tem coisas na vida que a variável tempo é fundamental. Tempo para aprender, tempo para aprender e colocar em prática, tempo para aprender e colocar em prática com maestria e, por aí vai. Essa reflexão será muito válida para os jovens profissionais, que se formam e, com pouca experiência, esperam da noite para o dia, tornarem-se os personagens principais. Cuidado, isso pode ter haver com ambição. E não, não sou contra ambição, sou a favor que você se prepara muito para sentar na cadeira que deseja.

E, como milagres de carreira não acontecem, seguem regrinhas básicas para que sua ambição não seja maior que sua preparação na carreira. Primeiro, estude muito, conhecimento sempre abre portas. Segundo, evidencie seus resultados, o mundo já tem milagrosos demais prometendo transformar sua vida, falar é fácil, prove! Terceiro, respeito a variável tempo, horas de vôo são necessárias para que você potencialize sua performance. 

Conquistar uma carreira de sucesso requer tempo e disciplina, portanto, comece logo e persista. O ritual na carreira é diferente do ritual de fim ano onde pulamos ondinhas, na carreira, não dá para pular etapas, uma carreira sólida se constrói com maturidade e reponsabilidade. Por isso, não acredite em milagres, não pule etapas, o sucesso sem solidez é efêmero.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 31/12/2017 - 08:36


Estava refletindo sobre 2017 e observei a quantidade de mágoas que ouvi, de CEO’s sobre suas equipes, de profissionais sobre seus líderes, de casais sobre suas relações e, então, veio a  inspiração para falar sobre esse tema que julgo relevante.


Obviamente vou lhe fazer perguntas: o que é mágoa para você? No dicionário, significa desgosto recolhido cujas marcas transparecem no semblante, nas palavras; tristeza, amargura, pesar. Com base na sua definição, quem o magoou e porquê? Qual a sua permissão nesse processo? 
Não haverá mundo sem mágoas, pessoas vão continuar traindo, líderes demitindo, golpes, e toda a forma de comportamento inadequado que, em algum momento, vai provocar mágoas em alguém. O que você vai fazer com isso? Por favor, não me venha com aquelas frases: “ah, esquece, vai passar...” Concordo com a parte do vai passar, sim, nada é eterno, porém, esquecer??? Não!! Você precisa vivenciar, entender, sentir dor, raiva e, após a compreensão e digestão destes sentimentos, então, siga em frente.

Não podemos nos iludir, vivemos num modismo da felicidade, sim ela é mega importante, mas me parece que lidar com sentimentos hostis virou crime inafiançável. E não é! Ter esse tipo de consciência irá lhe preparar para o mundo real. 


No mundo real, pessoas ferem e são feridas, traem e são traídas, roubam e são roubadas. E então, vamos viver amargurados? Óbvio  que não! Primeiro é importante que tenhas consciência que você não controla o que os outros sentem, pensam e fazem, por isso, concentre sua energia no que você deve controlar, neste caso, suas emoções. Segundo, após a digestão, compreensão dos sentimentos negativos, perceba quais os aprendizados você extrai da situação vivenciada e que gerou mágoas. 


Você está exatamente onde se coloca, não se vitimize e, muito menos, se amargure. Que as suas mágoas sejam um divisor de águas no seu processo de desenvolvimento, crescimento e transformação. Meu desejo é que você de fato aprenda, seja um ser humano melhor a cada mágoa vivenciada, a cada dor processada, não há mal nisso, errado é fingir que isso não acontece. Errado é passar uma vida inteira processando mágoas, errado é não entender que há uma divisão entre o permanecer sofrendo e aprender para seguir em frente....que seu 2018 seja um divisor de mágoas em todas as áreas da sua vida.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 22/12/2017 - 07:05

Hoje quero falar sobre um tema que obviamente envolve o mundo corporativo e do trabalho e que, segundo a OIT - Organização Internacional do Trabalho, mais da metade dos brasileiros já sofreu: Assédio no trabalho.


Antes de iniciarmos é preciso esclarecer o seu conceito. 
Assédio é todo o comportamento indesejado, praticado no trabalho ou formação profissional, com o objetivo de perturbar ou constranger uma pessoa. Sabemos que há o assédio sexual e o moral. O sexual é quando o comportamento indesejado é expressado através de forma verbal, não verbal ou física. Pode se expressar de diversas formas, violência física ou mental e no dia a dia atitudes como forçar alguém a fazer algo que não deseja, convites constantes para sair, conversas de natureza sexual, ameaçar alguém em troca de favores sexuais e por aí vai.


