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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito
Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 30/09/2017 - 11:43Atualizado em 30/09/2017 - 11:51

As pessoas querem mudar alguns aspectos da vida como um todo, muitas conseguem outras não. O que as distingui? Você já tentou alguma mudança e não obteve êxito?

Por que resistimos tanto as mudanças?

Quero convidar você a refletir sobre o que nos faz muitas vezes estagnar e principalmente convidá-lo para se mover em direção às mudanças necessárias. Que tal?

E como estamos falado de mudança, eu quis mudar também...não só  de artigos e livros vive esse meu blog então, segue algo diferente porque mudar é preciso.

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 28/09/2017 - 17:12Atualizado em 28/09/2017 - 17:16

Há mais de duas décadas o psicólogo e jornalista Daniel Goleman, autor de Inteligência emocional e Foco, explora temáticas desenvolvimento pessoal e profissional.

Há uma riqueza no conteúdo deste livro, Goleman apresenta textos que escreveu para Harvard Business Review e outras publicações. No livro, o autor aborda que tanto QI – quociente de Inteligência quanto QE – quociente emocional são importantes para uma liderança que apresenta resultados porém de formas diferentes.  

O QI é fundamental para dar resposta as demandas complexas das atividades que executamos em nossas carreiras. Mas, o QE define os profissionais que se destacam e apresentam um desempenho excepcional.

Essa é uma leitura necessária para líderes, coaches e profissionais engajados em promover práticas gerenciais, desempenho e inovação de excelência no contexto organizacional.

E aí, já observou como você está conduzindo seu quociente emocional? Reflita sobre isso, com certeza a leitura deste livro poderá lhe ajudar.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 25/09/2017 - 08:00

 

Faz tempo que quero escrever sobre este tema. Ah, o medo...tão presente em nossos vidas, é parte da nossa condição humana e, às vezes, tão desnecessário, devastador eu diria.

Na minha experiência com gestores e executivos, quando eu pergunto qual o maior medo, geralmente a resposta é: deixar de ser necessário.

No dia em que ouvi isso pela primeira vez, confesso que fiquei surpresa, porque nunca tinha parado para pensar sobre deixar de ser necessária. E aí, obviamente, começam as indagações: para quem sou necessária? E naturalmente, começam os medos. O primeiro medo é de não ser necessária para ninguém. O segundo, deixar de ser para alguém ou algo que sou importante. Alguém se identifica?!

Mas, afinal, o medo está ligado a quê? Se perguntarmos para uma mãe, talvez ela diga medo de perder seus filhos. Se perguntarmos para um executivo, ele poderá falar sobre o medo de perder os negócios, dinheiro, posicionamento. Se perguntarmos para um colaborador, com certeza terá medo de perder seu emprego. E ainda , medo de não ser um bom pai ou mãe, medo de perder quem amamos, dinheiro, reconhecimento, fama, saúde e uma enxurrada de coisas que não terão fim. Entretanto, o medo mais perigoso é o de não acreditar na capacidade que temos de encarar todos esses medos.

Sentir medo é natural, seu excesso é patológico. Todo medo tem ligação direta com a sensação de perda. O medo natural nos desafia a não perder, nos faz utilizar o nosso potencial e, quando percebemos, conseguimos. Para isso, é preciso arriscar, é preciso parar para analisar o seu medo.

Voltemos ao exemplo do executivo no início do artigo que disse ter medo de deixar de ser necessário, quando questionado sobre quantas vezes isso já havia acontecido em sua carreira, respondeu: “- Nenhuma”. Ou seja, não havia evidências.

Eis um primeiro tópico quando falamos sobre medo, verificar se há evidências para a sua existência, já que na grande maioria das vezes, nossos medos são frutos de nossas crenças e não de fatos, tal avaliação ajuda a trazer consciência.

Fazer análise das situações de maneira consciente é o primeiro passo para um vida mais leve. Isso não significa uma vida sem medos, mas uma vida com maior domínio sobre eles. Avaliar o que você controla e o que não controla também poderá contribuir para uma observação interessante.

Então, o que você controla sobre seu medo de deixar de ser necessário? Nada! Apenas fazer o que melhor você pode fazer para tornar-se necessário. O que você controla sobre o que seu chefe pensa sobre você? Nada! Apenas suas atitudes, se cumpre suas atividades, se entrega suas tarefas de acordo com expectativas, se busca conhecimento, poderão influenciar.

Apenas um cuidado, o medo paralisa! Enquanto você está pensando e alimentando seus medos, está deixando de viver, experimentar e, naturalmente, se superar. E para o medo de sentir medo, nada melhor que o autoconhecimento, segundo Joseph Campbell, “a caverna que você tem medo de entrar guarda o tesouro que você procura”.

 

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 21/09/2017 - 12:15

O cavaleiro preso na armadura é uma fábula para quem busca trilha da verdade. O cavaleiro que protagoniza esta fábula vive em busca do seu verdadeiro eu, mas não encontra as verdades que procura por estar sempre preso em sua armadura pronto para guerrear. A história funciona como uma orientação de vida e carreira. Com certeza a reflexão fará você pensar sobre prioridades e atitudes. E então, que tal pensar sobre a sua armadura? Boa leitura.

