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Salvaro, Arleu e as relações com a Câmara de Vereadores

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 08/10/2019 - 06:03Atualizado em 08/10/2019 - 07:24

A ida de Arleu da Silveira para a Câmara de Vereadores não altera os compromissos e encaminhamentos do prefeito Clésio Salvaro com os outros vereadores. Especialmente, Tita Beloli, MDB, e Aldinei Potelecki, PRB.

Tita continua sendo o candidato do prefeito a presidência da Câmara para 2020, último ano do mandato, eleição a ser feita no fim de dezembro.

Poteleck está mantido como líder do governo na Câmara de Vereadores.

Arleu não será presidente, até porque o entendimento majoritário na Câmara é que a vaga seja do MDB.

De outro lado, Arleu será o vereador do governo no plenário (já deixou isso muito evidente ontem), mas não precisará ocupar a função de líder do governo.

Afinal, se a operação feita por Salvaro foi para fortalecer a sua representação na Câmara, ele faria gol contra se mexesse no que estava acertado. Faria conta de diminuir, ao invés de somar.

Tita Beloli se consolidou como candidato do prefeito a presidente depois do seu voto de acordo com a orientação do Paço, na semana passada, quando quase todos da base do governo votaram contra.

A eleição de Tita não será por consenso na câmara, já que o vereador Salesio Lima, PSD, está se articulando, e tenta quebrar a unidade do grupo dos nove. O que até agora, não conseguiu.

Mas, com apoio do prefeito e com o grupo dos nove fechado, sua eleição não tem volta.

Compensação

O vereador Paulo Ferrarezi, MDB, também pleiteia a presidência da Câmara.

Como o jogo está bem encaminhado para Tita, ele deverá ter “medidas compensatórias”.

O comando do MDB vai operar para que ele não saia fragilizado do processo.

Problema de sintonia

Na primeira sessão depois da operação feita pelo prefeito Salvaro para consolidar a sua bancada de apoio na Câmara, dois vereadores do governo votaram contra a orientação do Paço. Camila do Nascimento e Salésio Lima, os dois do PSD.

Foi na votação do veto do prefeito a um projeto aproado pela Câmara. O veto foi mantido, mas sem os votos dos dois.

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