As empresas precisam falar sobre o assunto e, além de falar, precisam criar meios de evitar qualquer tipo de assédio. Como fazer isso?
Primeiro, obviamente, falando mais sobre o assunto e criando políticas comportamentais que incentivem o respeito e o limite de atuação entre as pessoas.
Não adianta deixar esse conteúdo velado, ele existe e muito! É preciso encarar para desenvolver.

Instruir  as pessoas a não praticar atos como os citados abaixo pode ser uma possibilidade:
- Não usar expressões depreciativas da imagem profissional do colaborador;
- Não usar expressões preconceituosas;
- Não expor comentários negativos sobre o rendimento profissional;
- Cuidado com os convites para sair, aceite ouvir não;
- Cuidado ao elogiar o aspecto físico das pessoas;
- Evite piadas de cunho sexual;
- Não se favoreça de sua posição para obter vantagens de toda e qualquer espécie.


Importante esclarecer que o assédio sexual tem como vítima tanto homens como mulheres, é sabido também que as principais vítimas são  mulheres e que é praticado, na maioria das vezes, pelo chefe em relação ao subordinado. Porém, pessoas do mesmo cargo também podem ter atitudes que caracterizem assédio, moral ou sexual.
É claro que para caracterizar assédio é necessário que aconteça com frequência, por isso, é importante que a vítima registre as situações no setor de Gestão de Pessoas e em alguns casos, procure um advogado para orientação sobre como proceder.


Mas, cá pra nós, se olhássemos para as pessoas ao redor como se fossem nossos irmãos, mães, pais, filhos, etc....será que passaríamos dos limites? Só há assédio porque falta respeito, porque falta humanização, porque falta entender que na evolução natural passamos a SER gente. E gente pensa antes de fazer, ou deveria. 
Só há assédio porque há silêncio, porque não há consequências. Só há assédio porque falta respeito. Pense nisso

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 20/12/2017 - 12:59Atualizado em 21/12/2017 - 12:10

Muitas pessoas me perguntam como posso  inovar?

As perguntas, principalmente na cabeça dos empreendedores, pipocam a todo o momento com o objetivo de tirar as ideias do papel e colocá-las em prática.

Saibam que existe um caminho que ajuda esse processo: o Sprint.  Método criado pelo designer Jake Knapp no período em que ele trabalhava no Google, era usado para tudo na empresa, do aperfeiçoamento do mecanismo de buscas ao Google Hangouts, com o foco em desenvolver e testar ideias em apenas cinco dias.

Sprint serve para equipes de todos os tamanhos, de pequenas startups até os maiores conglomerados, e pode ser aplicado por qualquer um que tenha uma grande oportunidade, problema ou ideia e precise começar a trabalhar já. 

Para quem ficou curioso e quer saber mais, segue leitura abaixo.....bons Sprints para vocês!!!!

 

 

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 12/12/2017 - 07:00

Como assim? Vocês devem estar pensando que a Leticia enlouqueceu afinal trabalha com o desenvolvimento humano e de repente quer propor algo sobre desmotivação...calma!! Eu prometo que estou bem, não me julguem, leiam!

É muito comum principalmente nesta época do ano as empresas solicitarem palestras com esse tema. Se você está em uma empresa com certeza já participou de algo desse tipo. Saibam que a “indústria” da motivação ganha rios de dinheiro, palestrantes nacionais e internacionais, alguns muito conhecidos, trabalham com essa temática há muitos anos e prometem “milagres” como motivar para vender, motivar para trabalhar em times. O problema é que isso acontece em um hora, o que de fato muda em uma hora? 
E por que esse serviço ainda vende tanto? Genteee....parem por favor....essa é fácil....porque as pessoas querem milagres, atalhos, o caminho mais curto, o jeitinho mais rápido. Querem ver, separei exemplos: melhor demitir um colaborador do que desenvolvê-lo né? Melhor tomar remédio para emagrecer do que fazer dieta e mudar hábitos em sua vida, não acham? Melhor pegar carona no sucesso alheio do que fazer o seu caminho e por ai vai...As pessoas estão carentes demais então, tudo que parece solucionar algum dilema e que seja imediato é de fácil aceitação para a maioria.

Tem mais um detalhe, muitas vezes as pessoas ficam ainda mais frustradas porque ao sairem das "palestras milagrosas", não conseguem implantar nada em sua rotina(porque mudar como ja sabemos, não é milagre), o que acaba gerando mais frustração em suas vidas e carreiras.

