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A cidade precisa de um novo anel viário

A improbidade de Salvaro segundo a CPI, o mundo político estadual desnorteado e o decreto das armas nos destaques do dia
Adelor Lessa
Por Adelor Lessa 19/06/2019 - 07:35Atualizado em 19/06/2019 - 07:45

Presidente da CPI do Criciumaprev garante que já está configurado ato de improbidade do prefeito Salvaro.

Na Capital, nova operação da Polícia Federal deixou a todos do mundo político desnorteados. Prefeito foi preso no começo da manhã, liberado depois das dez da noite. Romanna Remor, ex-secretária do governo Eduardo Moreira, foi citada como investigada. Foi preso ex-secretário da Casa Civil.

E no Senado, em Brasília, foi derrubado decreto do presidente Bolsonaro sobre porte de armas. Esperidião Amin votou pela derrubada do decreto. Dário Berger e Jorginho Mello votaram pela manutenção do decreto de Bolsonaro.

Pra começo de conversa...

Fiz as contas quando estava vindo para cá. Se somarmos os recursos que vem para Criciúma pelo empréstimo do Fonplata e mais a operação do Finisa, e mais o Avançar Cidades, e mais o empréstimo do Banco do Brasil, e mais o volume que tem em caixa, o volume de recursos que o governo de Criciúma terá para investimentos entre o restante de 2019 e 2020 chegará a R$ 250 milhões, talvez um pouco menos, talvez um pouco mais. E é muito dinheiro. Ainda mais que boa parte do montante será usado para obras de infraestrutura. E a cidade precisa, muito. Sua infraestrutura está castigada, asfalto vencido pelo tempo, ruas apertadas. A infraestrutura viária está precisando. A campanha de mídia que o governo colocou no ar, muito bem produzida por sinal, mostra números importantes do que já foi feito no mandato atual, tem muita pavimentação, e tem muito a fazer. A mostrar que estavam detonadas, abandonadas nossas vias públicas. E não se podem deixar que fiquem assim. É preciso bater o sino, abrir a boca de vez em quando. Depois demora muito para consertar.

O importante é focar no que está sendo feito. E pensando lá na frente, é importante que Criciúma comece a pensar em um novo Anel de Contorno Viário. O primeiro cumpriu o seu papel, tirou o trânsito do Centro e fez fluir melhor o tráfego. Mas está esgotado. Não será um anel, não vai fechar, tem um trecho a fazer até o Rio Maina, mas do Rio Maina à Unesc não vai dar para fazer, pois as áreas por onde passaria o Anel foram ocupadas. O que seria um Anel, será quase um Anel, pois o último trecho não será feito, não vai fechar o Anel. 

A cidade está crescendo, o volume de caminhões está aumentando. Indústrias novas tem que vir, indústrias novas geram emprego e renda e colocam dinheiro novo a circular na cidade. É isso que faz a cidade crescer. Um novo Anel, ou o primeiro Anel de Contorno Viário. A cidade precisa começar a falar nisso.

4oito

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