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Primeiro, mataram a Lava Jato. Agora, querem "amarrar" Ministério Público

Proposta seria votada hoje em Brasília, mas foi adiada para o dia 3 de novembro
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 14/10/2021 - 06:18Atualizado em 14/10/2021 - 08:11

Primeiro, mataram a Lava Jato. Depois, tomaram a Polícia Federal. Agora, querem amarrar o Ministério Público.

Isso não interessa ao cidadão comum pagador de impostos, que espera um enfrentamento real à corrupção e à crimnalidade, independente de quem sejam os alvos.

Hoje, a Câmara dos Deputados levaria à voto a PEC (proposta de emenda à Constituição) que altera a composição do Conselho Nacional do Ministério Público.

Votação foi adiada para o dia 3 de novembro. Mas, está no forno!

A proposta traz alterações importantes nas regras do Ministério Público, que comprometem a autonomia e a independência de Procuradores e Promotores de Justiça, aumentando a participação política do Conselho, permitindo a interferência direta nos trabalhos.

A proposta não foi discutida nem com os envolvidos diretamente, promotores e procuradores. Está restrita apenas no ambiente político.

É preciso que o cidadão se manifeste, que as representações comunitárias façam coro, e que os deputados da "base" sejam cobrados a se posicionar contra a proposta que pretende amarrar, e amordaçar, o Ministério Público, que, via de regra, vem cumprindo  papel preponderante no enfrentamento ao ilícito e aos desvios, inclusive na gestão pública. Doa a quem doer.

 

 
 
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