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Réu é condenado a 15 anos de prisão por feminicídio e ocultação de cadáver em Içara

Investigação começou após desaparecimento de Ivonete Alves, em dezembro de 2022

Por Davi Brabos Criciúma, SC, 06/08/2026 - 17:15 Atualizado há meio minuto
Vítima foi vista pela última vez na região central de Içara | Foto: Divulgação/TJSC
Vítima foi vista pela última vez na região central de Içara | Foto: Divulgação/TJSC

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O Tribunal do Júri da Comarca de Içara condenou, nesta quinta-feira (6), um homem investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina pelos crimes de feminicídio qualificado e ocultação de cadáver. A pena foi fixada em 15 anos de reclusão, em regime inicial fechado, com determinação de cumprimento imediato.

O caso envolve a morte de Ivonete Alves, que desapareceu em dezembro de 2022. A vítima foi vista pela última vez na região central de Içara, às margens da rodovia SC-445, após sair do local de trabalho.

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Conforme informado pela Polícia Civil, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pela acusação, reconhecendo a autoria dos crimes e a qualificadora de feminicídio por recurso que dificultou a defesa da vítima.

Investigação começou após desaparecimento

Jurados reconheceram a responsabilidade do réu pelos crimes de feminicídio qualificado e ocultação de cadáver | Foto: Canva/4oito

A apuração teve início após o registro do desaparecimento de Ivonete Alves. Durante as diligências, a equipe da Delegacia de Polícia de Içara realizou levantamentos de campo e analisou imagens de câmeras de monitoramento.

A partir desse trabalho, os investigadores identificaram o veículo utilizado para recolher a vítima no local onde ela trabalhava.

Segundo a Polícia Civil, a investigação também contou com o apoio da Polícia Científica, responsável pela realização de exames periciais no automóvel. Foram encontrados vestígios biológicos compatíveis com sangue no interior do veículo, posteriormente confirmados por meio de exame de DNA.

Condenação pelo Tribunal do Júri

Com base no conjunto de provas reunido durante a investigação, o caso foi encaminhado ao Tribunal do Júri. Durante o julgamento, os jurados reconheceram a responsabilidade do réu pelos crimes de feminicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Após o veredito, o Juízo da Comarca de Içara estabeleceu a pena de 15 anos de prisão em regime fechado e determinou que o condenado inicie imediatamente o cumprimento da sentença.

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