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* as opiniões expressas neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do 4oito

Moisés, Kaminski e o PSL

Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 02/06/2020 - 11:05Atualizado em 02/06/2020 - 12:27

O governador do estado, Carlos Moisés, e o candidato a prefeito de Criciúma, Julio Kaminski, estão em conflito interno com o PSL. Por razões distintas.

Na Capital, a informação é de ruído na relação do Governador com o comando estadual do PSL, especialmente o presidente, deputado Fábio Schiochet.

Como desdobramento, Moisés já teria sido acionado pela direção nacional do partido.

A partir daí, há especulações sobre possivel desfiliação do Governador.

Ele não entraria em novo partido, pelo menos em curto prazo. Ficaria sem partido, possivelmente até 2021.

Chegou a ser especulado sobre apoximação com o MDB, mas não há clima no partido, nem intenção manifestada por Moisés, de encaminhar desfiliação.

Como a prioridade do Governador é evitar o impeachment, o entendimento é que ficar sem partido pode até ajudar.

Mas, não há sinais evidentes para procedimentos ou encaminhamentos a respeito.

 

Kaminski

Em Criciúma, o problema na relação de Julio Kaminski com o PSL já teve o primeiro desdobramento. A sua destituição da presidência da executiva municipal.

O argumento dado foi que ele deveria deixar o cargo porque será candidato. Só que o novo presidente, Alisson Pires, também será candidato.

Na real, o PSL tem informações que desde o dia 15 de maio Kaminski articulava com pessoas próximas a saída do PSL.

Começou a mostrar insatisfação no partido desde o início de maio, inclusive por não ter acesso ao governo (e não ser atendido).

O entendimento no PSL é que Kaminski estaria apostando na porrogação das eleições para dezembro, e que isso permitisse a abertura uma nova "janela de transferências".

Neste caso, iria para o DEM para ser candidato.

No próprio DEM há apostas neste sentido.

Kaminski teria sinalizado para possibilidade de sair do PSL até o dia 6, sábado. Candidatos a vereador disseram ter sido informados.

Consultado pelo blog, Kaminski garantiu que não tem plano de saída do PSL.

 

 

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