No que acredito então? Eu acredito que motivação é algo interno e que apenas cada ser humano pode alimentar. Sendo assim, o externo não motiva, não tem esse controle e nem esse poder. Para Stephen Robbins, 2009 a motivação é resultante da interação do indivíduo com a situação e seu nível varia de indivíduo para indivíduo. Sua definição foi dada como o processo que determina a intensidade, a direção e a persistência dos esforços de uma pessoa para alcançar sua meta. 
Agora, eu acredito que somos capazes de inspirar as pessoas. Quando inspiramos nós podemos influenciar as pessoas a se conectarem com aquilo que as motiva e então, agir. Inspirar através do exemplo pode ser um caminho. Inspirar para a ação, só há algo que fara você ter mudanças em sua vida: agir!

Ainda sobre o que eu acredito: no trabalho contínuo, no monitoramento constante dos aprendizados baseados em experiências, isso sim,  podem provocar transformações sustentáveis e significativas.

Então, não é que eu desvalorize as palestras motivacionais mas não acredito no que prometem no sentido de em um curto espaço de tempo você mude. Agora eu desejo é que você, se quer mudar, encontre motivos internos que gerem movimentos em você, porque é no movimento que acontece a mudança, é no movimento que você aprende, inclusive sobre o que o motiva ou não. É no movimento que você também inspira outras pessoas.

Por isso, antes de ir numa próxima palestra, seja crítico...não é uma linha a mais no seu currículo que o fará melhor. Pense nisso!!!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 08/12/2017 - 18:10

Nos últimos dias estive em Orlando, Flórida, para além de passear e curtir a família, fazer algo que me completa: alimentar meu conhecimento. Foram alguns dias focados na compreensão do "Inner Game" ou Jogo Interior, metodologia desenvolvida há 45 anos por Tim Gallwey, o precursor do coaching.

E o que eu aprendi? Anota aí porque quero compartilhar com vocês, aliás, conhecimento é algo que não tem fim e uma das coisas que quanto mais compartilhamos mais queremos aprender para dividir com os demais.

Lição número 1: toda a mobilidade inicia do desejo de se transformar;

Lição número 2: consciência é como uma lâmpada de 150v mas que sempre se inicia com 50v. Quanto mais temos consciência mais aumenta nossa confiança e, consequentemente, a qualidade das nossas escolhas;

Lição número 3: o seu jogo interior, seus diálogos internos, são alimentados, razão pela qual podem ser modificados pelo seu processo de aprendizagem. Assim, definir o que você quer aprender é fundamental;

Lição número 4: Performance está diretamente ligada ao aprendizado e diversão. Pare para pensar sobre o quanto você tem se divertido e aprendido nos últimos tempos. Isso pode dizer muito sobre seu desempenho.

Essas foram algumas lições que aprendi com Tim Gallwey. Agora imaginem adaptar essas lições para focar em vendas, gestão do tempo, saúde e times corporativos. Nas próximas edições conto um pouco mais desta aventura de aprendizado e diversão.

Aliás, o que você tem colocado na sua bagagem?

Às vezes, carregamos coisas desnecessárias e inúteis. Pare, pense e então prossiga na direção do seu crescimento.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 08/12/2017 - 13:13Atualizado em 08/12/2017 - 13:27

Olá pessoal!!!

 

Fiquei sumidinha por uns dias né?! Saibam que foi por um ótimo motivo, fui buscar mais conhecimento a ainda me divertir com minha familia nos EUA.

Compartilhando com vocês, estive com nomes como Tim Gallwey(fotoabaixo), precursor do coaching no mundo, além de Mihaly Csikszentmihalyi, autor da teoria do Flow e pesquisador sobre Felicidade, Jeff Lipsius, americano com livro e trabalho focado em vendas, entre outros.

 

 

 

Então, foram quase quatro dias de imersão e aprofundamento na Teoria do Jogo Interior - Inner Game,  aplicado para vendas, gestão do tempo, times corporativos e saúde. 

E é claro que eu convido vocês para ficarem aqui conectados que nos próximos dias vou começar a dividir o conhecmento adquirido....afinal se não compartilhar, pelo menos para mim, não faz sentido.

Até....

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 20/11/2017 - 07:05

Esse é um tema que sempre me desperta vontade de escrever, de falar, de aprender e aprender a praticar.