Nota sobre o autor: Robert Fisher foi um dramaturgo que escreveu um número expressivo de comédias, autor e co-autor de mais de 400 programas de rádio, cerca de 1000 programas de TV, guias cinematográficas e inúmeros espetáculos para a Broadway. Era natural da Califórnia, EUA, nascido em 1922 e faleceu em 2008.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 18/09/2017 - 10:00

Este artigo veio inspirado por um vídeo que fiz essa semana nas minhas redes sociais e recebi muitos feedbacks positivos. No vídeo, eu compartilhei com as pessoas acerca do meu dia, tão corrido que não tive tempo nem para me maquiar e aí, surgiu aquele pensamento: “será que vou gravar assim? Com essa cara de acabada?” E veio o insight: “sim, vou gravar e falar sobre isso”. Vivemos preocupados com o externo, com o que os outros vão pensar e, então, ficamos bitolados em nossa embalagem, mas me diga, o produto como fica?

Não vejo problema algum em cuidarmos da embalagem - o externo. Porém, não podemos só focar nisso. Existem pessoas que focam na embalagem porque quando olham para o interno não conseguem ver nada. Por isso, praticar a autogestão é fundamental. Olhar para você e conseguir definir com clareza quem é você, quem você quer ser, quais são os seus valores é de extrema importância para que represente com leveza o que você carrega dentro de si.

Esse excesso de cuidados externos e receio da opinião alheia, na minha visão, vem de um acentuado clima de competitividade que paira nas relações humanas. No mundo corporativo, muitas organizações criam processos competitivos nos quais equipes buscam – algumas vezes de qualquer forma, “ganhar” das outras. E, para “ser o melhor” vale de tudo, o preço pago é refugo, retrabalho, desunião e uma infinidade de situações que se tornam grandes problemas. Nas relações sociais, vemos competitividade nas disputas por corpos mais sarados, festas de casamento mais cheias de “frufrus”; na maternidade a competição por “meu filho andou com 6 meses e o seu?” já pararam para pensar nisso? E nessa redoma inconsciente vamos nos tornando enrijecidos, perdemos a espontaneidade pois precisamos nos cuidar o tempo todo, tanto que pensei mil vezes antes de fazer o vídeo que resultou nesse artigo.

Isso tudo faz parte da nossa condição humana, não estou dizendo que é ruim, apenas penso que todo excesso é prejudicial. Porém, só nos damos conta disso quando fazemos uma pausa e analisamos essas situações de uma maneira crítica com intenção de crescimento e transformação. E, naquele dia, me dei conta de que com maquiagem ou sem maquiagem, o que importa é a essência, quando alimentamos nossos valores, não temos medo do espelho. Aliás, espelho, espelho meu, existe alguém mais bonito por dentro do que eu? Pense nisso, reflita, olhe para o espelho e se questione todos os dias, não tenho dúvidas que você irá crescer e seu entorno agradecer.

Letícia Zanini
Por Letícia Zanini 12/09/2017 - 07:30

A vida está se tornando uma disputa de likes, você vive e posta ou você posta e vive? O filho está doente, posta. Foi promovido no trabalho, posta. Terminou o relacionamento, posta. Foi para a academia, posta. E, até aqui, não há tanto problema a não ser a paciência dos expectadores em ler e saber de tudo da vida alheia. A preocupação está na dependência que as pessoas criaram com as redes sociais, postam e ficam coladas aguardando para ver quem vai curtir, quantos vão curtir…você já fez isso? Confesse…eu confesso!

No mundo corporativo ou na carreira, quando olhamos um profissional ou uma empresa, olhamos quantas pessoas seguem e aí vem: “Ah, o cara nem é tão bom assim, só tem 5 mil seguidores”, fato? Sim! Estamos medindo a qualidade dos profissionais pela quantidade de pessoas que o seguem ou que curte suas publicações. Cuidado! Há controvérsias. Conheço profissionais incríveis, criadores de metodologias, Doutores, profundo conhecedores de assuntos diversos mas, que por opção, não querem se expor em redes sociais. Isso faz deles menores ou desqualificados? A resposta é não. Não podemos julgar as pessoas pelo simples fato de não estarem adeptas à exposição virtual, isso também é uma escolha.

A reflexão aqui é a seguinte: cuidado ao julgar um profissional ou uma pessoa pela forma de exposição nas mídias. Especialmente porque há inúmeras formas (truques) de se tornar referência em assuntos nas mídias sociais e isso envolve tempo e dinheiro, ou seja, nem sempre o que aparece mais é o melhor, é só alguém que dispendeu tempo e dinheiro para estes veículos de comunicação. Precisamos ser mais críticos com o que vemos e ouvimos nas redes.

Olhe para você, sua carreira, sua história, você tem quantos seguidores? Isso faz de você um profissional melhor ou pior que outro que tenha mais seguidores? Provável que a resposta tenha sido não, já que o assunto era você, certo?! Então use esse mesmo parâmetro para os demais profissionais. As mídias estão cheias de “referências”, que muitas vezes apresentam teorias sem fundamento e pasmem, influenciam pessoas pelo fato de terem x mil seguidores. Pensamos: “esse aqui deve ser bom, tem não sei quantos mil seguidores”. Atente-se, estamos cheios de empreendedores de palco que se aproveitam da carência humana, não caia nessa! E, não estou fazendo apologia ao não uso das redes, eu mesma uso e adoro, estou trazendo à tona a reflexão do julgamento que fazemos sobre a qualidade de profissionais pelo número de seguidores e likes, apenas isso. A partir de hoje, não se ligue nas curtidas e nem no número de seguidores, isso é só consequência, o que importa de fato é se o que é postado, é coerente com o que realmente se faz. Se tem solidez no que se fala, se possui evidências.

            Que possamos curtir o que quisermos com criticidade, os meus likes vão para pessoas que lutam, fazem a diferença através de exemplos positivos de ações corretas, baseadas em caráter e consistência de conhecimento. E aí, quantos likes você vale? Para ser sincera, você vale muita mais que seus likes.

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