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Situação do HMISC e outras da coluna

O Hospital Materno Infantil Santa Catarina deve continuar sendo a referência para o Sul
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 30/01/2019 - 06:53

No antepenúltimo dia de atendimentos na maternidade do Hospital São José, a notícia de que o Materno Infantil Santa Catarina não está recebendo o valor total dos R$ 3,6 milhões de repasse do Governo do Estado chegou com preocupação, mas logo o impacto foi amenizado. O motivo: ainda não está realizando todos os procedimentos e o repasse é feito por produção. Somado a isso, a transição de novo governo, que precisa esclarecer dúvidas do processo que pegou em andamento.
Não deve ter problemas maiores. O Ideas, gestor do Materno Infantil, garante que hoje entrega a documentação necessária ao Estado, que por usa vez tem o compromisso de liberar o pagamento amanhã. Garantem que não haverá risco de paralisação.
Por ora, não há maiores motivos para preocupação. Mas, essa situação de alguma maneira serve de alerta. O Santa Catarina é referência no Sul do estado. O que se buscou por muitos e muitos anos e o Governo do Estado precisa estar ciente dessa importância para a região. Tem demonstrado essa preocupação diante do impasse. Espera-se, agora, a confirmação dos valores na conta amanhã.
A maternidade do Santa Catarina foi inaugurada em dezembro do ano passado e opera com 70% de sua capacidade. Resta ainda obras executadas pela Prefeitura de Criciúma.
A partir de sexta-feira, dia 1º de fevereiro, a estrutura assume de vez o seu papel de referência em maternidade. O Hospital São José, que vinha fazendo esse papel até o momento, confirmou que deixa de realizar o serviço.
A estadualização do Santa Catarina é uma reivindicação de 20 anos. Foi conquistada no ano passado e com digitais importantes do governador Eduardo Moreira (MDB) e do secretário de Saúde da época Acélio Casagrande. Os dois de Criciúma. Conhecendo melhor a realidade regional. Porém, o assunto é mais importante do que a regionalização de pleitos. É maior, por ser a referência de todo o Sul em partos, mais do que isso, em partos de risco. É uma conquista e precisa ser mantida sem sustos.

Alta complexidade para o São José

Com a saída da maternidade do Hospital São José, a maior instituição de saúde da região segue para um novo caminho. A alta complexidade é a saída para o São José, que, por enquanto, trabalha com prejuízos. O SUS gera prejuízo de R$ 1,5 milhão por mês. Somente com a maternidade eram R$ 200 mil. Os custos são cobertos pelos planos de saúde e atendimentos particulares. Esse é mais um alerta à região. A necessidade de se apoiar o São José.

Questão de tempo

A saída de Angela Mello (MDB) da Câmara de Vereadores de Criciúma deve acontecer no mês de fevereiro. Ontem, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmou a perda de mandato por infidelidade partidária. A determinação é para que o acórdão seja publicado e a Câmara de Vereadores notificada para que dê o cumprimento. A defesa de Angela faz a sua parte. Entrará com novo recurso pedindo o efeito suspensivo. O pedido deverá ser julgado pelo presidente do TRE. Caso não consiga sucesso ali, tentará no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas, enquanto isso, o prazo deve rolar e a notificação chegará no Legislativo.

Dois do PP

Caso a saída de Angela Mello seja efetivada, é Edson do Nascimento, o Paiol, quem assume. Ele é o primeiro suplente do PP. A nova composição fica com cinco vereadores do PSDB, o MDB volta a ter quatro, o PSD tem três, o PP dois e PSB, PRB e PSC um cada.

Influente nas redes sociais

O prefeito Clésio Salvaro (PSDB) tem usado com bastante frequência suas redes sociais, faz postagens tanto de ações na Prefeitura quanto de encontros de família. O resultado é considerado positivo. Em Santa Catarina, é o prefeito mais influente no Twitter. Conforme ranking elaborado pelo perfil @BarometroPref, administrado pelo Grupo Tecnowise, de São Paulo, Clésio é o 19º prefeito do Brasil mais influente na rede social. O levantamento avaliou o engajamento, impacto de posts e a quantidade de tweets publicados entre os dias 22 e 28 de janeiro.

Morre Lédio Rosa de Andrade

A morte de Lédio Rosa de Andrade é uma perda para Santa Catarina. Homem respeitado no meio jurídico e universitário por onde circulava com desenvoltura, tinha uma inteligência e respeito ao próximo ímpares. Defensor da democracia sempre foi acessível à imprensa, respeitando todos os profissionais. Iniciou seus trabalhos na magistratura em setembro de 1982, lotado inicialmente na comarca de Araranguá. Teve passagens por Chapecó, Tangará, Ibirama, Campos Novos, Tijucas, Criciúma e Tubarão, sua cidade natal. Chegou ao Tribunal de Justiça como juiz de segundo grau em maio de 2007. Tomou posse como desembargador em 31 de outubro de 2007. Sua aposentadoria ocorreu em março de 2018, após 35 anos dedicados ao trabalho na magistratura. No ano passado, filiou-se ao PT e concorreu ao Senado. 
Morreu aos 60 anos pro complicações cardíacas.

Em Blumenau

O vereador de Criciúma, Marcos Meller, estará sexta-feira em Blumenau. Tem encontro marcado com o ex-prefeito Napoleão Bernardes e com o atual Mário Hildebrandt. A intenção é conhecer projetos que estão sendo executados ou propostos na cidade e que possam ser apresentados em Criciúma.

Agricultura

Quando assumiu como secretário-executivo da Amrec, Acélio Casagrande, falou em tratar os segmentos importantes para a economia da região e que iniciaria com a Agricultura. Colocando os planos em prática um seminário será realizado amanhã. O evento irá reunir prefeitos, vices e secretários envolvidos com a área.

Primeira visita

O governador Carlos Moisés (PSL) fez sua primeira visita às obras de restauração da Ponte Hercílio Luz. Está otimista em relação ao andamento e espera que possa realizar a inauguração ainda neste ano. A obra está sendo executada pela empresa portuguesa Teixeira Duarte.

Busca por consenso

Os prefeitos de Ermo, Meleiro, Morro Grande, Timbé do Sul, Turvo estiveram com o presidente da Amesc, Arlindo Rocha, que é prefeito de Maracajá, no fim da tarde de ontem. O assunto foi a eleição da Cersul – cooperativa de eletrificação com sede em Turvo. Os pré-candidatos a presidente também estiveram presentes. A tentativa é para que haja uma chapa de consenso, como ocorreu nos últimos 12 anos. Até o momento, são cinco nomes colocados à disposição.

Vem causando

O deputado eleito, Jessé Lopes (PSL), vem chamando atenção antes mesmo de assumir o mandato. Foi ele que alertou pelo fato do Hospital Santa Catarina não estar recebendo o valor completo. Também promete uma CPI para apurar o investimentos nas intermináveis obras na Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, o que é esperado com expectativa. Ontem, uma postagem sua sobre a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada no ano passado, foi criticada nas redes sociais de Manuela D’Avila, que foi candidata a vice de Fernando Haddad no ano passado.

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