Escuto muitas histórias de muitas pessoas, donos de negócio, sonhadores, empreendedores, gente que quer abrir um negócio, outros que querem fechar, gente que quer ter filhos, outros que não os desejam e por aí vai...o que tem em comum em todas as histórias: gente! Isso mesmo, todas as histórias são de pessoas com todos os seus desafios, dificuldades, medos, potenciais, mas todos muito parecidos nos sentimentos e sensações. Ilusão acharmos que não sentimos o que o outro sente. Sempre falo isso aos meus coachees e mentorandos, não se iludam, tudo o que você sente em determinada situação é muito parecido com o que outras pessoas sentem, só que não paramos para refletir sobre isso. Se assim fizéssemos, controlaríamos mais nossas atitudes, pois nos colocaríamos no lugar da outra pessoa.

Vou contar uma história para vocês que reflete bem uma situação onde a falta de empatia impactou nas relações. Vamos a história! Quem tem filhos sabe a alegria de contarmos a notícia ao mundo, então imaginem a cena: “Olá titia, estou chegando...” eis que a tia, uma pessoa um tanto quanto amarga pela forma de ver e conduzir a vida responde: “kkkk....mais um para minha mãe cuidar”... O que acham disso? Será que por segundos essa “tia” conseguiu dimensionar a sensação de alegria da outra pessoa? Será que conseguiu compreender que havia uma intenção em compartilhar um momento de alegria e felicidade plena?

Esse é um exemplo simples de como as pessoas conseguem, por alguns instantes, deixar que sua falta de sentimento e conexão com o outro se torne extremamente nocivo. Eu conheço essa história, e sabem como ela termina: ela não termina, porque ela nem continua. Porque as pessoas que agem sem empatia não conseguem estabelecer vínculos saudáveis e férteis. Toda a história em que não há empatia, há julgamento, como no caso acima.

E me diga, quem gosta de ser julgado? Os julgamentos estabelecem rótulos para definir e até mesmo condenar alguém. Temos uma tendência em criar categorias para as pessoas, no caso desta história, a tia faz aquele comentário agressivo porque a mãe da criança é uma profissional que trabalha, ama trabalhar e então, a “tia” cria um rótulo para a “a mamãe malévola” que nunca quis abandonar sua carreira para viver apenas a maternidade.

O fato é que a falta de empatia gera feridas emocionais nas pessoas, às vezes irreparáveis. Por isso, se você é gestor, líder, mãe, pai, marido, cunhado, atente-se: essa é uma das competências principais para todo e qualquer relacionamento.

Nos seus sapatos o calo aperta, dói, você identifica com clareza o que te aflige e incomoda.

Encerro pedindo um favor, favor que vai ajudar a ampliar sua visão de mundo, vai lhe tornar alguém melhor: calce os meus sapatos!

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 19/11/2017 - 13:50

Inédito no Brasil, a Intermuseus traz o “Museu da Empatia”, junto com a instalação “Caminhando em seus sapatos”. O Museu foi inaugurado em Londres, como parte do Thames Festival, baseado nas ideias do pensador cultural Roman Krznari.

O objetivo é desenvolver a empatia das pessoas e fazê-las enxergarem o mundo com os olhos dos outros. Para que isso aconteça, uma série de experiências sensoriais e situações de diálogo e conexão entre as pessoas.

Toda essa proposta acontece dentro de uma instalação que faz referência a uma caixa de sapatos gigante, as pessoas escolhem pares de sapatos e acompanham histórias com temas diversos e assuntos de interesse da humanidade.

 A exposição original “A Mile in my shoes”, acontece desde 2015, o Empathy Museum coletou mais de 150 histórias e pares de sapatos, tendo recebido um público de mais de 10 mil visitantes.

A “Mile in My Shoes” já foi exibida em Londres e em Redcar, na Inglaterra, e em Perth, Austrália. E Agora, aqui no Brasil.

Quem tiver interesse pode conferir em SP conforme os dados abaixo:

Museu da Empatia – Caminhando em seus sapatos…

Onde: Parque do Ibirapuera – Praça das Bandeiras (área externa do pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo), acesso pelo Portão 3.

Quando: de 18 de novembro a 17 de dezembro de 2017.

Horários: de terça a sexta, das 10h às 19h | sábados e domingos, das 11h às 20h.

Entrada grátis | Capacidade de 25 pessoas por vez (senhas distribuídas no local).

Eu vou! Vamos?

Esse tema me inspirou para o próximo post.....vem comigo que tem coisa boa vindo...até!

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